O BMG/Montes Claros atingiu os 50% de aproveitamento na Superliga Nacional de Vôlei 2011/2012 com a vitória sobre o Medley/Campinas, na noite dessa segunda-feira, no Ginásio Poliesportivo Tancredo Neves. Foi por 3 a 1, parciais de 25/15, 22/25, 25/21 e 25/22, na partida com 1,3 mil pessoas que encerrou a rodada de abertura do segundo turno e trouxe de volta à cidade o ídolo Rodriguinho, mas com a camisa do rival. O jogador parece ter sentido a pressão e foi substituído por Fidele. O lamento foram as goteiras que interromperam o duelo por uma hora (veja aqui).
UM PONTO ATRÁS DO G-8
AGORA SÃO seis vitórias em 12 jogos, 15 pontos ganhos e a confirmação do 9º lugar geral, um abaixo da zona de classificação para os play-offs. A chance de voltar para o G-8 já acontece nesta quarta-feira, às 19h30, diante do RJX, no Maracanãzinho (Rio de Janeiro), pela segunda rodada do returno. No sábado, dia 4, o time vai a Florianópolis para enfrentar o Cimed, às 10 horas, com transmissão pela TV Globo, em canal aberto.
OS SETS
O PRIMEIRO set foi quase que impecável para o Montes Claros, a esquecer a paralisação pelas goteiras logo no 1º tempo técnico (8x7). Teve eficiência em todos os fundamentos e não deu chance para o Campinas reagir: 25x15. A tranqüilidade foi tamanha que o técnico Jorge Schmidt, conhecido por ser enérgico, não esbravejou uma vez sequer à beira da quadra.
MAS NO set seguinte, a coisa mudou da água para o vinho. Houve um apagão do lado montes-clarense, que não fez nenhum ponto de bloqueio e errou mais. O Campinas sobre administrar a vantagem desde o início (8x5). O terceiro set teve mais equilíbrio nos primeiros pontos. O diferencial a favor do Esquilão foi o saque, que quebrou o passe do Campinas, e a defesa, fundamental para os quatro contra-ataques a mais que os visitantes.
O SET derradeiro teve o destaque negativo dos 40 minutos de paralisação pelas goteiras. Do lado técnico, pelo menos quatro alternâncias significativas no placar. Cada time conseguiu abrir vantagens de 3 pontos, mas cederam. Na última parada por causa da água em quadra, o Campinas vencia por 21x18. Cinco pontos seguidos do Montes Claros mudaram o cenário por completo e um contra-ataque do argentino Pereyra fechou o placar em 3 a 1.
31 de janeiro de 2012
"Os argentinos"
AO MESMO tempo, marcou a recuperação técnica do oposto Federico Pereyra, maior pontuador da noite ao lado de Alberto, com 16 pontos – cada. Para se ter uma idéia da evolução do atleta, se somados todos os quatro últimos jogos antes do duelo contra os campinenses, ele havia anotado apenas 14 pontos. “Vivia um momento ruim. A gente leva para a quadra algumas coisas que vivemos do lado de fora. Acho que foi isso o que me atrapalhou”, resumiu.
RICARDO SERAFIM, que é brasileiro, mas assim como Pereyra também veio da Argentina onde jogava pelo Sarmiento até o meio do ano de 2011, anotou 15 pontos, teve 90% de aproveitamento na defesa, quatro aces e 78% de rendimento nas recepções, foi eleito o melhor jogador em quadra e recebeu o troféu Viva Vôlei, da CBV. Mas em meio às boas notícias sobre a recuperação do time e dos atletas na competição há de se lamentar mais uma vez os problemas de goteira no teto do ginásio (veja aqui).
RICARDO SERAFIM, que é brasileiro, mas assim como Pereyra também veio da Argentina onde jogava pelo Sarmiento até o meio do ano de 2011, anotou 15 pontos, teve 90% de aproveitamento na defesa, quatro aces e 78% de rendimento nas recepções, foi eleito o melhor jogador em quadra e recebeu o troféu Viva Vôlei, da CBV. Mas em meio às boas notícias sobre a recuperação do time e dos atletas na competição há de se lamentar mais uma vez os problemas de goteira no teto do ginásio (veja aqui).
Goteiras: azar, coincidência e preocupação além-jogo para os treinadores
O PODER de reação do BMG/Montes Claros ao longo da partida dividiu a atenção com as goteiras sobre a quadra, problema que se tornou rotina no Ginásio Poliesportivo Tancredo Neves. Por causa delas, o jogo foi paralisado no 1º set, por 22 minutos, e no 4º set por mais 38 minutos.
O FATO rendeu reclamações dos dois lados, já que os atletas tiveram que retomar os aquecimentos. Os técnicos Cacá Bizzochi e Jorge Schmidt foram mais além e temiam pela queda da concentração de seus times. “Isso quebra o ritmo do jogo”, resumiu o comandante campinense.
JÁ JORGE ficou preocupado mais além: com o risco de adiamento do jogo não apenas pelas goteiras. "Um lado da iluminação começou a piscar. Seria um pecado o jogo não terminar no mesmo dia, porque o meu time estava afinado".
AZAR OU coincidência, é a segunda vez que uma partida em Montes Claros transmitida ao vivo para todo País pelo canal a cabo SporTV registra esse contratempo com as goteiras, embora seja comum na maioria dos ginásios do Brasil. Na vitória sobre o RJX, pela segunda rodada, também por 3x1, o jogo teve que ser paralisado por causa da água caindo na quadra de jogo.
Clube teme, ao mesmo tempo, interdição de ginásio e comprometimento do piso
A DIRETORIA do time de vôlei do Montes Claros vê as conseqüências sobre o fato como muito graves, já que a CBV, através do delegado da partida contra o Campinas, notificou o clube sobre o fato. Através de seu twitter (@volei), a Confederação Brasileira de Voleibol informou ontem que, diante da reincidência, haveria possibilidade de vetar o ginásio na partida seguinte caso o problema não seja solucionado.
O COMANDO do clube entende, ainda, que a água vinda das goteiras, com tamanha incidência, está comprometendo o piso da quadra, que é de madeira flutuante – um dos tipos mais caros no mercado. De fato, já há pontos na área de jogo que apresentam estufamento.
AO FINAL da vitória de 3 a 1 sobre o Campinas, a VENETA presenciou o presidente do clube, Felipe Oliveira, recebendo uma ligação telefônica do secretário municipal de Juventude, Esporte e Lazer, Toninho da Cowan, reconhecendo a necessidade urgente de reparos no teto do Poliesportivo para sanar o problema.
O COMANDO do clube entende, ainda, que a água vinda das goteiras, com tamanha incidência, está comprometendo o piso da quadra, que é de madeira flutuante – um dos tipos mais caros no mercado. De fato, já há pontos na área de jogo que apresentam estufamento.
AO FINAL da vitória de 3 a 1 sobre o Campinas, a VENETA presenciou o presidente do clube, Felipe Oliveira, recebendo uma ligação telefônica do secretário municipal de Juventude, Esporte e Lazer, Toninho da Cowan, reconhecendo a necessidade urgente de reparos no teto do Poliesportivo para sanar o problema.
Tenista de Montes Claros vence etapa do Circuito Juvenil Nacional
JOÃO MOURA, que há 15 dias completou 16 anos, venceu a 2ª etapa de duplas, em Uberlândia
O TÊNIS de Montes Claros começa o ano com título. João Ataíde de Moura venceu a categoria de duplas na segunda etapa do Circuito Nacional Juvenil, que vem sendo disputado na cidade de Uberlândia, no Triângulo Mineiro. Ao lado de Caíque Coelho (BH), venceu as quatro partidas contra mineiros, paulistas e catarinenses, todas por dois sets a zero.
A DECISÃO teve um sabor especial, já que ele conseguiu derrotar o mineiro Murillo Sabatini (parceiro de Renan Maia/SC), dando o troco por ter perdido para ele a semifinal da categoria simples. Além disso, a premiação veio como um presente de aniversário atrasado. João completou 16 anos no último dia 17.
AGORA, ELE permanece por mais uma semana no Triângulo Mineiro já que está em andamento a terceira etapa do Circuito Nacional de sua categoria (até o dia 3 de fevereiro).
JOVENS TALENTOS
O GAROTO é treinado por outro jovem talento do tênis de Montes Claros: Felipe Oliveira, que também alcançou destaque no cenário nacional quando disputava s competições de base ao lado do irmão gêmeo Renato. Por um ano e meio, ele foi líder do ranking brasileiro infanto-juvenil. Os dois fazem a preparação na Academia Ibituruna Tennis Center, do professor Marcos César Gomes, que foi o treinador de Renato e Felipe Oliveira na década passada.
CAMPANHAS
A ESTREIA de João e Caíque no torneio de duplas da 2ª etapa do Circuito Nacional de Tênis Juvenil foi contra os mineiros Saulo Cândido e Bruno Henrique, vencendo-os por 6/3 e 6/1. Nas quartas-de-final, “derrubaram” Rodrigo Sales (MG)/Matheus Furlaneto (SP) pelas mesmas parciais (6/3 e 6/1).
JÁ NAS semifinais, duelo contra os paulistas Guilherme Vieira e Paulo Mega, quando venceram por 6/4 e 6/1. Na final contra Murillo Sabatini (MG) e Renan Maia (SC), uma surpresa logo no primeiro set. João e Caíque quebraram todos os “serviços” dos rivais e fizeram 6/0. No set seguinte, confirmaram a vitória com parcial de 6/3.
NA CATEGORIA simples, fez duplo 6/0 contra o carioca Christian Relvas na estreia e, na rodada seguinte, surpreendeu o próprio companheiro de duplas Caíque Coelho com duplo 6/1. Nas quartas, venceu José Renato Filho (SP) por 6/4 e 6/1 e garantiu vaga nas semifinais, na qual encontrou Murillo Sabatini pela primeira fez e foi derrotado pelo mineiro por dois a zero (4/6 e 1/6).
