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| André e família na sessão de cinema |
O FILME de uma hora e meia destaca a preparação, as superações e, sobretudo, o legado das seleções masculina e feminina do Brasil nas conquistas de medalhas olímpicas a partir do ano 2000 – até 2012, quando os homens perderam a final dos Jogos de Londres e as mulheres repetiram o ouro de Pequim.
PRINCIPAL CONTRATAÇÃO do MOC Vôlei, o oposto André Nascimento é personagem no documentário. Ele fez parte da conquista do ouro nos Jogos Olímpicos de 2004, em Atenas (Grécia), numa final épica contra a Sérvia. Na geração ao lado de Giba, André Heller, Dante e outros multicampeões, também venceu seis ligas mundiais entre 2001 e 2007 e dois campeonatos mundiais (2002 e 2006), conquistas que também são narradas no filme.
REVENDO
COMO PARTICIPOU das gravações, André assistiu ao filme antes dos companheiros, mas fez questão de revê-lo, dessa vez ao lado da esposa Thaís Carminatti e do filho Kalel. “O filme mostra o outro lado da conquista: como nos preparamos para chegar a estas conquistas e como convivemos com as decepções e os contratempos”.
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| Nascimento e a roteirista do filme, jornalista Cláudia Furiati |
EM MEIO ao filme, num depoimento emocionado em que chora copiosamente, André fala como o nascimento do filho Kalel – hoje com cinco anos – foi divisor de águas para repensar sobre sua continuidade na seleção.
“ATÉ ENTÃO, só sabia dessa sensação de deixar um filho para trás pelo exemplo de outros jogadores da seleção. Quando o Kalel nasceu, chegou a minha vez de sentir este vazio causado pela distância; queria ficar o mais perto possível dele”, depôs no documentário.


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