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| Terremoc ficou com o vice-campeonato no Torneio de Beach Rugby, um minicampeonato mineiro em Lagoa Santa |
O RENDIMENTO reforça a motivação e os planos para a sequência da temporada, que terá desafios como a Copa Porto Seguro, as 24 Horas de Rugby na Bahia e etapas da Liga do Triângulo, além de amistosos nas modalidades Union (XV) e Sevens em BH e em Montes Claros.
ALIÁS, EM casa, o Terremoc faz planos para o aniversário do clube em setembro: receber a sede estadual do Minas Sevens, a competição classificatória no Estado para o Campeonato Brasileiro da modalidade.
LÁ EM LAGOA SANTA
A DELEGAÇÃO do Montes Claros Rugby chegou em Lagoa Santa poucas horas antes do primeiro jogo, pela Chave B. O cansaço da viagem foi nítido no rendimento do time, que sentiu ainda o ritmo pesado de jogar na areia. Assim, na estreia, acabou derrotado de virada para o Inconfidência: 1x5.
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| Time feminino também foi bem contra a elite do Rugby no Estado e trouxe o vice-campeonato |
A VITÓRIA pelo bom saldo de gols recolocou o time na briga por uma das duas vagas às semifinais do dia seguinte, mas para confirmá-la precisou de uma nova dose de superação. O terceiro adversário era o único time convidado do exterior e que começou o torneio como favorito. “Jogamos como se fosse uma final porque sabemos que o estilo dos argentinos é literalmente aguerrido, de entrega e de muita resistência”, completou Gabriel, em conversa com a VENETA.
O TERREMOC derrotou o Tango V, da Argentina, por 3x2 a garantiu a segunda vaga da chave para as semifinais, no domingo.
SEMIFINAL E FINAL
O PRÓXIMO adversário foi o líder da Chave A e considerado o maior clube de rugby do Estado de todos os tempos. O Montes Claros apostou no mesmo estilo de jogo diante dos argentinos e “conseguimos derrotar o mais tradicional time de Minas”, acrescentou o presidente. A vitória foi por 5 a 3, o que garantiu a vaga para a decisão.
ENTRE AS polêmicas citadas no início do texto estava a prévia da decisão. O Real Lagoa Santa Rugby recorreu a um critério do torneio feminino para reforçar o time. “Eles buscaram jogadores do Tango V para recompor o elenco, o que não ficou acertado. No torneio feminino isso foi possível porque os grupos ainda são reduzidos, mas no masculino o número de atletas de cada time era suficiente para jogar até o fim com os mesmos nomes”, desabafou Gabriel.
O MCR saiu na frente e, na avaliação do time, a arbitragem ainda foi problema no lance final do segundo tempo que garantiu o empate do Real e que levou o jogo para o “ponto de ouro” e, nessa prorrogação de tiro curto, numa falha de passe o rival conseguiu marcar o try que decidiu o torneio a seu favor.


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