28 de junho de 2016

Câmara aprova dotação para o projeto do Ateneu

VEREADORES ANALISARIAM mais 3 propostas de ajuda de custo (vôlei, handebol e futebol), que foram adiadas para sexta; município passa a ter autorização para a reforma do estádio do Ateneu 


Proposta da fachada do Estádio João Rebello - Arena Ateneu (reprodução)
A CÂMARA Municipal de Montes Claros votaria nesta terça-feira, quatro pedidos de ajusta de custo para o esporte local. O de maior repercussão - e único que foi votado durante a reunião - diz respeito ao Ateneu, que está com as atividades suspensas desde 2002. A proposta do Executivo, aprovada com 20 votos a favor (e dois contrários - uma ausência) sugere uma dotação ao orçamento do município no valor de R$ 2,134 milhões para a reforma do Estádio João Rebello, no Bairro São José.

HÁ QUASE dois anos, em regime de comodato, o campo foi cedido para a Prefeitura para se evitar a execução do terreno diante de anos e anos de dívidas tributárias. O contrato vai durar por 10 anos.

PARA O projeto da “Arena Ateneu”, segundo o que propõe a Prefeitura à Câmara, os recursos seriam remanejados de outra proposta do município e que prorroga, mais uma vez, a construção do Mocão. No orçamento de 2016, aprovado ao final do ano passado, há uma projeção de gastos da ordem de R$ 4 milhões para reforma, obras e ampliação de estádios municipais, entre os quais se inclui o Mocão.

A VOTAÇÃO dos vereadores nesta terça-feira foi justamente aprovar esta dotação, já que não havia na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) algo específico para o projeto do Broca.

VÔLEI

A AJUDA de custo para o Montes Claros Vôlei também estava na pauta de votação, mas os vereadores não apreciaram o projeto. O tempo estourou e a mesa diretora agendou para a sexta-feira (1º), uma reunião extraordinária às 7h30 para apreciar as outras propostas.

O REPASSE para o MC Vôlei segue o modelo do ano passado: R$ 750 mil, que serão repassados em parcelas iguais a partir do convênio do Município com a Federação Mineira de Vôlei (FMV).

PARALISADO

OUTRA VOTAÇÃO, também adiada para sexta-feira, diz respeito à Associação de Futebol do Bairro Santos Reis, que realiza o campeonato interno há quase 50 anos. O valor sugerido é de R$ 25 mil para custeio de arbitragem e premiações. A bola já começou a rolar, mas somente agora o projeto será apreciado. Diante das dificuldades, os times e a coordenação chegaram ao consenso de paralisar as atividades até que o projeto seja aprovado.

POR FIM – e não menos importante –, será votado o projeto de apoio ao Handebol Montes Claros, que neste ano disputará de forma inédita a Liga Nacional Feminina. O valor é de R$ 100 mil, dividido em parcelas iguais, também a partir de convênio com a Federação Mineira de Handebol. Votação será na sexta-feira.

NA PAUTA não consta, nenhuma ajuda de custo para o projeto de natação do Montes Claros Tênis Clube, que no último mês, perdeu o financiamento dos Correios e da CBDA (R$ 45 mil mensais). Os 12 funcionários, entre monitores, professores e suporte, foram desligados e os nadadores - quase 370 crianças em idade escolar - não têm mais ajuda para os materiais, transporte e taxas de filiação/inscrição. A Prefeitura assumiu a contratação de pelo menos seis destes monitores e trabalha para a busca de um financiamento em nível federal.

POR OUTRO lado, outro projeto do Executivo sugere a venda de quatro terrenos na área urbana, sendo duas diretamente ligadas ao esporte: campo do Bairro Augusta Mota e poliesportiva do Bairro Melo.

24 de junho de 2016

Base do Funorte na mira dos grandes clubes

EM UM ano, doze atletas dos times Sub-15 e SUB-17 já foram procurados por Cruzeiro, América e Atlético/PR

O FEC ainda não conseguiu chegar à fase final, mas revelação de atletas compensa
EM TEMPOS de restrições orçamentárias, a opção do Funorte EC para não suspender os trabalhos de uma vez por todas foi a terceirização das categorias de base. O ônus foi assumido pelo treinador Júnior Borges, pais de atletas e as contribuições de pequenos patrocinadores, além da ajuda de custo voluntária vinda de atletas de cidade que engrenaram na carreira profissional.

