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| Lance do jogo Montes Claros 5x1 Minas Boca, que fechou a campanha tricolor na Segundona (Divulgação MCEC) |
SE FOI eliminado antes de atingir a meta de chegar até o final na briga pelo acesso, o MCEC pelo menos encerra a 1ª fase como o melhor mandante de toda a competição. Foi o único a vencer os seis jogos em casa, com 14 gols a favor (melhor ataque) e 4 contra (terceira melhor defesa).
NEM MESMO o líder isolado Coimbra foi tão bem em casa. O clube do Banco BMG teve cinco vitórias em Nova Serrana, cidade que escolheu para mandar os jogos, além de um empate, justamente na última rodada diante do Ponte Nova (0x0). Fez 11 gols e sofreu dois.
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| Montes Claros Esporte foi o melhor mandante com uma campanha com 100% de aproveitamento e melhor ataque |
CHANCES
O TÉCNICO Alexandre Caribé havia adiantado à VENETA que manteria força máxima contra o Minas Boca, até como motivação para alcançar os de 100% de aproveitamento como mandante. “Era uma questão de honra, diria uma obrigação como forma de agradecer todo o apoio que a torcida nos mostrou até aqui”, disse ao blog.
JÁ AOS 27’ primeiro tempo, o MCEC Vencia por 3 a 0, gols do lateral Pereira e dos meias Renato Silva e Popó. No intervalo, Caribé cumpriu a promessa de lançar os jogadores que não entraram em campo ao longo do Campeonato: o goleiro Erick, o lateral Gustavo Tigu e o meia Igor. Tigu aproveitou bem a chance. Fez o gol que fechou o placar. Antes, Jonatas Obina também havia marcado.
UMA CURIOSIDADE dentro do campeonato foi o insucesso dos “clubes que têm donos” em relação àqueles que, tradicionalmente, têm diretorias constituídas. União Luziense, Montes Claros e Patrocinense, que ficaram no, 5º, 6º e 8º lugar, respectivamente, são presididos pelos proprietários. Aliás, dos quatro semifinalistas, apenas o Coimbra, time de melhor campanha geral, segue o formato de clube-empresa. Além desses, Bétis, Ponte Nova, Minas Boca e Boston City também são equipes com donos.


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