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| Ataque argentino no primeiro set, entre os mais equilibrados no jogo que abriu o Sul-Americano (Fotos: Alex Sezko) |
EM VÁRIOS momentos do primeiro e do terceiro sets, a equipe do Chile esteve à frente do placar, com até quatro pontos de diferença. Enquanto o Bolívar tem um orçamento milionário, com jogadores de seleção e uma coleção de títulos, o Thomas é apenas um time amador, com os atletas conciliando o vôlei com os estudos e trabalho.
AS PARCIAIS foram de 25-23, 25-16 e 26-24, em pouco mais de 1h20. Um bloqueio simples de Pablo Crer fechou a partida. Do lado argentino, destaque para o rendimento do búlgaro Penchev, bem eficiente no saque. Do lado do Thomas Morus, o oposto Tomas Parraguirre foi o destaque na virada de bola.
O TÉCNICO Javier Weber preferiu dar mérito ao esforço dos chilenos em fazer um jogo igual, mas lamentou a sequência de erros do Bolívar, que já vinha enfrentado problemas no fim de semana, quando perdeu nos play-offs da Liga Argentina para o modesto Monteros.
ANÁLISE
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| Parraguirre (4) joga ao lado do irmão Matias no Tomas Morus; time surgiu dentro de um projeto escolar ainda na infância |
DO LADO chileno, Tomas Parraguirre acreditava que o time poderia ter melhor sorte e vencido pelo menos um set. “Viemos para mostrar o voleibol que nos levou ao título chileno”. Análise reforçada por seu técnico Germán Mena, que previa que o time iria sentir a falta de ritmo de jogo.
A LIGA Chilena terminou em novembro e desde então, o grupo apenas treinou, mas os jogadores estrangeiros, por exemplo, saíram e os de maior destaque, como o próprio Parraguirre e seu irmão Vicente, se transferiram para ligas mais fortes, como a B Argentina e a do Canadá, respectivamente.


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