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| Guerreiro (de boné) na "resenha" de fim de jogo com a comissão técnica do juvenil do Cruzeiro (Foto: DE VENETA) |
HÁ POUCO mais de seis meses, ele trabalha como auxiliar técnico na base e a experiência de atleta profissional o faz ser a referência na área técnica do banco cruzeirense, ao ponto de ser consultado constantemente pelos treinadores do Juvenil e do Infantil sobre mudanças táticas e substituições.
NA RÁPIDA conversa com VENETA, o ex-meia que atuou também pelo Inter, Botafogo e América reconheceu que a dificuldade em jogar em Montes Claros pelo calor, estilo de campo e a necessidade do Cruzeiro em mesclar o time por causa de um compromisso internacional no meio de semana. Considerou o estadual é uma forma de a Raposa observar a avaliar novos talentos pelo interior afora, mas acredita que este trabalho não pode ficar restrito a um jogo apenas.
“COMO O tempo de um jogo é realmente curto para uma avaliação precisa, a gente vem mais focado em analisar o nosso time, medir a evolução do atleta ou mesmo a necessidade de correções. Mas é claro que se houver um jogador fora de série no time adversário vai passará a ser monitorado”, explicou, mas sem citar algum nome do Funorte que tenha lhe chamado a atenção de imediato.
AUTOR DO gol do Funorte, o meia Paulo recebeu elogios de alguns integrantes da delegação cruzeirense, assim como o armador Kennedy, responsável pela bola parada do FEC e que quase marcou um gol olímpico.

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