O TÊNIS de Montes Claros começa o ano com título. João Ataíde de Moura venceu a categoria de duplas na segunda etapa do Circuito Nacional Juvenil, que vem sendo disputado na cidade de Uberlândia, no Triângulo Mineiro. Ao lado de Caíque Coelho (BH), venceu as quatro partidas contra mineiros, paulistas e catarinenses, todas por dois sets a zero.
A DECISÃO teve um sabor especial, já que ele conseguiu derrotar o mineiro Murillo Sabatini (parceiro de Renan Maia/SC), dando o troco por ter perdido para ele a semifinal da categoria simples. Além disso, a premiação veio como um presente de aniversário atrasado. João completou 16 anos no último dia 17.
AGORA, ELE permanece por mais uma semana no Triângulo Mineiro já que está em andamento a terceira etapa do Circuito Nacional de sua categoria (até o dia 3 de fevereiro).
JOVENS TALENTOS
O GAROTO é treinado por outro jovem talento do tênis de Montes Claros: Felipe Oliveira, que também alcançou destaque no cenário nacional quando disputava s competições de base ao lado do irmão gêmeo Renato. Por um ano e meio, ele foi líder do ranking brasileiro infanto-juvenil. Os dois fazem a preparação na Academia Ibituruna Tennis Center, do professor Marcos César Gomes, que foi o treinador de Renato e Felipe Oliveira na década passada.
CAMPANHAS
A ESTREIA de João e Caíque no torneio de duplas da 2ª etapa do Circuito Nacional de Tênis Juvenil foi contra os mineiros Saulo Cândido e Bruno Henrique, vencendo-os por 6/3 e 6/1. Nas quartas-de-final, “derrubaram” Rodrigo Sales (MG)/Matheus Furlaneto (SP) pelas mesmas parciais (6/3 e 6/1).
JÁ NAS semifinais, duelo contra os paulistas Guilherme Vieira e Paulo Mega, quando venceram por 6/4 e 6/1. Na final contra Murillo Sabatini (MG) e Renan Maia (SC), uma surpresa logo no primeiro set. João e Caíque quebraram todos os “serviços” dos rivais e fizeram 6/0. No set seguinte, confirmaram a vitória com parcial de 6/3.
NA CATEGORIA simples, fez duplo 6/0 contra o carioca Christian Relvas na estreia e, na rodada seguinte, surpreendeu o próprio companheiro de duplas Caíque Coelho com duplo 6/1. Nas quartas, venceu José Renato Filho (SP) por 6/4 e 6/1 e garantiu vaga nas semifinais, na qual encontrou Murillo Sabatini pela primeira fez e foi derrotado pelo mineiro por dois a zero (4/6 e 1/6).
30 de janeiro de 2012
ENTREVISTA: Jorge Schmidt - “2º turno: uma decisão atrás da outra”
TÉCNICO DO Montes Claros analisa campanha do turno e acredita que mando de quadra nos clássicos será diferencial
CINCO VITÓRIAS e seis derrotas. Assim, foi a campanha do BMG/Montes Claros no primeiro turno da Superliga Nacional de Vôlei 2011/2012, insuficiente para colocá-lo no “Grupo dos 8”, como é chamada a zona de classificação dos play-offs.
NA VÉSPERA do confronto contra o Campinas, hoje, às 18h30, que abrirá o returno, o time ocupa a nona colocação, com 12 pontos, quatro abaixo do G-8.
INDEPENDENTE DOS placares e dos níveis dos adversários, o que chamou a atenção da primeira rodada até aqui foi a irregularidade técnica do time, ao ponto de perder cinco confrontos diretos, a maioria por 3-0. Esse é um dos lamentos do técnico Jorge Schmidt, que falou à VENETA sobre a campanha até aqui.
CINCO VITÓRIAS e seis derrotas. Assim, foi a campanha do BMG/Montes Claros no primeiro turno da Superliga Nacional de Vôlei 2011/2012, insuficiente para colocá-lo no “Grupo dos 8”, como é chamada a zona de classificação dos play-offs.
NA VÉSPERA do confronto contra o Campinas, hoje, às 18h30, que abrirá o returno, o time ocupa a nona colocação, com 12 pontos, quatro abaixo do G-8.
INDEPENDENTE DOS placares e dos níveis dos adversários, o que chamou a atenção da primeira rodada até aqui foi a irregularidade técnica do time, ao ponto de perder cinco confrontos diretos, a maioria por 3-0. Esse é um dos lamentos do técnico Jorge Schmidt, que falou à VENETA sobre a campanha até aqui.
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| Jorge Schmidt espera o time com maior poder de decisão (divulgação) |
Qual a sua panorâmica da Superliga até agora?
JORGE SCHMIDT - “Mesmo com a realidade diferente de investimentos e atletas a cada clube, a gente tem que entender que a competição neste ano está bem equilibrada. Ninguém é maluco de achar que não vai perder. Por exemplo, ganhamos do Volta Redonda na casa deles e na rodada seguinte, eles foram a Florianópolis e fizeram 3 a 0 no Cimed. Alguém apostaria neles? O diferencial vai ser manter o padrão de jogo”.
Claro que você fez uma projeção para o primeiro turno. O que o seu time deixou de fazer?
JS - “Como eu disse, perder faz parte, mas poderíamos ter sido mais eficientes até mesmo nas derrotas. Como? Ganhando sets. A nova pontuação mostra isso e vai ser difícil alguém fazer projeção de pontos para garantir a vaga porque a cada vitória ou derrota por 3-2 a mudança na tabela é pequena a equilibra as forças”.
E pelo lado técnico?
JS - “O meu grupo é muito bom, competitivo e tem potencial para evoluir ainda mais. Fora algumas questões físicas com as contusões, o nosso time teve problemas com a ansiedade, principalmente jogando em casa. Em vários jogos, conseguimos abrir vantagens consideráveis dentro dos sets, mas na hora H faltou a concentração e a confiança para “matar” o jogo. Fora de casa, perdemos pelo menos dois jogos onde todos os sets tiveram os placares cheios”.
O que difere o segundo turno do primeiro?
JS – “O primeiro turno ele é mais de ajuste, tanto técnico quanto físico. Tem jogador que ainda busca a melhor forma física, estava se recuperando de contusão, além do que os times tiveram apenas o primeiro contato um com o outro. O segundo turno é de afirmação: os times estão mais inteiros, quase que no ápice do preparo físico, já sabem mais sobre os adversários e, claro, cada partida é uma decisão porque lá na última rodada o que vale é a vaga”.
O Montes Claros tem que continuar pensando em vencer a qualquer custo somente os adversários ali na parte intermediária da tabela?
JS – “Se a gente puder repetir as vitórias contra os mesmos times que vencemos no primeiro turno já será muito importante, mas para chegar aos play-offs e não ficar pensando somente na última vaga, porque não também no 7º e até no 6º lugar, vamos ter que fazer pontos contra os times lá de cima da tabela. Vencê-los será consequência”.
Não acha que o fato de fazer os dois clássicos mineiros do returno em Montes Claros, contra Cruzeiro e Minas, pode ser a chance de conquistar as vitórias que não vieram no turno?
JS – “É verdade, até porque há um histórico aqui no Ginásio de jogos duros e equilibrados. É uma bobagem dizer que a torcida não faz a diferença. Acho que o time sentia essa pressão. Os 3-0 sobre o Londrina foram importantes além do próprio resultado. Aproximou o time da torcida”.
JORGE SCHMIDT - “Mesmo com a realidade diferente de investimentos e atletas a cada clube, a gente tem que entender que a competição neste ano está bem equilibrada. Ninguém é maluco de achar que não vai perder. Por exemplo, ganhamos do Volta Redonda na casa deles e na rodada seguinte, eles foram a Florianópolis e fizeram 3 a 0 no Cimed. Alguém apostaria neles? O diferencial vai ser manter o padrão de jogo”.
Claro que você fez uma projeção para o primeiro turno. O que o seu time deixou de fazer?
JS - “Como eu disse, perder faz parte, mas poderíamos ter sido mais eficientes até mesmo nas derrotas. Como? Ganhando sets. A nova pontuação mostra isso e vai ser difícil alguém fazer projeção de pontos para garantir a vaga porque a cada vitória ou derrota por 3-2 a mudança na tabela é pequena a equilibra as forças”.
E pelo lado técnico?
JS - “O meu grupo é muito bom, competitivo e tem potencial para evoluir ainda mais. Fora algumas questões físicas com as contusões, o nosso time teve problemas com a ansiedade, principalmente jogando em casa. Em vários jogos, conseguimos abrir vantagens consideráveis dentro dos sets, mas na hora H faltou a concentração e a confiança para “matar” o jogo. Fora de casa, perdemos pelo menos dois jogos onde todos os sets tiveram os placares cheios”.
O que difere o segundo turno do primeiro?
JS – “O primeiro turno ele é mais de ajuste, tanto técnico quanto físico. Tem jogador que ainda busca a melhor forma física, estava se recuperando de contusão, além do que os times tiveram apenas o primeiro contato um com o outro. O segundo turno é de afirmação: os times estão mais inteiros, quase que no ápice do preparo físico, já sabem mais sobre os adversários e, claro, cada partida é uma decisão porque lá na última rodada o que vale é a vaga”.
O Montes Claros tem que continuar pensando em vencer a qualquer custo somente os adversários ali na parte intermediária da tabela?
JS – “Se a gente puder repetir as vitórias contra os mesmos times que vencemos no primeiro turno já será muito importante, mas para chegar aos play-offs e não ficar pensando somente na última vaga, porque não também no 7º e até no 6º lugar, vamos ter que fazer pontos contra os times lá de cima da tabela. Vencê-los será consequência”.
Não acha que o fato de fazer os dois clássicos mineiros do returno em Montes Claros, contra Cruzeiro e Minas, pode ser a chance de conquistar as vitórias que não vieram no turno?
JS – “É verdade, até porque há um histórico aqui no Ginásio de jogos duros e equilibrados. É uma bobagem dizer que a torcida não faz a diferença. Acho que o time sentia essa pressão. Os 3-0 sobre o Londrina foram importantes além do próprio resultado. Aproximou o time da torcida”.