ASSIM, HÁ três anos, o FEC disputa o Campeonato Mineiro Sub-15 e Sub-17. O clube propriamente dito ajuda dentro do possível: além de ceder os registros na Federação Mineira, empresta a estrutura do Centro de Treinamento e mantém o supervisor Cláudio Teixeira à disposição da base.

ACONTECE QUE mesmo com este esforço de Hércules, o Funorte ainda não conseguiu chegar à fase decisiva. O regulamento é ingrato; classifica apenas dois dos seis times em cada grupo. Páreo duro até porque Cruzeiro, América e Atlético, como cabeças em suas respectivas chaves, quase sempre justificam o favoritismo e deixam apenas uma vaga em seus grupos para a briga entre os demais cinco integrantes.

Goleiro Gabriel já encaminhado para a Toca
NESTA EDIÇÃO, por exemplo, a regra para chegar à fase final remete à somatória dos pontos das duas categorias. Como a tabela é “casada”, vale a campanha geral do clube. Restam duas rodadas e o FEC é apenas o quarto colocado, com 17 pontos, seis atrás do Arsenal, adversário deste sábado e quem ficaria com a segunda vaga para o Hexagonal. O Cruzeiro, com 44 pontos no geral, disparou e já garantiu a sua vaga há tempos.

MAS...

SE EM campo, o time ainda precisa de um impulso para brigar pelo título, fora dele desperta interesse de projetos de base que aparentemente já estão consolidados. Em um ano, entre junho/2015 e maio/2016, nada menos do que 12 jogadores do Funorte entraram nos planos de clubes mais tradicionais do futebol brasileiro.

RESPONSÁVEL PELA revelação nomes como o atacante Fred e o volante Gilberto Silva, somente o América buscou seis jogadores do Funorte para incorporar à sua base. Quatro foram avaliados ainda no ano passado e dois permaneceram no Coelho: o atacante Robinho e o goleiro João Vitor. Agora em 2016, mais dois estão encaminhados para o América e, caso o Funorte fique pelo caminho na 1ª fase, já poderão atuar pela equipe americana no Hexagonal Final: são os volantes Samuel Batista e Marcos Paulo.

DO ATUAL time do Sub-15, o zagueiro João Marcelo, que chegou ao Funorte em abril vindo de Várzea da Palma, está prestes a seguir para Curitiba. No jogo em que o FEC foi derrotado pelo Cruzeiro na Toca da Raposa (2x3), há duas semanas, o jovem atleta de apenas 14 anos, mas já com 1,88 metro despertou a atenção de um olheiro do Atlético/PR. A conversa ali mesmo à beira do campo selou a sua ida para um período de avaliação no Furacão.

Júnior Borges é o técnico e coordenador do projeto há 3 anos
O CRUZEIRO, por sua vez, engatilhou a ida de dois valores do time Sub-15 do Funorte. Com quatro gols em quatro jogos, o atacante Lucas Adriel e o goleiro Gabriel Fernandes já estão sendo avaliados na Toca da Raposa I e, ao final do Mineiro Sub-17, mais atletas jogadores seguirão para BH: dois meias e um defensor – os nomes ainda em sigilo para evitar atravessadores.

“O TRABALHO da categoria de base não depende do resultado propriamente dito. Há uma série de metas, a começar pela valorização do seu trabalho e a aplicação dos garotos. O interesse de clubes tradicionais em atletas é um reconhecimento a tudo isto”, analisa o técnico Júnior Borges.

21 de junho de 2016

E Lorena procurou o Montes Claros...

