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| Hipz é natural do Amazonas e, na intervenção nos muros do CELF, criou a guerreira Guardiã (Fotos VENETA) |
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| Torneio de skate para iniciantes durante o Festival |
A MAIOR parte dos desenhos fez menção à música, carro-chefe do CELF, como a caricatura do maestro e compositor Heitor Villa-Lobos, e meia-face que uniu o beatle John Lennon e o ícone do reggae Bob Marley. Espaço também para outras inspirações, como a “Guardiã”, uma guerreira inspirada na miscelânia das culturas afro e indígena, de autoria de Alessandro Hipz.
“PROCURO LER e me inspirar em questões culturais para fazer intervenções como esta”, resumiu Hipz, que é natural de Manaus/AM e atualmente reside em Belo Horizonte. Aos 33 anos, ele é autodidata e trabalha como artista de rua desde os 14 anos. Na pergunta de praxe sobre a relação entre grafite e pichação, Hipz garante que fala por todos: “é inevitável esta relação porque uma coisa é muito próxima da outra, mas as pessoas mudam”.
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| Jonathan "Dread" organizador do festival; arte em "Wildstyle"; letras de banana reproduzindo a abreviação MOC, e meio John meio Marley |



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