28 de janeiro de 2012
Funorte vence de virada seleção amadora de Minas Novas
CLUBE ESTUDA mais dois jogos-treinos e deve escalar times diferentes em cada tempo
COM GOLS de Mardônio e Diulliano, ambos no segundo tempo, o Funorte teve trabalho, mas venceu de virada a seleção amadora de Minas Novas em seu primeiro jogo-treino preparativo para o Campeonato Mineiro do Módulo II. A partida aconteceu no estádio Anísio Maia, naquela cidade, sexta à noite. Sem novos testes neste fim de semana, o elenco ganhou folga geral logo após a volta e retoma dos trabalhos amanhã, em dois períodos.
A COMISSÃO técnica avaliou como boa a partida no Vale do Jequitinhonha, principalmente pelo poder de criação. “Finalizamos muitas vezes, apesar de ser apenas o primeiro jogo”, disse o técnico Hílio Borges, que fez oito alterações ao longo dos 90 minutos. A seleção de Minas Novas abriu o placar no primeiro tempo e logo no início da etapa final, Mardônio, de falta, empatou o jogo. Diulliano, aproveitando rebote do goleiro após um chute de Edison Alegria, fez o gol da vitória.
NO FIM de semana que vem, é bem provável que o Funorte faça mais dois jogos-treinos, ambos contra times amadores. O primeiro seria no dia 4, em Bocaiuva, e o segundo, dia 5 (domingo), em Engenheiro Dolabela. A comissão técnica planeja usar uma escalação diferente em cada tempo de jogo para não forçar o desgaste dos atletas, já que faltará apenas uma semana para a estréia no Módulo II.
SAÍDA
ONTEM, A diretoria confirmou a primeira baixa no elenco. Horácio Mangini, que foi contratado para ser o camisa 10 do time, foi dispensado. O jogador não estava satisfeito por ter treinado no time reserva no primeiro coletivo do time na pré-temporada.
COM GOLS de Mardônio e Diulliano, ambos no segundo tempo, o Funorte teve trabalho, mas venceu de virada a seleção amadora de Minas Novas em seu primeiro jogo-treino preparativo para o Campeonato Mineiro do Módulo II. A partida aconteceu no estádio Anísio Maia, naquela cidade, sexta à noite. Sem novos testes neste fim de semana, o elenco ganhou folga geral logo após a volta e retoma dos trabalhos amanhã, em dois períodos.
A COMISSÃO técnica avaliou como boa a partida no Vale do Jequitinhonha, principalmente pelo poder de criação. “Finalizamos muitas vezes, apesar de ser apenas o primeiro jogo”, disse o técnico Hílio Borges, que fez oito alterações ao longo dos 90 minutos. A seleção de Minas Novas abriu o placar no primeiro tempo e logo no início da etapa final, Mardônio, de falta, empatou o jogo. Diulliano, aproveitando rebote do goleiro após um chute de Edison Alegria, fez o gol da vitória.
NO FIM de semana que vem, é bem provável que o Funorte faça mais dois jogos-treinos, ambos contra times amadores. O primeiro seria no dia 4, em Bocaiuva, e o segundo, dia 5 (domingo), em Engenheiro Dolabela. A comissão técnica planeja usar uma escalação diferente em cada tempo de jogo para não forçar o desgaste dos atletas, já que faltará apenas uma semana para a estréia no Módulo II.
SAÍDA
ONTEM, A diretoria confirmou a primeira baixa no elenco. Horácio Mangini, que foi contratado para ser o camisa 10 do time, foi dispensado. O jogador não estava satisfeito por ter treinado no time reserva no primeiro coletivo do time na pré-temporada.
26 de janeiro de 2012
Funorte vai a Minas Novas para primeiro jogo-treino
A SELEÇÃO amadora de Minas Novas será o desafio do Funorte nesta sexta-feira, às 19h30, no estádio Pedro Anísio Maia, em seu primeiro jogo-treino na preparação para o Campeonato Mineiro do Módulo II. A delegação com 19 jogadores segue viagem ao meio-dia e o técnico Hílio Borges adiantou que todos serão aproveitados.
POR CAUSA de dores na panturrilha, o lateral-esquerdo Gustavo, ex-América e Araguari, é a única baixa entre os novos reforços contratados desde o início do mês. O jovem Diney, de 19 anos e que foi promovido do grupo Júnior, assume a posição.
O TIME titular será o mesmo utilizado por Borges nos dois únicos coletivos até agora – desde a sexta-feira: Wilson Martins; Victor Carioca, Eddiê, Anderson Mendes e Diney; Diogo, China, Léo e Esquerdinha; Amaral e Rafinha. No entanto, ele adianta que está formação não será a mesma para a estreia no Módulo II.
“ESTAMOS AINDA em fase de testes e este em Minas Novas será apenas o primeiro. Espero por mais dois amistosos até arrumar como quero o time para a estreia”, disse o treinador, esta noite, em conversa com a VENETA.
MATEUS (GOLEIRO), Fayllon (lateral), Felipe e Mardônio (meias), Catorta (zagueiro) e Diulliano, Edison Alegria e Sávio (atacantes) completam a delegação.
DOS TITULARES para Minas Novas, três fazem parte da lista dos recém-promovidos do time júnior de 2011: Esquerdinha e Léo Baiano, além de Diney. O treinador disse que os jovens “vem surpreendendo positivamente” e não sentiram tanto a transição da categoria de base para o profissional. “Eles sabem que estão no grupo e vamos precisar de todos para o campeonato. Ganharam essa confiança”.
BORGES TINHA preferência por um adversário profissional nesta sexta-feira, mas entende que há muita dificuldade em agendar amistosos dessa maneira, até porque o Funorte é o único time profissional na região Norte. Diante dessa situação, acredita que os testes contra amadores são válidos e são até melhores que os coletivos em si. “Seja qual for o adversário, o atleta vai ter que arriscar enquanto que, no coletivo acaba virando uma rotina”.
POR CAUSA de dores na panturrilha, o lateral-esquerdo Gustavo, ex-América e Araguari, é a única baixa entre os novos reforços contratados desde o início do mês. O jovem Diney, de 19 anos e que foi promovido do grupo Júnior, assume a posição.
O TIME titular será o mesmo utilizado por Borges nos dois únicos coletivos até agora – desde a sexta-feira: Wilson Martins; Victor Carioca, Eddiê, Anderson Mendes e Diney; Diogo, China, Léo e Esquerdinha; Amaral e Rafinha. No entanto, ele adianta que está formação não será a mesma para a estreia no Módulo II.
“ESTAMOS AINDA em fase de testes e este em Minas Novas será apenas o primeiro. Espero por mais dois amistosos até arrumar como quero o time para a estreia”, disse o treinador, esta noite, em conversa com a VENETA.
MATEUS (GOLEIRO), Fayllon (lateral), Felipe e Mardônio (meias), Catorta (zagueiro) e Diulliano, Edison Alegria e Sávio (atacantes) completam a delegação.
DOS TITULARES para Minas Novas, três fazem parte da lista dos recém-promovidos do time júnior de 2011: Esquerdinha e Léo Baiano, além de Diney. O treinador disse que os jovens “vem surpreendendo positivamente” e não sentiram tanto a transição da categoria de base para o profissional. “Eles sabem que estão no grupo e vamos precisar de todos para o campeonato. Ganharam essa confiança”.
BORGES TINHA preferência por um adversário profissional nesta sexta-feira, mas entende que há muita dificuldade em agendar amistosos dessa maneira, até porque o Funorte é o único time profissional na região Norte. Diante dessa situação, acredita que os testes contra amadores são válidos e são até melhores que os coletivos em si. “Seja qual for o adversário, o atleta vai ter que arriscar enquanto que, no coletivo acaba virando uma rotina”.
25 de janeiro de 2012
Montes Claros consegue a primeira vitória por 3 a 0
COMBINAÇÃO DA rodada faz o time subir duas posições, mas ainda fora da zona dos play-offs
INDEPENDENTE DO adversário, nada como uma vitória diante da torcida, sem perder um set sequer, que ajuda amenizar a tensão e recoloca o time na briga direta por uma vaga nos play-offs da Superliga Nacional de Vôlei. Assim foi a noite dessa quarta-feira para o BMG/Montes Claros, que venceu o Londrina/Sercomtel no Poliesportivo Tancredo Neves, por 3 a 0, na rodada de encerramento do primeiro turno.
AS PARCIAIS foram de 25/20, 25/23 e 25/18 em 1’21’’, acompanhadas por 1.117 pessoas que foram ao ginásio.
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| Montes Claros encerra o turno em nono, 4 atrás do último do G-8 |
AS PARCIAIS foram de 25/20, 25/23 e 25/18 em 1’21’’, acompanhadas por 1.117 pessoas que foram ao ginásio.
O RESULTADO sobre o lanterna paranaense teve um peso maior diante da combinação de resultados do dia. Volta Redonda e Juiz de Fora, concorrentes diretos, foram derrotados pelo mesmo placar pelo Vôlei Futuro e Minas, respectivamente.
ASSIM, O Montes Claros saltou do 11° para o 9° lugar, agora com 12 pontos, quatro a menos que o último dos times que iriam para as quartas-de-final (RJX – 16 pontos). Na segunda-feira que vem, com direito a transmissão pelo Sportv, o time recebe o Medley Campinas, de seu ex-levantador Rodriguinho, às 18h30, no Tancredão.
VIVA VÔLEI PARA O DOUTOR
O CENTRAL Alberto foi o maior pontuador com 15 pontos, rendimento que lhe ajudou a receber o prêmio de melhor em quadra, entregue pela CBV. No entanto, não foi ele quem levou o troféu Viva Vôlei para casa. Perguntado sobre a premiação, apontou para o fisioterapeuta Jomar Almeida.
“O PRÊMIO é do doutor (risos). Foi graças a ele que estive em quadra”, relatou o jogador, ao explicar que precisou de um tratamento intensivo para se recuperar de dores fortes nas costas. “Sofri uma distensão no jogo contra o Cruzeiro que achei que não jogaria mais nesta Superliga”.
