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| Lisandro Zanotti e Mesa - ao centro - entre os destaques do Montes Claros nas reações contra o Sada (fotos: Alex Sezko) |
AS PARCIAIS foram de 25-23, 19-25, 20-25, 25-23 e 8-15. Chamou a atenção a quantidade de erros cometidos pelos dois times, o que foi considerado até certo ponto normal pelos dois técnicos por se tratar de início de temporada, quando o ritmo de jogo ainda é aquém do ideal. Somente nos quatro primeiros sets, o MOC cometeu 44 erros, enquanto o Sada falhou 32 vezes.
TEVE DE tudo um pouco no clássico do fim de semana, a começar pelo reencontro da torcida com Fabrício Lorena, oposto que volta a defender um time da cidade depois de sete anos. Bastante assediado, o jogador só atuou nos três primeiros sets. “Foi um jogo muito forte, que exigiu de todo mundo. Como estou voltando de uma virose, que me deixou dez dias parado, até mesmo sem treinar, não agüentei manter o ritmo”, revelou o atleta à VENETA. Alemão o substituiu em alguns momentos no 2º e 3º sets e depois no restante da partida.
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| Torcida próxima às 3,7 mil pessoas já registra o maior público entre os clubes na atual temporada (Alex Sezko) |
APITO CONFUSO
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| Filipe argumenta com árbitros no 4º set; jogo parou por 12 minutos |
“GOSTEI DA evolução que o time teve de um jogo para outro, mas ainda temos que melhorar muito; rodar mais a bola e tornar o saque mais eficiente”, resumiu o técnico Chico dos Santos em conversa com o blog.
O CENTRAL cubano Mesa foi um dos destaques do MC Vôlei, especialmente equilibrando a rede com o conterrâneo Simon. Ao final, parabenizou o time, que conseguiu jogar em alto nível do início ao fim e reconheceu que a dificuldade se potencializa quando o time saí atrás do marcador e precisa buscar a reação diante de um adversário como o Cruzeiro. “A gente forçou muito no quarto set porque se não ganhamos o jogo acabaria. No quinto set apostamos mais na força em relação à técnica porque o jogo exigiu muito, mas as coisas não saíram tão bem como nos sets que vencemos.
DO LADO azul, o levantador Nicó Uriarte se diz ainda em fase de adaptação ao vôlei brasileiro. O argentino estava atuando na Europa e reconheceu que a velocidade do jogo no Brasil é mais rápida. “Os dois times erraram muito, o que é normal porque estamos no início de um trabalho. Aqui no Brasil, além de ser mais rápido, os jogadores trabalham muito a força. Mas vamos conseguir abaixar essa quantidade de falhas somente com a sequência de jogos”, revela o armador, que seguirá para uma série de torneios amistosos em seu país, ainda neste mês.
O PRÓXIMO jogo será em casa, diante do JF Vôlei, dia 13.
MOC Vôlei: Sandro, Lorena, Zanotti, Vivalde, Mesa e Tarcísio – líbero Alan. Entraram Alemão, Luan, Mudo e Najari. Sada/Cruzeiro: Uriarte, Evandro, Filipe, Leal, Simon e Éder – líbero Serginho. Entraram Cachopa, Pablo e Alemão.



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