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| Custo de vida é um dos argumentos do gestor para convencer atletas |
“O MAIOR legado é ver e ouvir as pessoas falando bem da retomada do time. Tivemos uma série de problemas na temporada anterior com atraso de salários, falta de materiais e abandono de atletas, o que foi totalmente anulado neste ano. Sabemos das dificuldades, mas sabemos que o trabalho foi bem feito e a cidade abraçou o projeto mais uma vez”, disse Andrey.
ELE REVELA que o suporte dado pela Federação Mineira de Vôlei (FMV) foi determinante na estruturação do time, assim como o intercâmbio que pôde manter com as outras equipes e dirigentes ao fazer parte da Associação de Clubes de Vôlei (ACV). “A Federação, na pessoa do Tomaz [Mendes, vice-presidente da FMV] reabriu as portas para o vôlei de Montes Claros, inclusive na busca por parceiros. Atualmente, recebemos convites para torneios ou mesmo a sondagem de atletas e empresários, cenário totalmente diferenciado do que aconteceu na temporada anterior”.
SINALIZADOS
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| Média de público, segundo gestor, ajudaria a capitalizar potenciais patrocinadores |
SOBRE CRISTIAN, os entendimentos são mantidos com o procurador do atleta. “Ele se adaptou rapidamente à cidade e já se manifestou até publicamente sobre o interesse de permanecer em Montes Claros. Se ele quer ficar, o restante é relativamente fácil de compor pela qualidade de vida que a cidade oferece como mobilidade e custo de vida e, ainda, a visibilidade que a Superliga por si só tem”.
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