ASSIM, O Montes Claros saltou do 11° para o 9° lugar, agora com 12 pontos, quatro a menos que o último dos times que iriam para as quartas-de-final (RJX – 16 pontos). Na segunda-feira que vem, com direito a transmissão pelo Sportv, o time recebe o Medley Campinas, de seu ex-levantador Rodriguinho, às 18h30, no Tancredão.
VIVA VÔLEI PARA O DOUTOR
O CENTRAL Alberto foi o maior pontuador com 15 pontos, rendimento que lhe ajudou a receber o prêmio de melhor em quadra, entregue pela CBV. No entanto, não foi ele quem levou o troféu Viva Vôlei para casa. Perguntado sobre a premiação, apontou para o fisioterapeuta Jomar Almeida.
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| Alberto recebeu o Viva Vôlei, presente que deu ao fisioterapeuta Jomar |
Jorge vê motivação para engrenar, mesmo sem Léo Caldeira
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| Lance do segundo set, que teve o placar mais apertado (Fredson Souza) |
PARA QUEM percebia o time ansioso e até mesmo nervoso por uma vitória desse naipe em casa, o técnico Jorge Schmidt acredita agora em dias melhores para que o Montes Claros pare de oscilar na “rabeira” da tabela de pontos e consiga de uma vez por todas entrar na disputa não apenas pela 8ª posição, mas também pela 7ª ou mesmo a 6ª colocações após os dois turnos.
“A NOSSA realidade de momento é ganhar jogos contra adversários diretos e somar pontos como aconteceu hoje (ontem), de preferência sem perder um set que seja”, opinou, ao lembrar que no novo sistema de pontuação, a vitória por 3-2 faz o time "perder" um ponto. Com essas palavras, ele deixa claro que a missão daqui a quatro dias é de tentar repetir contra o Campinas o que fez lá no interior de São Paulo, quando venceu por 3-2 em uma noite inspirada do oposto argentino Pereyra, que anotou 27 pontos.
LÉO CALDEIRA
MESMO QUE os 3-0 tenham sito para lá de motivantes, uma coisa se mostrou estranha antes, durante e depois do jogo. A ausência do ponteiro Léo Caldeira na relação dos jogadores do Montes Claros pela segunda vez consecutiva, como já havia acontecido na derrota (2-3) em São Bernardo.
NÃO HÁ qualquer problema de contusão com o atleta. A diretoria não confirma, mas a comissão técnica sim: ele foi afastado por indisciplina após reclamar dentro de quadra da substituição antes mesmo do primeiro tempo técnico do set inicial da partida entre Montes Claros e UFJF, na semana passada. Fora do ambiente de jogo a atitude teve desdobramento e Léo acabou punido e corre o risco de deixar o clube.
24 de janeiro de 2012
Jairzinho já pensava na saída desde o Natal
| Victor Oliveira e Jairzinho durante a coletiva sobre a saída do líbero |
INDAGADO PELA VENETA, Jairzinho, como ficou conhecido, confessou que já no feriado de Natal quando o elenco ganhou folga geral pensava na decisão de abandonar as quadras. “Até o momento, essa tem sido a oportunidade única que encontrei de abrir um empreendimento próprio e a sua estruturação vai precisar de muita dedicação, o que não daria para dedicar 100% à rotina dos treinos como fiz até aqui em minha carreira”, completou o atleta.
SEM SER relacionado uma vez sequer para os jogos da Superliga, o líbero assumiu ser esta uma decisão pessoal, que não tem a ver com o fato de estar ou não jogando. “A equipe é muito boa e a comissão técnica também. A decisão do treinador sempre foi respeitada e a gente sabe que um clube precisa de um elenco. Eu estava ali para ajudar sempre que fosse chamado”.
DECISÃO
A FAMÍLIA, segundo ele, foi quem lhe ajudou a decidir sobre o fim da carreira. “Da mesma forma que o meu pai, minha mãe e minha irmã me deram apoio quando iniciei no esporte, ainda aos cinco anos e depois quando sai de casa, aos 14, agora também estão ao meu lado, embora tenham ficado surpresos com tudo isso”, completou.
COMO ATLETA do Minas, Unisul, Sogipa e UFJF, Jair ficou nove anos fora de Montes Claros. “Quando você está distante acaba por valorizar ainda mais a família e os amigos. Estou pensando nesse aspecto também: de ter a oportunidade de ficar em minha casa e na minha cidade”.
O GRUPO de jogadores do BMG/Montes Claros, ao final do treino de segunda-feira, teve conhecimento da decisão do líbero antes mesmo da torcida e da imprensa. “Foi uma convivência muito marcante com o elenco e a torcida nesses seis meses em que tive a oportunidade de realizar o sonho de jogar profissionalmente por uma equipe da minha cidade. Posso dizer que fui abraçado de forma impressionante. Nunca em minha carreira isso havia acontecido”, finalizou Jair.
Ex-líbero é o 1º confirmado para o Conselho Deliberativo a ser criado
AINDA NA coletiva, o diretor executivo Victor Oliveira lamentou a saída do líbero Jairzinho do BMG/Montes Claros, de quem foi contemporâneo nas bases do Minas Tênis Clube. Chegaram até a dividir apartamento. “Considero como uma grande perda porque nos outros anos não tivemos o privilégio de contar com um jogador da cidade, mas é uma decisão pessoal e vamos respeitá-la”, disse, para depois assumir que tentou fazê-lo mudar de ideia.
AO MESMO tempo, Victor sabe que não terá direito à peça de reposição, já que as inscrições para a Superliga foram encerradas em dezembro. Fábio Paes será o único jogador de origem para a posição em todo o grupo. “Fiquei surpreso, mas é uma decisão importante para o Jair e sei que lá na frente poderemos contar com a sua capacidade e visão técnica para ajudar nosso projeto”.
O DIRETOR, assim como o presidente da Funadem, Felipe Oliveira (seu pai), durante a coletiva de ontem, oficializou ao agora ex-líbero o convite para que seja um dos primeiros integrantes do Conselho Deliberativo do Montes Claros Vôlei, já em fase de criação.
“QUERO AJUDAR da forma que puder. Vou continuar torcendo pelo time. Para quem conheceu o vôlei de Montes Claros sabe da importância desse projeto e, por isso, serei mais um fanático ali na arquibancada. Este projeto tem que durar pelo menos mais uns vinte anos”, completou Jair, ao garantir que, “volta e meia”, disputará torneios amadores e jogará nos clubes da cidade porque não há como ficar longe do esporte.
| Jair recebeu convite para fazer parte do Conselho Deliberativo |
O DIRETOR, assim como o presidente da Funadem, Felipe Oliveira (seu pai), durante a coletiva de ontem, oficializou ao agora ex-líbero o convite para que seja um dos primeiros integrantes do Conselho Deliberativo do Montes Claros Vôlei, já em fase de criação.
“QUERO AJUDAR da forma que puder. Vou continuar torcendo pelo time. Para quem conheceu o vôlei de Montes Claros sabe da importância desse projeto e, por isso, serei mais um fanático ali na arquibancada. Este projeto tem que durar pelo menos mais uns vinte anos”, completou Jair, ao garantir que, “volta e meia”, disputará torneios amadores e jogará nos clubes da cidade porque não há como ficar longe do esporte.
Na véspera do "clássico" dos lanternas, diretor avalia momento do M. Claros
NO JOGO dos desesperados, em rodada que marca o encerramento do turno, o BMG/Montes Claros recebe nesta quarta-feira, às 19h30, o Londrina/Sercomtel, no Poliesportivo Tancredo Neves. Os dois times ocupam as últimas colocações da Superliga 2011/2012, com 9 e 4 pontos, respectivamente. Os ingressos custam R$ 6 (inteira) e R$ 3 (meia).
EMBORA O momento sinalize para uma crise diante da falta de uma sequência maior de vitórias (somente quatro em dez jogos), a diretoria faz um discurso mais ameno e aponta o equilíbrio da competição como uma das justificativas pela campanha irregular.
“CLARO QUE fica difícil digerir tantas derrotas, mas o momento de instabilidade é normal tanto aqui como em outros clubes. O nosso time tem potencial e até consegue abrir vantagens dentro do set jogando de igual para igual, mas ainda peca na parte final do jogo. Mais concentração ajudaria como nas vezes em que ganhamos de times que adiante venceram outros considerados mais fortes do que eles. Não há uma equipe sequer que seja montada com a certeza de título”, disse o diretor executivo do Montes Claros, Victor Oliveira.
ELE COMPLETOU: “a torcida cobra com razão porque nos dois primeiros anos acostumou com um número maior de vitórias, mas temos que pensar no projeto em si. É um momento que vai passar, com certeza”, finalizou.
EMBORA O momento sinalize para uma crise diante da falta de uma sequência maior de vitórias (somente quatro em dez jogos), a diretoria faz um discurso mais ameno e aponta o equilíbrio da competição como uma das justificativas pela campanha irregular.
“CLARO QUE fica difícil digerir tantas derrotas, mas o momento de instabilidade é normal tanto aqui como em outros clubes. O nosso time tem potencial e até consegue abrir vantagens dentro do set jogando de igual para igual, mas ainda peca na parte final do jogo. Mais concentração ajudaria como nas vezes em que ganhamos de times que adiante venceram outros considerados mais fortes do que eles. Não há uma equipe sequer que seja montada com a certeza de título”, disse o diretor executivo do Montes Claros, Victor Oliveira.
ELE COMPLETOU: “a torcida cobra com razão porque nos dois primeiros anos acostumou com um número maior de vitórias, mas temos que pensar no projeto em si. É um momento que vai passar, com certeza”, finalizou.
Quarta e quinta de peneirada para a base
EM MEIO à sua preparação para o Mineiro do Módulo II, com a maratona de treinos em dois períodos e um amistoso confirmado para esta sexta-feira, em Minas Novas, o Funorte se foca também na valorização do trabalho de base. Nesta quarta-feira, às 13 horas, e quinta, às 8h30, no CT do Distrito Industrial, o clube realizará duas peneiradas com garotos entre 12 e 18 anos para a renovação de seus quadros infantil, juvenil e júnior.
