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| Jonatas é um dos contratados que estava no Voleisul |
OUTROS DOIS nomes foram oficialmente confirmados como reforços: o ponteiro Jonatas e o central Robinho, ambos do Voleisul/RS. Os nomes foram indicados pelo técnico Marcelinho Ramos, que volta ao Montes Claros depois de um afastamento forçado para se tratar de um quadro de sangramento no cérebro.
ALIÁS, SEGUNDO o gestor, mesmo com o afastamento, o vínculo contratual do técnico foi mantido. “Não houve rescisão”, resumiu Andrey, que preferiu não adiantar outros nomes já acertados com o clube. Segundo ele, será preciso esperar o término de contrato de alguns deles para que as contratações sejam oficializadas.
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| Jimenez viria para jogar de ponteiro |
O MONTES Claros Vôlei tinha interesse na permanência do campeão olímpico André Nascimento, mas o jogador fez a opção de seguir a carreira no exterior. A expectativa, além da confirmação de mais reforços, está na permanência do ponteiro Kadu, que foi emprestado pelo Sada/Cruzeiro na última temporada. O clube da Capital já foi procurado para uma nova cessão.
DÚVIDAS
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| Luan, oposto ex-Maringá, está na mira do Voleimoc |
OUTRA INCÓGNITA está na definição dos demais integrantes da comissão técnica: auxiliar e preparador físico. Leandro Dutra e Lucas Miller respondiam pelas respectivas funções na última Superliga, mas o clube deve repensar os nomes, já que ambos dividem as atenções com as seleções brasileiras de base.
“DEFINIMOS 90% do grupo de atletas. Talvez, o Montes Claros seja o primeiro time, além dos quatro primeiros colocados da Superliga anterior, a chegar a este quadro de decisões. Infelizmente, há clubes que trabalham com a possibilidade de fechar as portas”, revelou Andrey, que definiu a montagem do novo grupo antes mesmo do término dos play-offs. Marcelinho Ramos, segundo ele, foi o responsável por todas as indicações.
“A GENTE considerou, além do aspecto técnico, a vontade do atleta em fazer da parte da filosofia do clube. Montes Claros é uma cidade onde o custo de vida é bem menor em relação aos grandes centros. A proporção salário/despesas acaba sendo menor e este foi um argumento que propusemos a todos eles”, finalizou.



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