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| O Montes Claros não joga desde abril de 2015, quando fez a pior campanha do Módulo II e caiu |
PARA REDUZIR custos, o Bicho pôs fim aos contratos de todos os jogadores com os quais ainda mantinha os direitos federativos – até mesmo de quem estava emprestado e tinha boa aceitação no mercado da bola para futuras negociações, como o lateral Fayllon, os meias Diogo Brasília e Rafael Bill, os atacantes Nando e Daniel e o goleiro Gabriel. Até o polêmico vínculo do time com o goleiro Bruno Fernandes, ex-Flamengo e Atlético, não existe mais.
“A RECEITA que o clube consegue mesmo durante a competição é deficitária. E sem atividade, o custo é ainda maior, porque o atleta não tem visibilidade, até porque nem todos conseguiram ser emprestados. Fazer futebol no interior é cada vez difícil”, analisa.
SEM ESCOLINHAS
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Mocellin, presidente e dono do MCFC |
“FICOU INVIÁVEL porque assumi todos os custos”, resume o dirigente, que usou parte do orçamento pessoal para quitar os compromissos – inclusive com empréstimos.
DENTRO
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| Léo Baiano, no Boa Esporte |
PARA O MCFC, o título do time do Sul de Minas seria um agregador para que o atleta fosse negociado em definitivo com o próprio Boa ou outro clube brasileiro. Haveria sondagens até mesmo de times de Portugal, diante da abertura de mais uma janela de transferências em janeiro próximo.
QUASE
NO MEIO do ano, Mocellin chegou a ser sondado para que o Montes Claros fosse cedido a um grupo de empresários, que assumiria o clube em todos os segmentos, no entanto ele não teria qualquer interferência na gestão. Embora as conversas estivessem bem adiantadas, o acordo não vingou.



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