OS TESTES serão coordenados pelo próprio diretor de futebol Odair Borges e atendem aos pedidos de pais e técnicos de escolinhas e de times de base de Montes Claros e região que veem no clube a possibilidade de projeção dos garotos. No entanto, através de sua assessoria, o Funorte não confirma se, mesmo com a formação dos quadros, haverá competições federadas para todas essas três categorias em 2012.
NO ANO passado, por exemplo, o Funorte disputou somente o Campeonato Mineiro Júnior, no qual foi o quarto colocado geral. Agora, entrará diretamente na 1ª fase, com início previsto para julho, após a Taça BH. As demais categorias têm competições locais como a Taça Palimontes e o Campeonato Infanto-Juvenil da Liga Montes-clarense de Futebol (LMF).
LANÇAMENTO
EMBORA TENHA sido uma festa para os clubes da 1ª Divisão, o Funorte foi à solenidade de lançamento do Campeonato Mineiro/2012, na segunda-feira, no clube da Usiminas (BH). O clube foi representado Júnior Lopes, que seria um de seus agentes em Belo Horizonte. Outros participantes do Módulo II, como Araxá, Tombense, Mamoré e Ipatinga, dentre outros, também foram ao evento.
OS TESTES serão coordenados pelo próprio diretor de futebol Odair Borges e atendem aos pedidos de pais e técnicos de escolinhas e de times de base de Montes Claros e região que veem no clube a possibilidade de projeção dos garotos. No entanto, através de sua assessoria, o Funorte não confirma se, mesmo com a formação dos quadros, haverá competições federadas para todas essas três categorias em 2012.
NO ANO passado, por exemplo, o Funorte disputou somente o Campeonato Mineiro Júnior, no qual foi o quarto colocado geral. Agora, entrará diretamente na 1ª fase, com início previsto para julho, após a Taça BH. As demais categorias têm competições locais como a Taça Palimontes e o Campeonato Infanto-Juvenil da Liga Montes-clarense de Futebol (LMF).
LANÇAMENTO
EMBORA TENHA sido uma festa para os clubes da 1ª Divisão, o Funorte foi à solenidade de lançamento do Campeonato Mineiro/2012, na segunda-feira, no clube da Usiminas (BH). O clube foi representado Júnior Lopes, que seria um de seus agentes em Belo Horizonte. Outros participantes do Módulo II, como Araxá, Tombense, Mamoré e Ipatinga, dentre outros, também foram ao evento.
23 de janeiro de 2012
Único nascido na cidade, líbero Jair deixa o Montes Claros e vai encerrar carreira
A SEMANA do BMG/Montes Claros começou bastante agitada com o anúncio oficial por parte do supervisor William do Prado da saída do líbero Jair Amintas Neto, o Jairzinho, de 25 anos, único jogador do elenco nascido na cidade.
A DECISÃO, segundo o comunicado enviado à imprensa na tarde desta segunda-feira pelo supervisor, adianta que o jogador está deixando não apenas o clube, mas também encerrando a carreira profissional.
AINDA HOJE, a VENETA manteve contato com Jairzinho, por telefone, sobre o fato. Nitidamente emocionado, o atleta pediu desculpas e não quis adiantar os motivos pelos quais está deixando o vôlei de vez.
“FIZ O compromisso de falar sobre isso somente na coletiva”, disse, ao se referir ao encontro marcado pelo clube com a imprensa, nesta terça, às 10 horas, na sede da Funadem. No entanto, Jair adiantou ao blog que foi uma decisão tomada junto à sua família.
O LÍBERO foi revelado na antiga Copa Telemig Celular, o que lhe rendeu convite para testes no Minas Tênis Clube. Foi aprovado e no clube de BH esteve no grupo campeão nacional da Superliga 2006/2007 ao lado de Minuzzi, Serginho Mineiro, Alberto, Rafinha, Samuel, Jardel e Ezinho. Depois se transferiu para o Unisul (SC), pelo qual foi campeão catarinense, e depois para o Caxias e o Sogipa, ambos do Rio Grande do Sul. Teve uma rápida passagem pelo UFJF até chegar ao Montes Claros.
PEDIDO
NOS ÚLTIMOS dois jogos em casa, contra a UFJF e Sesi/SP, Jair teve seu nome gritado pela torcida, numa manifestação para que fosse escalado ou mesmo relacionado para o banco. Na atual Superliga, ele não fez um jogo sequer (nem era relacionado para o banco de reservas), mas foi titular nas primeiras partidas do Campeonato Mineiro. fotos - Vinnícius Silva/www.voleideminas.com.br
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| Jair não quis adiantar o motivo da decisão, mas procurou ouvir a família |
AINDA HOJE, a VENETA manteve contato com Jairzinho, por telefone, sobre o fato. Nitidamente emocionado, o atleta pediu desculpas e não quis adiantar os motivos pelos quais está deixando o vôlei de vez.
“FIZ O compromisso de falar sobre isso somente na coletiva”, disse, ao se referir ao encontro marcado pelo clube com a imprensa, nesta terça, às 10 horas, na sede da Funadem. No entanto, Jair adiantou ao blog que foi uma decisão tomada junto à sua família.
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| Silêncio e Jair comemoram ponto no jogo contra o Cruzeiro, pelo Estadual |
PEDIDO
NOS ÚLTIMOS dois jogos em casa, contra a UFJF e Sesi/SP, Jair teve seu nome gritado pela torcida, numa manifestação para que fosse escalado ou mesmo relacionado para o banco. Na atual Superliga, ele não fez um jogo sequer (nem era relacionado para o banco de reservas), mas foi titular nas primeiras partidas do Campeonato Mineiro. fotos - Vinnícius Silva/www.voleideminas.com.br
Pereyra: apenas 11 pontos nos três últimos jogos
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| Pereyra fez 11 pontos em 3 jogos |
FICOU COMO opção de banco e atuou apenas no quarto set. Nos confrontos contra UFJF, Voltaço e São Bernardo anotou apenas 11 pontos, muito pouco para quem começou a competição com 27 acertos em um só jogo e foi o quarto maior pontuador da Liga Mundial pelo seu País à frente de todos os brasileiros que estavam naquela disputa.
AINDA SIM é o maior pontuador do Montes Claros na Superliga com 122 pontos, na 14ª colocação geral. - foto: Luís Alberto Caldeira
21 de janeiro de 2012
Reação fica pelo caminho e G-8 mais distante
MONTES CLAROS perde no duelo dos BMGs em jogo de 41 erros
FICOU PELO caminho a sequência de vitórias construída pelo BMG/Montes Claros contra o Voltaço e UFJF, na última semana. No jogo contra o São Bernardo, ao final da manhã e início da tarde deste sábado, no ABC Paulista, o time foi derrotado por 3 a 1, parciais de 20/25, 25/20, 23/25 e 21/25, em 1h40, e se distanciou novamente das chances de voltar ao G-8 que definirá as equipes para os play-offs.
AINDA SIM, o time do Norte de Minas teve o maior pontuador do confronto: Ricardo Serafim, com 16 pontos. Por outro lado, a sucessão de erros - 41 no total, 15 a mais que o adversário – resumiu o ponto de desequilíbrio do MOC no ABC.
O ESQUILÃO é apenas o 10º colocado com os mesmos 9 pontos. E o que é ruim pode ficar pior. Caso o Voltaço (8) vença o Vivo/Minas, mesmo que seja por 3 a 2, o Montes Claros passará a ser o vice-lanterna da Superliga Nacional. O adversário de hoje estava na lista dos adversários diretos pelas últimas vagas aos play-offs, já que vivem realidade parecida em termos de elenco e de investimentos.
A PARTIDA valeu pela décima rodada do turno e foi a sexta derrota do Esquilão na Superliga Nacional 2011/2012. A chance de reabilitação será em casa, contra o Londrina/Sercomtel, o lanterna geral da competição e que venceu somente um jogo até agora – justamente contra o São Bernardo.
O TIME pôde contar com a volta do levantador Rívoli, ausente dos dois jogos anteriores por causa de um problema no polegar e no tornozelo. No segundo set, único vencido pelo MOC, ele foi o maior pontuador, com destaque para os saques: 3 aces.
FICOU PELO caminho a sequência de vitórias construída pelo BMG/Montes Claros contra o Voltaço e UFJF, na última semana. No jogo contra o São Bernardo, ao final da manhã e início da tarde deste sábado, no ABC Paulista, o time foi derrotado por 3 a 1, parciais de 20/25, 25/20, 23/25 e 21/25, em 1h40, e se distanciou novamente das chances de voltar ao G-8 que definirá as equipes para os play-offs.
| Serafim foi o maior pontuador no ABC |
O ESQUILÃO é apenas o 10º colocado com os mesmos 9 pontos. E o que é ruim pode ficar pior. Caso o Voltaço (8) vença o Vivo/Minas, mesmo que seja por 3 a 2, o Montes Claros passará a ser o vice-lanterna da Superliga Nacional. O adversário de hoje estava na lista dos adversários diretos pelas últimas vagas aos play-offs, já que vivem realidade parecida em termos de elenco e de investimentos.
A PARTIDA valeu pela décima rodada do turno e foi a sexta derrota do Esquilão na Superliga Nacional 2011/2012. A chance de reabilitação será em casa, contra o Londrina/Sercomtel, o lanterna geral da competição e que venceu somente um jogo até agora – justamente contra o São Bernardo.
O TIME pôde contar com a volta do levantador Rívoli, ausente dos dois jogos anteriores por causa de um problema no polegar e no tornozelo. No segundo set, único vencido pelo MOC, ele foi o maior pontuador, com destaque para os saques: 3 aces.
Superação contra a UFJF em mais uma vitória no tie-break
NA NOITE de quarta-feira, o BMG/Montes Claros voltou a vencer em casa depois de 35 dias. Numa partida marcada pela sucessão de viradas no placar fez 3 a 2 sobre a Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) – depois de estar perdendo por dois sets a zero. As parciais no Ginásio Tancredo Neves foram de 15/25, 23/25, 25/20, 25/23 e 15/12, em 2h35.
