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| Auxiliar Leandro Dutra, estatístico William Santa Maria e o técnico Marcelinho Ramos |
NO PERFIL de ambos, experiências internacionais de quem foi jogador, mas que desistiu da carreira e resolveu trocar de lado na quadra.
DUTRA, NA verdade, volta à cidade de Montes Claros, onde trabalhou quatro anos atrás com o então BMG/Funadem. Há dez anos, o mineiro de Juiz de Fora faz parte da comissão técnica da Seleção Brasileira Juvenil, que recentemente conquistou o título da Copa Pan-Americana, no Canadá.
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| Leandro volta a MOC após quatro anos |
ESPECIALISTA EM fisiologia e treinamento esportivo e mestre em treinamento esportivo, Leandro participou de estudos específicos sobre aprendizagem motora. De volta do Canadá, o auxiliar permaneceu por duas semanas na cidade, mas já retornou ao trabalho na Seleção, que faz uma excursão na Europa como preparação para o Mundial da categoria.
O FATO de o Montes Claros Vôlei ter apostado em jovens atletas, com a redução da média de idade em 26 anos, faz entender que Leandro teve alguma participação na montagem do elenco. Oito dos jogadores do MCV já atuaram pelas diversas seleções brasileiras, alguns trabalharam diretamente com ele.
NÚMEROS
SANTA MARIA encerrou a carreira como jogador há menos de 3 anos e chegou atuar até mesmo no voleibol da gelada Finlândia. Tinha apenas 27 anos, mas acredita que fez a escolha certa, pois tinha planos de trabalhar numa comissão técnica. Antes de chegar ao Montes Claros, ele disputou a última Superliga Nacional como estatístico do São José Vôlei, de onde também vieram outros três reforços do novo elenco.
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| William atuou até os 27 anos e depois resolveu mudar de lado na quadra |
SEGUNDO ELE, embora as pessoas estejam acostumadas com o estatístico somente em dia de jogos, na parte de trás da quadra, o trabalho é diário. Assim como em outros esportes coletivos, é o rendimento em treino que pode definir uma equipe titular: “a gente observa os índices de aproveitamento da própria equipe e procurar melhorar. O trabalho neste momento consiste em montar um banco de dados para que a equipe técnica", conta.
O FATO de ter sido jogador, segundo William, de 30 anos, é um facilitador. “O diferencial do cara que é técnico, do cara da beira da quadra, que tem vivência, que gosta de estudar, é a transferência para o treinador”, salienta. “Além de passar os números frios, tenho uma opinião formada sobre estes números".
EMBORA O relacionamento com o treinador seja o melhor possível, o estatístico avisa: quer ser treinador. Claro que é não quer "derrubar" Marcelinho Ramos. Recentemente qualificado no nível 3 de treinador, ele espera trabalhar como vôlei de base. Chegou a começar um projeto para esta temporada com um time de novos sub-19, mas os planos foram adiados. (com informações da assessoria de imprensa do MCV | Fotos: Fredson Souza/MCV).



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