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| Botafogo disputa o Campeonato Carioca; Lorena (5º em pé) posou com o time na estreia (Foto: Ricardo Haleck) |
O EXPERIENTE oposto Lorena, que trabalhava nos bastidores para a criação de uma nova equipe na cidade – ao lado do empresário Vinícius Castro – foi um dos intermediadores do acordo junto ao supervisor do vôlei botafoguense Guilherme Lopes. Aliás, ele será um dos atletas em quadra pelo “Fogão Montes Claros” e, inclusive, já acompanhou a nova equipe na estreia do Campeonato Carioca, no fim de semana passado, quando o Botafogo venceu o JF Vôlei por 3x0.
O ACORDO prevê, por parte de Lorena e do sócio, assumir os custos com hospedagem, alimentação e estrutura de trabalho e de jogos para a equipe, que residirá na cidade durante toda a Superliga B. Outra iniciativa será a criação de escolinhas e núcleos de equipes de base. Em contrapartida, o Botafogo continuará com os compromissos com salários de jogadores e comissão técnica, além dos materiais esportivos.
A CAMISA em quadra será a tradicional alvinegra com listras verticais. Assim como na disputa principal, a CBV assume os custos de viagem durante a Superliga B.
RIO E MONTES CLAROS
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| Fabrício Dias, o Lorena, fez ligação entre o clube do Rio e MOC |
NA ÚLTIMA temporada da Superliga B, o Botafogo quase conseguiu o acesso: ficou na terceira colocação. Ribeirão Preto e Itapetininga foram os clubes que subiram. Nos últimos dias, a CBV fez uma sondagem ao Fogão sobre a possibilidade de disputar a Superliga Principal já neste ano, com o acesso por critério técnico diante da possível desistência do JF Vôlei, mas, por causa dos custos e do processo de reformulação da temporada anterior para esta, sem os veteranos Alberto, Aranha e Marcelinho e com uma base mais jovem, o clube carioca optou por seguir mais um ano na divisão de acesso.
IDEIAS
DIANTE DESTE cenário apurado pelo blog, a parceria prestes a ser anunciada sai melhor do que a encomenda. Lorena esteve na última versão do Montes Claros Vôlei, que disputou a Superliga 2017/2018 e não conseguiu chegar aos play-offs. Com a má campanha e a restrição de receita, a gestão resolveu dar um tempo com o time e negociou a “superlicença” com o Corinthians/Garulhos, por uma temporada.
A PARTIR daí, Lorena anunciou o interesse de montar um novo clube na cidade junto à Associação que possui no interior paulista, mesmo que fosse para disputar a última divisão nacional: Taça de Prata – equivalente à Série C. O embrião veio com a ideia para que o time se associasse ao nome do Ateneu, mas com dificuldade de alcançar a receita completa para manter o projeto, especialmente com a parte mais onerosa que é a de salário, o plano seguinte foi procurar uma parceria como está sendo firmada com o Botafogo.


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