ÍDOLO MÁXIMO do time histórico da cidade em 2010, oposto chegou a sondar diretoria do MC Vôlei com sugestão de renda para custeá-lo


Fabrício Stevens Dias, o Lorena, está com 37 anos e deixou o São José
EMBORA SEJAM projetos totalmente diferentes, a começar pelos gestores, parceiros e até mesmo as cores das camisas, há quem faça questão de buscar vínculos entre o atual Montes Claros Vôlei e o antigo Montes Claros Funadem, primeiro time profissional que a cidade teve e que chegou a ser campeão mineiro e vice-campeão brasileiro na temporada 2009/2010. E um destes elos seria o oposto Fabrício Dias, o Lorena.

NA SURPREENDENTE campanha em 2010, Lorena foi o principal jogador do Montes Claros. Além de ser protagonista em praticamente todos os jogos decisivos, como na semifinal em casa que, em um contra-ataque, fez o ponto que eliminou o Cruzeiro e colocou o time na final, o oposto bateu um recorde histórico como o atleta com o maior número de pontos marcados numa edição da Superliga Nacional – 699 pontos. Foi eleito ainda o melhor saque da competição.

DAÍ, AS justificativas sobre o status de ídolo de Lorena, embora aquela tenha sido a sua única temporada por uma equipe de Montes Claros. Depois da experiência no Norte de Minas, Fabrício vestiu as camisas do Vôlei Futuro, Sesi, Maringá, Taubaté e São José. E sempre que veio à cidade, era indagado sobre uma possível volta.

TODA VEZ

NO ENTANTO, principalmente no período entre as temporadas, chega a ser recorrente uma sugestão ou outra com o nome de Lorena como possível reforço para a diretoria do Montes Claros.

NOS ÚLTIMOS dias não foi diferente, mas de maneira que surpreendeu: o interesse partiu do próprio Lorena, segundo comentário à VENETA do gestor do Montes Claros Vôlei, Andrey Souza, durante o evento de abertura do novo escritório do MOC Vôlei, sexta passada, no Montes Claros Shopping Center.


Mesmo como adversário, assédio por fotos e autógrafos ao final dos jogos
NA VISÃO do dirigente, embora tenha o status de ídolo da torcida local mesmo sete anos após o vice-campeonato brasileiro, Fabrício seria um projeto inviável financeiramente dentro da atual realidade financeira do clube.

ACONTECE QUE, ainda conforme o gestor, o próprio Lorena chegou a sugerir uma alternativa para cobrir o salário. “Como ele já havia dito outras vezes, o Lorena assumiu mais uma vez a identidade que tem com a cidade e cogitou a possibilidade em voltar. Sugeriu algumas parcerias e eventos para gerar receita, algo como: “a gente tem condições de lotar aquilo [o ginásio] em todos os jogos”. 

A SEGUIR, Souza fez uma contraproposta: “trata-se de um grande jogador, é diferenciado e sei o quanto ele é ídolo por aqui, mas diante de nossa realidade financeira, de uma política de pés no chão, propus ao Lorena que pudéssemos dar conta de trazê-lo para cá se ele aceitasse jogar a partir das rendas de bilheteria e destas outras ações que ele sugeriu”. Ainda assim, finaliza Andrey, ficaria bem distante do que é, em média, o salário do oposto por temporada. A venda de ingressos está longe de ser a principal fonte de renda do clube.

A CONVERSA, até então, parou por aí.

LORENA ESTAVA no São José na última Superliga e terminou na oitava colocação. Para este ano, o projeto não será mantido e o time inclusive já perdeu a sua vaga na elite nacional. Por sua vez, para a sua posição, o MOC Vôlei já contratou Luan Weber, ex-Maringá, e Wanderson, que já passou pelo clube em 2014 e estava no Canoas/RS.

MC VÔLEI 2016/2017

O MC Vôlei já tem treze nomes confirmados para a próxima temporada. REMANESCENTES: líberos Guilherme Kachel (1,90 metro e 25 anos) e Gianzinho (1,70m/25 anos); levantadores Índio (1,90m/25 anos) e Gabriel (1,89m/25 anos); centrais Tiago Salsa (2,04m/34 anos) e Rafael Martins (2,05m/25 anos); e ponteiro Bob Dvoranen (2,01 metros/33 anos).

