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| Com a vitória, Montes Claros fica uma posição atrás do G-4 por causa do saldo de gols (Fotos: Christiano Jilvan) |
O NOVO Bicho fez dois a zero e, na combinação com os demais resultados, subiu três postos e assumiu a quinta colocação, agora com seis pontos – e deve um gol de saldo. Coimbra (12), Araxá (9), Valério (9) e União Luziense (6 pontos e saldo de um gol) ocupam o G-4 neste momento que dará vaga às semifinais.
APÓS BOAS finalizações nos primeiros dez minutos, com destaque para o apoio do lateral esquerdo Pereira, o atacante Carlos Eduardo abriu o marcador aos 21’ e o zagueiro Evaldo, aos 42’, ampliou ainda na etapa inicial. No lance houve um choque com o volante Emerson, do Bétis, que sofreu um corte no rosto e precisou de atendimento médico e acabou substituído.
NOVO ESQUEMA
A NOVIDADE foi o esquema 3-5-2, utilizado pelo técnico Milagres pela primeira vez na competição. Segundo ele, mesmo diante de um time muito jovem como o Bétis, que faz uma campanha irregular na Segundona, a mudança era extremamente necessária depois do rendimento da defesa nos três jogos anteriores, quando o time sofreu seis gols, sendo três em jogadas aéreas.
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| Evaldo (C) assumiu a função de capitão logo no primeiro jogo como titular; Francielly foi a 1ª árbitra a atuar em MOC |
NA RODADA seguinte, o MCEC jogará fora de casa contra o Ponte Nova, em Governador Valadares.
FATOR EXPERIÊNCIA
A ENTRADA de Evaldo como titular foi o indicativo da principal mudança no comportamento tático da equipe. O experiente zagueiro, que havia atuado até então somente nos 20 minutos finais da estreia diante do Coimbra, foi o melhor jogador em campo. Fez o papel de líbero na maioria do jogo e, na condição de capitão, orientou e deu bronca aos demais companheiros, além da característica marcante no apoio ao ataque: o gol de cabeça após a cobrança de escanteio de Renato Silva.
SOBRE A mudança tática, o goleiro Gustavo Rangel disse à VENETA que o time teve uma postura mais tranquila na linha de defesa. “Era preciso aliar esta experiência à juventude dos demais defensores e o Evaldo fez muito bem este papel”, resumiu. Sobre perder a faixa de capitão, Gustavo trata como um mero detalhe. “Não tenho esta vaidade, até porque quem está na linha tem maior facilidade na comunicação com os companheiros, com a comissão técnica e, se for preciso, com a arbitragem”, completa.
BAIXO RENDIMENTO
A QUEDA de rendimento na linha de frente do Montes Claros foi nítida na etapa final, especialmente diante das mudanças que aconteceram por desgaste físico. “Viemos de uma sequência de três jogos em dez dias, com duas viagens longas. Você tem que conciliar treino, jogo, parte física e a recuperação do atleta. Nem todos têm a mesma resistência e é preciso dosar para não perder um atleta ou outro”, analisou o treinador Milagres.
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| Milagres reconheceu que mudança na defesa era urgente |
MONTES CLAROS – Gustavo; Marcos Eduardo, Evaldo e Wesley; Igor, Rafinha (Bernardo), Léo Mota, Renato Silva (Jefinho) e Pereira; Carlos Eduardo (Robinho) e Victor Rafael. DT – Milagres. BÉTIS FC – Adryen; Kelvin, Wesley e Lucas (Luan); Emerson (Danrley), Yuri, Ramon, Samuel e Marcos Villas; Lorran (Fábio) e Carlos Júnior. DT – Sílvio Mariano.



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