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| Jonatas foi um dos regulares pelo lado do Montes Claros, mas a maioria não o acompanhou (fotos: Fredson Souza) |
O FOCO do Montes Claros passa a ser, agora, a Superliga Nacional, que já tem jogo neste sábado. Faz o clássico estadual contra o Minas Tênis, em Belo Horizonte, pela segunda rodada do returno. No turno, vitória montes-clarense por 3 a 1.
APÓS O duelo mineiro, haverá quase duas semanas de folga na tabela, já que a Superliga será paralisada para a decisão da Copa Banco do Brasil, entre os dias 19 e 21/1. O Pequi Atômico volta a quadra no dia 28, em casa, contra o Bento Vôlei. Além da Superliga, o time brigará pela taça do Campeonato Sul-americano de Clubes, do qual será anfitrião entre os dias 19 e 25 de fevereiro, como a VENETA antecipou.
AO FINAL do jogo contra o Taubaté, diretoria, jogadores e comissão se reuniram a portas fechadas. O blog apurou que não houve “lavagem de roupa suja”. O tempo de reunião foi curto - três minutos -, mas o suficiente dar uma "balançada" no grupo. Foi estabelecido um pacto para a reação a partir de sábado, já que depois da pausa no calendário, o time acumula duas derrotas. Foi superado pelo Canoas na abertura do returno, sábado passado (2-3), e caiu duas posições na tabela de pontos.
SETS
O PRIMEIRO set foi todo paulista. O Taubaté chegou a abrir 4 pontos de vantagem e na primeira parte ampliou a vantagem (10-5). Além da dificuldade no saque e nos passes “A” e “B” para atacar, o MOC perdeu o central Salsa logo no início, com uma torção do tornozelo direito após cair em cima do pé de um companheiro. Rafael e Diannini foram os substitutos.
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NO SET seguinte, a reação aconteceu, especialmente com a recuperação no saque. Nem mesmo um erro grave da arbitragem ao validar uma bola para fora do Taubaté tirou a estabilidade dos montes-clarenses. Jonatas e Bob no ataque e o líbero Gian na defesa/recepção ditaram o ritmo do time, que soube aproveitar os contra-ataques e, ainda, explorar o bloqueio. Com um ace de Bob (23-16), Cezar Douglas ainda pediu tempo, mas em vão, mas o set já tinha dono.
O FILME visto no início se repetiu nos outros dois sets. O Taubaté abriu uma vantagem de cinco pontos no terceiro set (11-6) e foi ampliado em cima dos erros do Montes Claros (8-15 e 9-16). Com quase 10 pontos atrás, Marcelinho voltou a pedir tempo (13-21), mas especialmente o bloqueio paulista não deixou o MOC alcançar uma parcial mais alta.
O QUARTO set foi ponto a ponto (4-4 e 11-11). O Taubaté chegou a abrir 3 pontos (16-13), mas com Jonatas no saque, o Montes Claros reagiu e empatou (16-16). Manteve o equilíbrio até a reta final (21-21), mas a entrada do medalhista olímpico Éder no saque quebrou a defesa norte-mineira. Sozinho, ele decidiu o jogo, com dois aces e um ataque numa rápida do meio de campo.
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PELO MONTES Claros, o líbero Gian reconheceu que o time sentiu a queda do rendimento no saque e, por isso, saiu atrás em praticamente todos os sets. “Contra um time como este, a gente tem mesmo que forçar o saque, mas tivemos dificuldades. A gente tem números muitos bons de bloqueio e defesa nesta temporada e poderíamos ter equilibrado na maior parte do tempo. Sair atrás no placar e ter que buscar o resultado é complicado, ainda contra uma equipe que dispensa comentários”, analisou.



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