NOVOS CONTRATADOS: ponteiros Alê Monteiro/Canoas (1,96 metro/24 anos) e Jonatas/Voleisul (1,92m/23 anos); opostos Luan Weber/Maringá (2,02m/25 anos) e Wanderson/Canoas (2,0m/28 anos); central Robinho/Voleisul (2,06 m/31 anos) e levantador Murilo Radke/Bydgoszcz-Polônia (1,98m/27 anos). A diretoria promete buscar, ainda, mais dois nomes: um central em idade juvenil e um ponteiro de força.

Fotos: Christiano Jilvan

20 de junho de 2016

Mineiro da Segunda Divisão é do Terremoc

TÍTULO INVICTO rende, ainda, vaga em mais uma edição nacional da Taça Tupi; torneio do acesso pode ter transmissão pela TV


Ao final do primeiro tempo, o Terremoc já vencia o Taurus por 28 a 5
DEPOIS DA Taça de Bronze em 2014, que corresponde à quinta colocação geral do Campeonato Mineiro da 1ª Divisão, o Montes Claros Rugby conquistou o primeiro título em sua curta história em competições oficiais. Com direito a oito “tries” e mais seis conversões, o Terremoc venceu o Estadual da Segunda Divisão Union (XV) depois de passar com folga sobre o Taurus Rugby, de Uberaba, por 54 a 12, sábado à tarde, no Estádio Rubens Durães Peres (Campo da Liga).

O TÍTULO – invicto – garante não apenas o troféu propriamente dito. Além de reforçar a galeria de conquistas, o Terremoc confirmou uma das vagas de Minas Gerais na Taça Tupi, que corresponde ao Campeonato Brasileiro da Segunda Divisão. E ainda, está classificado para o torneio de acesso, que valerá duas vagas para o Mineiro da 1ª Divisão de 2017.

O PLACAR dilatado diante do time de Uberaba teve um sabor especial, além do título. Foi a primeira vitória de Montes Claros sobre o Taurus. Até então, eram três confrontos no histórico e a equipe do Triângulo Mineiro venceu todos.

VOLTA POR CIMA

MAIS DO que isto: uma volta por cima. No ano passado, o Terremoc teve que abandonar o Campeonato Mineiro da 1ª Divisão ainda em andamento por causa dos custos com as viagens. Foi uma “escolha de Sofia”: pagar a multa pelo WxO seria menos oneroso do que cumprir as duas viagens finais na tabela.


Primeiro lugar na Segunda Divisão garante ao time vaga direta na Taça Tupi
GABRIEL DE Souza, o Abu, é o capitão do time e resumiu a conquista a partir da união do grupo. “Houve aplicação e envolvimento de todo mundo. Fizemos uma promessa para o próprio grupo de que daríamos a volta por cima e com o título”, disse, ao considerar como diferencial o rigor de todos no cumprimento na agenda semanal de treinos.

EM MEIO à festa, o capitão Abu foi obrigado a ouvir a provocação dos outros atletas: havia prometido raspar a barba e o cabelo em caso de conquista do título. “E não foi só um que prometeu aqui não, hein?”, brincou Tinzão. Na verdade, as “caras peladas” e as carecas seguem nos planos, mas para mais adiante, caso o time consiga o acesso de volta para a 1ª Divisão.

JÁ ARANHA, capitão do Taurus, revelou uma “inveja branca” em relação ao Terremoc. Por muito pouco o seu time não veio para o jogo por falta de atletas. “Tivemos que convidar alguns jogadores de cidades vizinhas. Quem conhece a fraternidade do Rugby sabe que seria uma tremenda falta de respeito se não viéssemos a Montes Claros". O capitão uberabense revelou ainda que, se a vaga vier para o Torneio de Acesso as chances são grandes de o time desistir "pela falta de compromisso de alguns atletas".

Gabriel fez o agradecimento: promessa
de raspar a barba e o cabelo
SÓ VITÓRIAS

NA CAMPANHA invicta foram três jogos: Alligators 5x21 Montes Claros (em Sete Lagoas), Montes Claros 39x27 Itajubá (em casa) e Montes Claros 54x12 (em casa). Com o título em mãos, o Terremoc espera agora pelos adversários do Torneio de Acesso, que será disputado na forma de quadrangular. Apenas o time montes-clarense está confirmado na disputa. Taurus e Itajubá disputam a outra vaga da Segunda Divisão. Os outros dois participantes serão o quarto e o quinto colocados na Primeira Divisão. Uma coisa é certa: por ser campeão da Segundona, o time tem o direito de fazer dois dos três jogos do torneio como mandante.

