![]() |
| Zé Luiz Franco competiu como atleta da seleção brasileira |
PARA SE ter ideia do grau de dificuldade, dezesseis dos 50 inscritos não terminaram a prova. Foram cinco voltas no circuito misto de 4,8 quilômetros. As subidas bastante íngremes, segundo o montes-clarense medalhista de bronze, foi um dos maiores obstáculos.
SEM TROCADILHOS com o sobrenome, Zé Luiz confessa que fez uma prova como “franco atirador”. Mesmo ciente do elevado nível técnico, já que a prova foi aberta apenas para atletas federados – havia muitos estrangeiros –, a tática adotada foi de “ataque”, que na gíria do mountain bike significa forçar o ritmo logo no início e abrir distância dos demais colocados. Dessa forma, ficou à frente de todos os demais competidores nas três primeiras voltas.
COMO FOI
“SOMENTE NA quarta volta que o chileno (Héctor Marchant) me alcançou. Aí, na quinta volta, um brasileiro (Maurício Fontenelle Neto) também me passou, mas somente esses dois terminaram a prova à minha frente”, explicou Zé Luiz. E completou: “Confesso que a minha expectativa não era tão ambiciosa de pegar o pódio em um pan; fiquei muito surpreso”.
HÁ UMA semana e meia, Zé Luiz foi um dos montes-clarenses que disputou a 1ª etapa da Copa Internacional de MtB, em Araxá, e ficou na 7ª colocação na Sub-35. Curiosidade ou não, o campeão daquela prova em sua categoria sequer terminou a disputa em Barbacena, daí o grau de exigência que o Pan teve.
TAMBÉM MONTES-CLARENSE, Gilson Oliveira competiu em Barbacena e foi o 17º colocado na categoria Master A-2.
MAIS UMA
UMA SEGUNDA prova aconteceu em Barbacena, logo no dia seguinte. Foi na modalidade de maratona e Zé Luiz conquistou a segunda colocação. Gilson foi o décimo. (Foto: divulgação)

Nenhum comentário
Postar um comentário