O LEVANTADOR Rafinha recebeu o troféu Viva Vôlei como melhor atleta em casa, enquanto Thiago Salsa foi o maior pontuador pelo lado dos mandantes. A campanha irregular até então desmotivou o público e menos de mil pessoas foram do Poliesportivo (977). Quando os visitantes abriram dois a zero no jogo, alguns torcedores deixaram as arquibancadas e não acompanharam a reação.
NÃO FOI a melhor das apresentações, mas valeu pela capacidade de reação e a abertura de mais uma sequência de vitórias, assim como havia acontecido na abertura da Superliga. No fim de semana, o time havia vencido o Voltaço, fora de casa, pelo mesmo placar. Já são 4 vitórias na Superliga, mas ainda insuficientes para recolocá-lo de volta à zona de classificação dos play-offs (G-8). O Esquilão ocupa a 10ª posição com 9 pontos.
DOS JOGADORES relacionados para a quarta-feira, o técnico Jorge Schmidt não utilizou somente o levantador reserva Guilherme Panta – Rívoli está com uma contusão no polegar e no tornozelo. Já no segundo set, todo o time havia sido substituído.
O LEVANTADOR Rafinha recebeu o troféu Viva Vôlei como melhor atleta em casa, enquanto Thiago Salsa foi o maior pontuador pelo lado dos mandantes. A campanha irregular até então desmotivou o público e menos de mil pessoas foram do Poliesportivo (977). Quando os visitantes abriram dois a zero no jogo, alguns torcedores deixaram as arquibancadas e não acompanharam a reação.
NÃO FOI a melhor das apresentações, mas valeu pela capacidade de reação e a abertura de mais uma sequência de vitórias, assim como havia acontecido na abertura da Superliga. No fim de semana, o time havia vencido o Voltaço, fora de casa, pelo mesmo placar. Já são 4 vitórias na Superliga, mas ainda insuficientes para recolocá-lo de volta à zona de classificação dos play-offs (G-8). O Esquilão ocupa a 10ª posição com 9 pontos.
DOS JOGADORES relacionados para a quarta-feira, o técnico Jorge Schmidt não utilizou somente o levantador reserva Guilherme Panta – Rívoli está com uma contusão no polegar e no tornozelo. Já no segundo set, todo o time havia sido substituído.
Pai deixou licença de lado
A SUPERAÇÃO do time do BMG/Montes Claros não foi apenas dentro de quadra. O oposto Tuba abriu mão dos cinco dias da licença que teria direito pelo nascimento de sua segunda filha – Melissa –, ocorrido na segunda-feira, em Florianópolis, e se apresentou ao técnico Jorge Schmidt apenas três horas antes do jogo. “Este é um momento em que precisamos unir forças. Preferi voltar a Montes Claros em uma fase ainda delicada de nosso time na Superliga e espero, mais à frente, voltar ao Sul para ficar mais próximo de minha filha”, disse.
SEGUNDO MAIOR pontuador pelo lado do Montes Claros com 12 pontos, o central Alberto confessou ter entrado em quadra com dores nas costas. “Ainda não agüentaria atuar por todo o tempo, mas o mais importante é que conseguimos a vitória que nos mantém na briga pelos play-offs”, diz.
]
O TÉCNICO Jorge Schmidt reconheceu os erros de recepção e ataque, mas salientou a consistência do time nos momentos decisivos. “Foi mais um momento em que precisamos do grupo”, explicou sobre as modificações. “Esse empenho que a torcida presenciou no tie break para o nosso time garantir a vitória sempre foi presente desde o início da Superliga, mas esbarrávamos nos erros. O importante foi mostrar o poder de reação, finalizou.
SEGUNDO MAIOR pontuador pelo lado do Montes Claros com 12 pontos, o central Alberto confessou ter entrado em quadra com dores nas costas. “Ainda não agüentaria atuar por todo o tempo, mas o mais importante é que conseguimos a vitória que nos mantém na briga pelos play-offs”, diz.
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O TÉCNICO Jorge Schmidt reconheceu os erros de recepção e ataque, mas salientou a consistência do time nos momentos decisivos. “Foi mais um momento em que precisamos do grupo”, explicou sobre as modificações. “Esse empenho que a torcida presenciou no tie break para o nosso time garantir a vitória sempre foi presente desde o início da Superliga, mas esbarrávamos nos erros. O importante foi mostrar o poder de reação, finalizou.
18 de janeiro de 2012
Skatistas assumem obra de pista e retomam competições na cidade
PARA RETIRAR o skate do jejum de competições, aumentar o número de adeptos, resgatar praticantes e garantir um espaço fixo para os treinamentos, bem diferente dos obstáculos improvisados no meio da rua, os praticantes da cidade resolveram organizar um mutirão para construir a própria pista.
COM A mobilização que começou pela rede social facebook e foi reforçada pelo “boca-a-boca”, eles próprios se tornaram pedreiros, projetistas e até mesmo os “patrocinadores” do projeto, que tem ainda o apoio financeiro de algumas empresas da cidade e dos próprios vizinhos à praça Wanderley Fagundes, no bairro Todos os Santos.
COM A mobilização que começou pela rede social facebook e foi reforçada pelo “boca-a-boca”, eles próprios se tornaram pedreiros, projetistas e até mesmo os “patrocinadores” do projeto, que tem ainda o apoio financeiro de algumas empresas da cidade e dos próprios vizinhos à praça Wanderley Fagundes, no bairro Todos os Santos.
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| Os próprios skatistas fazem as vezes de pedreiros e projetistas da rampa em 45º |
OS SKATISTAS trabalharam até mesmo de madrugada para reformar o palco (na forma de trapézio) e construir uma nova rampa em 45 graus. A maneira encontrada para comemorar não poderia ser diferente: todos á nova pista no próximo fim de semana, com o I Torneio Boots & Outwear, dias 21 e 22 para as categorias Amador e Iniciantes 1 e Iniciantes 2.
“MONTES CLAROS ficou uns cinco anos sem história no skate. Não havia campeonatos porque não havia espaço adequado para a prática. Isso o que fazemos aqui é a retomada do esporte; uma nova fase”, Gugu Santiago, um dos primeiros skatistas da cidade a conquistar títulos estaduais e nacionais da modalidade, ainda nos anos 80. Ele aproveitou para lançar um desafio como conseqüência do mutirão que fizeram pela pista: “com este novo espaço garanto que o número de praticantes vai aumentar em até 20 vezes em poucos meses”.
A IDEIA original para o novo espaço, levantado ao lado da antiga pista em formato de “U”, prevê ainda a criação de mais rampas e obstáculos. Gabriel Brito, de 24 anos, diz que agora retorna ao skate. “Fiquei cinco anos sem andar e depois que vi toda a movimentação fiz questão de ajudar, mesmo depois do trabalho. Isso tudo é muito bom. Estou revendo amigos das antigas e essa ação ajuda a resgatar o esporte na cidade”, afirma.
LEONARDO MENDES, o Léo “Kaôi”, que chegou a cursar os primeiros meses do mestrado em Matemática no interior de São Paulo, aproveitou a volta para Montes Claros para ser voluntário no projeto. “Só de ter feito o palco, apareceu muita gente que estava sem praticar. E todo dia aparece um novo. A cidade tem bons praticantes e o nível só não é maior porque não havia espaço para praticar”. (colaborou Ricardo Guimarães).
Montes Claros espera abrir outra série de vitórias
TIME QUE fez 3-2 no Voltaço, recebe a UFJF e acredita que pode repetir início da Superliga quando venceu duas seguidas
A SÉRIE DE resultados negativos do BMG/Montes Claros na Superliga Nacional de Vôlei ficou para trás. O time venceu o Volta Redonda, no último sábado, no interior do Rio de Janeiro, e reencontrou o caminho da vitória depois de cinco derrotas só de tropeços. Mas não foi nada fácil. O jogo precisou ir para o tie-break depois de o Esquilão perder o 1º e o 3º sets. As parciais foram de 22/25, 25/19, 23/25, 25/23 e 15/9. Já são oito jogos até agora, com três vitórias e cinco derrotas.
NA TABELA de pontos, no entanto, o time continua na décima colocação, agora com sete pontos, mas terá a chance de subir pelo menos um degrau já nesta quarta-feira, quando receberá o time da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), às 19h30, no Ginásio Poliesportivo Tancredo Neves.
A DISPOSIÇÃO é de reiniciar uma segunda série de vitórias, como aconteceu no início da disputa diante do Campinas e do RJX. Os ingressos custam R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia) nas lojas Palimontes e nas bilheterias do Poliesportivo.
RECONQUISTA
ESSE SERÁ o quinto jogo do Montes Claros em casa, onde venceu apenas uma vez, no dia 15 de dezembro: 3 a 1 sobre o RJX. Passar pelo UFJF seria uma forma de reconquistar a torcida, que ficou desconfiada e chegou até a vaiar os jogadores na terceira derrota como mandante, semana passada, contra o SESI/SP.
DUAS VEZES NO MINEIRO
NO CAMPEONATO Mineiro foram dois encontros com o clube da Zona da Mata e o Montes Claros venceu ambos por 3 a 0. No entanto, o time que a UFJF tem hoje é bem diferente àquela formação e na classificação geral tem dois pontos à frente.
SUBIR POSIÇÕES
MAS O duelo contra os mineiros dá ao Esquilão a oportunidade de subir uma posição, desde que vença o UFJF por 3-0 e 3-1, ou duas de uma vez, se confirmar a vitória e, ao mesmo tempo, o RJX perder por três ou dois sets de diferença para o Londrina/Sercomtel, também nesta quarta-feira. Se essa segunda possibilidade acontecer, o Montes Claros voltaria à oitava colocação, última na zona de classificação para os play-offs. Empataria em 10 pontos com o RJX, mas ficaria à frente pelo número de vitórias (4 contra 3).