PARA A sequência, o Terremoc sonha com a possibilidade de mandar pelo menos um dos dois jogos no Estádio José Maria Melo, o maior da cidade e que oferece condições de transmissão ao vivo pela TV e pela web.

Fotos: Christiano Jilvan

2 de junho de 2016

Mineiro Base: Funorte fecha turno fora da zona de classificação

TIME ESTÁ fora do G-2 nas duas categorias, mas diferença é pequena para o segundo colocado; são mais cinco rodadas para tentar a vaga

Classificação da categoria Sub-15; time está invicto a dois pontos da zona de classificação
O FUNORTE Esporte Clube fechou o primeiro turno do Campeonato Mineiro Infantil e Juvenil fora da zona de classificação, mas ainda está na briga direta para chegar ao Hexagonal Final. Somente os dois primeiros colocados do Grupo A vão seguir na competição após a série de dez jogos e o Formigão tem mais cinco rodadas para tentar isto.

NO SÁBADO, com bom público no Estádio José Maria Melo, o FEC fez a rodada dupla de fechamento do turno contra o Cruzeiro, cabeça-de-chave do Grupo A nas duas categorias. O time Sub-15 (Infantil) foi melhor e arrancou um empate com a Raposa em 1 a 1, enquanto o Sub-17 (Juvenil) perdeu por um placar mínimo (0x1).

NO BALANÇO interno até aqui, a campanha do time Sub-15 é a melhor. Aliás, o time está invicto, com uma vitória e quatro empates. São sete pontos, mas na quarta colocação ao lado do Frigoarnaldo, mas fica atrás por ter uma vitória a menos. O Arsenal de Santa Luzia, que foi a “vítima” na única vitória tricolor na 2ª rodada, é o vice-líder, com 9. O Cruzeiro lidera com 13 pontos.

A DIVISÃO das chaves é igual no Sub-17 e, portanto, o FEC tem os mesmos adversários, mas a campanha é diferente. São apenas cinco pontos, já com duas derrotas em apenas cinco jogos. Ocupa a quarta colocação, mas ainda com chances de chegar ao G-2 que dá vaga ao Hexagonal. Tem apenas dois pontos a menos que o vice-líder Riachinho (7). O Cruzeiro disparou e já está virtualmente classificado com 15 pontos (100% de aproveitamento).

DISCIPLINA

O ENCERRAMENTO do turno desperta uma curiosidade no aspecto disciplinar dos times do Funorte. Até aqui, o clube registra 22 cartões. O Sub-15 foi o mais advertido, com nove cartões amarelos e três vermelhos. No Sub-17, o mesmo número de advertências amarelas e apenas uma expulsão.

ATAQUE

O INFANTIL tricolor se destaca no poderio ofensivo. Entre os 17 clubes participantes da 1ª Divisão, o Funorte tem o terceiro melhor ataque com 11 gols, atrás apenas de Cruzeiro (37) e Atlético (15). Campanha até aqui: 2x2 CGP Lavras, 5x1 Arsenal, 2x2 Frigoarnaldo, 1x1 Riachinho e 1x1 Cruzeiro.

O SUB-17 do FEC tem apenas seis gols marcados até aqui. Na campanha 1x2 CGP Lavras, 1x1 Arsenal, 1x1 Frigoarnaldo, 3x2 Riachinho e 0x1 Cruzeiro.

ARTILHEIROS

THOMAS E Matheus Prates são os artilheiros do time Sub-15, com dois gols cada. Também balançaram as redes Ryan, Lucas Vinícius, Lucas Adriel, Cléber, Igor Rafael, João Marcelo e Nicolas – com um gol cada. No Sub-17 marcaram: Lucas Silva, Ciro, Samuel, Pablo Michel (2) e Marcos Paulo.