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| Lance do SET 3, o de maior parcial; Minas foi buscar 5 pontos de desvantagem |
Em um ano, entre Mineiro e Superliga, Montes Claros e Minas se enfrentaram seis vezes, com três vitórias para cada lado.
Para o Montes Claros, a matemática ficou simplificada. O time chegou aos 9 pontos e depende de apenas mais um para sacramentar a segunda colocação geral da fase classificatória do Mineiro. Parece pouco? Para os jogadores não. A posição da tabela dará ao time, pela primeira vez na história, o direito de fazer a semifinal única como mandante.
E para o Minas, a missão ficou mais complicada. Terá que vencer o Montes Claros na segunda partida (3-0 ou 3-1), neste sábado, às 17h, e depois, no dia 20, passar pelo Sada/Cruzeiro, em Contagem. Se isso acontecer, chegaria aos 11 pontos e tomaria para si o direito de ser o mandante na semifinal.
DE NOVO NAS SEMIFINAIS
Uma coisa é certa, independente do que acontecer até o final da primeira fase, a combinação de resultados não vai alterar os confrontos das semifinais. O Sada/Cruzeiro já garantiu antecipadamente o primeiro lugar geral e o JF Vôlei ficou na quarta colocação. O regulamento remarcará o confronto na briga por uma das vagas à decisão. Portanto, o outro confronto semifinal não tem como fugir de MC Vôlei x Minas.
Com destaque para o saque forçado e o aproveitamento nos contra-ataques, o técnico Marcelinho Ramos utilizou todos os jogadores que estavam à disposição, O oposto Luan Weber foi um dos destaques do time como uma das “bolas de segurança”. “Faz parte de minha posição arriscar o tempo inteiro e o técnico me dá esta liberdade. A gente teve um adversário muito duro, com um saque tático bem definido. A aplicação de todos tem explicação: temos chances reais de trazer uma semifinal para dentro de casa”, disse o jovem oposto, que no ano anterior estava no Maringá.
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| Marcelinho à beira da quadra: técnico destaca força de grupo |
O treinador, que colocou em quadra todos os jogadores à disposição – e até mudou a formação titular já do primeiro para o segundo set – tem razão. Em todos os sets, houve trocas no placar. No terceiro, por exemplo, o Minas tirou uma desvantagem de cinco pontos na parte final (16-21). No segundo, o MOC perdia por 1-4 e o técnico pediu tempo antes mesmo da primeira parada técnica. “Acho que a equipe se portou bem como um todo, com mudanças que surtiram efeito (Índio e Alê nos lugares de Radke e Jonatas)”.
EQUILÍBRIO
“Na montagem do grupo já buscávamos o equilíbrio entre os atletas. Uma equipe homogênea que te permite uma qualidade de treino e com o desempenho muito alto. Se necessário, como aconteceu aqui, fazer a mesma coisa durante os jogos. As mudanças aconteceram porque, quem saiu jogando, não estava conseguindo fazer o seu melhor. Quem sai jogando tem que fazer a manutenção do seu bom rendimento e quem está fora tem que estar brigando o tempo todo pelas oportunidades. Deixo isto bem claro”.
MONTES CLAROS – Murilo Radke, Luan Weber, Bob, Jonatas, Robinho, Salsa e Kachel (líbero). Entraram Wanderson, Alê, Rafael Martins, Gianzinho e Índio.
FOTOS ALEX SEZKO


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