PAI DE NOVO
TITULAR NOS três últimos sets do sábado depois do fraco desempenho de Pereyra nos dois sets iniciais (apenas 3 pontos), o oposto Tuba foi o maior pontuador em Volta Redonda pelo lado do Montes Claros (16). Nesta quarta, ele seria desfalque, já que havia seguido viagem à cidade de Florianópolis para acompanhar o nascimento de sua segunda filha. O oposto foi liberado pela diretoria logo após a vitória no Rio de Janeiro. Segundo informação do clube ainda nessa terça-feira, ele não chegaria a tempo para o compromisso desta quarta-feira, mas o atleta já está de volta à cidade.
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| Rafinha e Silêncio jogam diante da UFJF, nesta quarta |
NA TABELA de pontos, no entanto, o time continua na décima colocação, agora com sete pontos, mas terá a chance de subir pelo menos um degrau já nesta quarta-feira, quando receberá o time da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), às 19h30, no Ginásio Poliesportivo Tancredo Neves.
A DISPOSIÇÃO é de reiniciar uma segunda série de vitórias, como aconteceu no início da disputa diante do Campinas e do RJX. Os ingressos custam R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia) nas lojas Palimontes e nas bilheterias do Poliesportivo.
RECONQUISTA
ESSE SERÁ o quinto jogo do Montes Claros em casa, onde venceu apenas uma vez, no dia 15 de dezembro: 3 a 1 sobre o RJX. Passar pelo UFJF seria uma forma de reconquistar a torcida, que ficou desconfiada e chegou até a vaiar os jogadores na terceira derrota como mandante, semana passada, contra o SESI/SP.
DUAS VEZES NO MINEIRO
NO CAMPEONATO Mineiro foram dois encontros com o clube da Zona da Mata e o Montes Claros venceu ambos por 3 a 0. No entanto, o time que a UFJF tem hoje é bem diferente àquela formação e na classificação geral tem dois pontos à frente.
SUBIR POSIÇÕES
MAS O duelo contra os mineiros dá ao Esquilão a oportunidade de subir uma posição, desde que vença o UFJF por 3-0 e 3-1, ou duas de uma vez, se confirmar a vitória e, ao mesmo tempo, o RJX perder por três ou dois sets de diferença para o Londrina/Sercomtel, também nesta quarta-feira. Se essa segunda possibilidade acontecer, o Montes Claros voltaria à oitava colocação, última na zona de classificação para os play-offs. Empataria em 10 pontos com o RJX, mas ficaria à frente pelo número de vitórias (4 contra 3).
PAI DE NOVO
TITULAR NOS três últimos sets do sábado depois do fraco desempenho de Pereyra nos dois sets iniciais (apenas 3 pontos), o oposto Tuba foi o maior pontuador em Volta Redonda pelo lado do Montes Claros (16). Nesta quarta, ele seria desfalque, já que havia seguido viagem à cidade de Florianópolis para acompanhar o nascimento de sua segunda filha. O oposto foi liberado pela diretoria logo após a vitória no Rio de Janeiro. Segundo informação do clube ainda nessa terça-feira, ele não chegaria a tempo para o compromisso desta quarta-feira, mas o atleta já está de volta à cidade.
14 de janeiro de 2012
"Clássico da pressão" hoje, em Volta Redonda
MONTES CLAROS e Voltaço jogam nesta noite; times fazem duas das três piores campanhas da Superliga
COM TODOS os sintomas de uma crise, pela sequência de resultados ruins, o BMG/Montes Claros encontra hoje, um dos dois clubes que está abaixo da sua posição na tabela. O confronto contra o Volta Redonda vale pela oitava rodada do turno da Superliga Nacional de Vôlei 2011/2012. O jogo acontecerá no Ginásio da Ilha São João, às 19 horas (sem transmissão pela TV). Mesmo que vença, o Esquilão não deixará a 10ª posição na tabela, já que tem apenas cinco pontos, enquanto que, o adversário mais próximo (UFJF), tem nove.
A PRESSÃO é grande por uma vitória, não apenas pelo fato de o time vir de cinco derrotas seguidas (15 sets perdidos e apenas um vencido). Com uma realidade financeira mais próxima à do MOC, o Voltaço é visto como um dos adversários diretos na briga pelas últimas vagas aos play-offs.
SÓ QUE, nos três encontros que tiveram nesta temporada, entre julho e agosto, o Esquilão perdeu todos. Foram dois amistosos em Volta Redonda, além de uma partida pelo torneio com o mesmo nome da cidade. Nessas oportunidades, o oposto Pereyra, quinto maior pontuador da Superliga, ainda não havia se apresentado ao Montes Claros.
O TÉCNICO Jorge Schmidt espera que a vitória aconteça a qualquer custo, a começar pelo maior rendimento dos sacadores, que tiveram desempenho ruim contra o Sesi/SP, na última quarta-feira. “É um de nossos pontos fortes, mas na quarta não fomos capazes de manter dois atletas com maior rendimento no saque”, disse.
COM TODOS os sintomas de uma crise, pela sequência de resultados ruins, o BMG/Montes Claros encontra hoje, um dos dois clubes que está abaixo da sua posição na tabela. O confronto contra o Volta Redonda vale pela oitava rodada do turno da Superliga Nacional de Vôlei 2011/2012. O jogo acontecerá no Ginásio da Ilha São João, às 19 horas (sem transmissão pela TV). Mesmo que vença, o Esquilão não deixará a 10ª posição na tabela, já que tem apenas cinco pontos, enquanto que, o adversário mais próximo (UFJF), tem nove.
A PRESSÃO é grande por uma vitória, não apenas pelo fato de o time vir de cinco derrotas seguidas (15 sets perdidos e apenas um vencido). Com uma realidade financeira mais próxima à do MOC, o Voltaço é visto como um dos adversários diretos na briga pelas últimas vagas aos play-offs.
SÓ QUE, nos três encontros que tiveram nesta temporada, entre julho e agosto, o Esquilão perdeu todos. Foram dois amistosos em Volta Redonda, além de uma partida pelo torneio com o mesmo nome da cidade. Nessas oportunidades, o oposto Pereyra, quinto maior pontuador da Superliga, ainda não havia se apresentado ao Montes Claros.
O TÉCNICO Jorge Schmidt espera que a vitória aconteça a qualquer custo, a começar pelo maior rendimento dos sacadores, que tiveram desempenho ruim contra o Sesi/SP, na última quarta-feira. “É um de nossos pontos fortes, mas na quarta não fomos capazes de manter dois atletas com maior rendimento no saque”, disse.
13 de janeiro de 2012
A diferença é que esta foi de virada
BMG/MONTES Claros consegue vencer o 1º set, mas insiste em erros e perde para o Sesi; diretoria perde a paciência
O TIME bem que conseguiu quebrar o jejum de sets, mas ainda não foi dessa vez que o BMG/Montes Claros reencontrou o caminho das vitórias na Superliga Nacional de Vôlei 2011/2012. Na noite dessa quarta-feira, diante de 2,4 mil pessoas no Ginásio Poliesportivo Tancredo Neves, o Esquilão perdeu para o Sesi/SP, de virada, por 3 sets a 1, parciais de 25/23, 16/25, 21/25 e 17/25, em uma hora e 48 minutos.
NÃO BASTASSE mais um resultado adverso, foi a primeira vez que o time saiu de quadra sob vaias. Alguns torcedores deixaram o ginásio antes mesmo do final do quarto set. Outros pediram a entrada do líbero Jairzinho, que é de Montes Claros, no time titular, incomodados com o desempenho de Fábio Paes diante dos paulistas.
PORTA TRANCADA
REVOLTA TAMBÉM entre a diretoria e o técnico Jorge Schmidt. Depois dos quatro sets, os jogadores só voltaram à quadra para atendimento à imprensa depois de uma reunião de cerca de 15 minutos, a portas fechadas, no vestiário. Diante do clima tenso, todos foram econômicos com as palavras. O discurso comum foi de que o time tem que reagir a qualquer custo contra o Volta Redonda, sábado, no Rio de Janeiro.
UM DOS únicos pontos positivos da noite foi o oposto argentino Pereyra. Ele foi o maior pontuador da noite com 23 acertos. Segue entre os cinco melhores da Superliga com 111 pontos. Mas quem levou o troféu Viva Vôlei foi o adversário Murilo, também da Seleção Brasileira, como o melhor atleta da partida.
NO QUESITO recepção, o Montes Claros é o quarto mais eficiente da competição, com 49,42% de aproveitamento. Já no ataque e defesa, assim como na classificação por pontos, é apenas o antepenúltimo lugar 4,4% e 2,02% de eficiência, respectivamente. - foto: Fredson de Souza
O TIME bem que conseguiu quebrar o jejum de sets, mas ainda não foi dessa vez que o BMG/Montes Claros reencontrou o caminho das vitórias na Superliga Nacional de Vôlei 2011/2012. Na noite dessa quarta-feira, diante de 2,4 mil pessoas no Ginásio Poliesportivo Tancredo Neves, o Esquilão perdeu para o Sesi/SP, de virada, por 3 sets a 1, parciais de 25/23, 16/25, 21/25 e 17/25, em uma hora e 48 minutos.
| Montes Claros venceu o 1º set e só; bronca no vestiário foi geral |
PORTA TRANCADA
REVOLTA TAMBÉM entre a diretoria e o técnico Jorge Schmidt. Depois dos quatro sets, os jogadores só voltaram à quadra para atendimento à imprensa depois de uma reunião de cerca de 15 minutos, a portas fechadas, no vestiário. Diante do clima tenso, todos foram econômicos com as palavras. O discurso comum foi de que o time tem que reagir a qualquer custo contra o Volta Redonda, sábado, no Rio de Janeiro.
UM DOS únicos pontos positivos da noite foi o oposto argentino Pereyra. Ele foi o maior pontuador da noite com 23 acertos. Segue entre os cinco melhores da Superliga com 111 pontos. Mas quem levou o troféu Viva Vôlei foi o adversário Murilo, também da Seleção Brasileira, como o melhor atleta da partida.
NO QUESITO recepção, o Montes Claros é o quarto mais eficiente da competição, com 49,42% de aproveitamento. Já no ataque e defesa, assim como na classificação por pontos, é apenas o antepenúltimo lugar 4,4% e 2,02% de eficiência, respectivamente. - foto: Fredson de Souza
Jorge não esconde irritação
VISIVELMENTE IRRITADO, o técnico Jorge Schmidt considerou alguns erros infantis. “O time treina bem até demais, com um aproveitamento de saques impressionante, mas no jogo tudo às avessas”, disse o comandante, ao condenar, por completo, a atuação do quarto set. “Meu time foi ridículo”.
JÁ O oposto Tuba acha que “houve excesso de respeito” pelo fato do Sesi ser uma das bases da seleção brasileira. Maior pontuador da noite, o argentino Pereyra, mesmo em portunhol, foi claro ao dizer que o time precisa ter mais pegada, “saber resolver na primeira bola”.
VENCEDOR DA noite, o técnico Giovanne Gávio confessou que os erros constantes de saque do Montes Claros ajudaram na conquista do resultado. “A gente estudou bastante o Montes Claros e há pelo menos seis jogadores com grande potencial de saque, mas que não estiveram numa noite feliz”, avaliou.
JÁ MURILO, eleito o melhor em quadra, acha que o momento do Esquilão na tabela foi um adversário a mais. “O time já entra em quadra pressionado e qualquer erro vira um problemão”. Segundo ele, a baixa estatura do Rafinha na rede não deixou de ser um facilitador.
JÁ O oposto Tuba acha que “houve excesso de respeito” pelo fato do Sesi ser uma das bases da seleção brasileira. Maior pontuador da noite, o argentino Pereyra, mesmo em portunhol, foi claro ao dizer que o time precisa ter mais pegada, “saber resolver na primeira bola”.
VENCEDOR DA noite, o técnico Giovanne Gávio confessou que os erros constantes de saque do Montes Claros ajudaram na conquista do resultado. “A gente estudou bastante o Montes Claros e há pelo menos seis jogadores com grande potencial de saque, mas que não estiveram numa noite feliz”, avaliou.
JÁ MURILO, eleito o melhor em quadra, acha que o momento do Esquilão na tabela foi um adversário a mais. “O time já entra em quadra pressionado e qualquer erro vira um problemão”. Segundo ele, a baixa estatura do Rafinha na rede não deixou de ser um facilitador.
Funorte anuncia mais três e espera por atacante para fechar grupo
O CICLO de contratações do Funorte segue em aberto e, nos últimos dois dias, o clube confirmou oficialmente mais três reforços para a disputa do Campeonato Mineiro do Módulo II. Tratam-se do goleiro Mateus, de 29 anos, que esteve recentemente no Formiga, do meia Mangini, de 27 anos, ex-Santo André/SP, e do atacante Edison Alegria, de 26 anos, titular do União Luziense na última Segunda Divisão mineira, no qual fez quatro gols.
HÁ POSSIBILIDADE de acerto com mais um reforço para a linha de frente, que seria um jogador com vínculo junto ao América/BH. O grupo ideal, segundo o diretor de futebol Odair Borges, seria de 28 atletas. Diego Paulista, volante que chegou a fazer parte dos planos do Funorte, não vem mais para Montes Claros. “Apesar das características diferentes, fizemos a opção pelo Mangini”, disse o diretor.
ELE ACREDITA que para atuar na marcação do meio de campo há sim opções entre os novos contratados e aqueles que foram promovidos do time júnior, como Diogo, China e Felipe, dentre outros.
EDISON JÚNIOR, o Alegria, é bastante rodado apesar da pouca idade. O centroavante de 1,85 metro passou pelo São Caetano/SP, Concórdia/SC, Inhumas/GO, Paranavaí/PR e pelos russos Spartak Nalchik e Lokomotiv de Moscou. Já Mateus, mineiro de Belo Horizonte, atuou pelo Democrata/GV, Guarani/Divinópolis, Atlético, Ipatinga e Varginha.
EMBORA TENHA nome de argentino, Horácio Mangini é brasileiro. Nasceu em Santo André/SP, tem 27 anos e já é conhecido no futebol mineiro. Atuou pela Caldense, Poços de Caldas e Patrocinense, além do São José/SP.
DOS JOGADORES anunciados até o momento, somente os meias Mangini e Esquerdinha e o atacante Edison Alegria ainda não se apresentaram ao técnico Hílio Borges.
HÁ POSSIBILIDADE de acerto com mais um reforço para a linha de frente, que seria um jogador com vínculo junto ao América/BH. O grupo ideal, segundo o diretor de futebol Odair Borges, seria de 28 atletas. Diego Paulista, volante que chegou a fazer parte dos planos do Funorte, não vem mais para Montes Claros. “Apesar das características diferentes, fizemos a opção pelo Mangini”, disse o diretor.
ELE ACREDITA que para atuar na marcação do meio de campo há sim opções entre os novos contratados e aqueles que foram promovidos do time júnior, como Diogo, China e Felipe, dentre outros.
EDISON JÚNIOR, o Alegria, é bastante rodado apesar da pouca idade. O centroavante de 1,85 metro passou pelo São Caetano/SP, Concórdia/SC, Inhumas/GO, Paranavaí/PR e pelos russos Spartak Nalchik e Lokomotiv de Moscou. Já Mateus, mineiro de Belo Horizonte, atuou pelo Democrata/GV, Guarani/Divinópolis, Atlético, Ipatinga e Varginha.
EMBORA TENHA nome de argentino, Horácio Mangini é brasileiro. Nasceu em Santo André/SP, tem 27 anos e já é conhecido no futebol mineiro. Atuou pela Caldense, Poços de Caldas e Patrocinense, além do São José/SP.
DOS JOGADORES anunciados até o momento, somente os meias Mangini e Esquerdinha e o atacante Edison Alegria ainda não se apresentaram ao técnico Hílio Borges.
12 de janeiro de 2012
Cassimiro não prevê estádio pronto até a estreia
DONO DO José Maria Melo quer recuperar pontos comprometidos do gramado para depois liberá-lo ao Funorte; já o clube acha que tempo é hábil
O GRAMADO do estádio José Maria Melo não deve ficar pronto a tempo da estreia do Funorte no Mineiro do Módulo II, dia 12 de fevereiro, contra o Patrocinense. A informação é do presidente João Bispo “Bonga”, do Cassimiro de Abreu, clube proprietário do estádio, que está fazendo o replantio de grama em cerca de 30% da área do campo e não acredita que o serviço fique pronto antes de o campeonato começar.
“PARTE DA grama que foi plantada no início do ano passado não vingou e acabou morrendo, principalmente ao redor dos gols e no centro do campo, provavelmente pelo excesso na camada de areia”, explicou Bonga. Segundo ele, tudo nesses locais teve de ser retirado. No círculo central, por exemplo, há um desnível, o que acabou retendo a água da chuva.
O PRESIDENTE detalhou como tem sido o trabalho de recuperação do campo: “buscamos um tipo de grama já adaptado ao clima da região e que já foi plantada. A seguir, as aplicações de terra preta, areia e adubo. Tudo isso demanda tempo e certamente precisaremos “descansar” o campo até o final de fevereiro”. A área de trabalho em frente aos bancos de reserva também está sendo recuperada.
BONGA FOI enfático ao afirmar que, neste momento, mesmo diante da necessidade que o Funorte tem de um espaço para treinar, não há a mínima condição de parar o serviço de recuperação do gramado. “O interesse é de todos, mas não havia outro momento para recuperarmos o único estádio da cidade apto para jogos oficiais”, disse.
FALA FUNORTE
POR SUA vez, o comando do Funorte, através do diretor executivo Cristiano Dias Júnior, reconhece que ser “pontual a reforma do gramado, mas acredita que, como não se trata de uma recuperação completa, há tempo hábil para que o time volte a treinar no local, pelo menos uma semana antes da estreia”.
O DIRIGENTE disse à VENETA, nesta manhã, que já iniciou entendimentos com o Cassimiro para a renovação do contrato de aluguel do estádio para dois treinos semanais e os jogos pelo Módulo II.
MAIS DE 70
NAS CONTAS do Cassimiro de Abreu, somente em 2011, o campo recebeu cerca de 70 jogos, entre Mineiro, Estadual Júnior, Amador, Copa Minas Brasil, Campeonato do Santos Reis, Copa Regional, Júnior da Liga, além de treinos do próprio Funorte, Cassimiro e de peladeiros que alugam o espaço.
EM FEVEREIRO, a tabela do Módulo II marca apenas um jogo para o Funorte em Montes Claros, justamente no dia 12, contra o Patrocinense. O time só voltará a atuar em casa no dia 3 de março, contra o Araxá. A competição terá recesso de partidas no feriado prolongado do Carnaval.
O GRAMADO do estádio José Maria Melo não deve ficar pronto a tempo da estreia do Funorte no Mineiro do Módulo II, dia 12 de fevereiro, contra o Patrocinense. A informação é do presidente João Bispo “Bonga”, do Cassimiro de Abreu, clube proprietário do estádio, que está fazendo o replantio de grama em cerca de 30% da área do campo e não acredita que o serviço fique pronto antes de o campeonato começar.
“PARTE DA grama que foi plantada no início do ano passado não vingou e acabou morrendo, principalmente ao redor dos gols e no centro do campo, provavelmente pelo excesso na camada de areia”, explicou Bonga. Segundo ele, tudo nesses locais teve de ser retirado. No círculo central, por exemplo, há um desnível, o que acabou retendo a água da chuva.
O PRESIDENTE detalhou como tem sido o trabalho de recuperação do campo: “buscamos um tipo de grama já adaptado ao clima da região e que já foi plantada. A seguir, as aplicações de terra preta, areia e adubo. Tudo isso demanda tempo e certamente precisaremos “descansar” o campo até o final de fevereiro”. A área de trabalho em frente aos bancos de reserva também está sendo recuperada.
BONGA FOI enfático ao afirmar que, neste momento, mesmo diante da necessidade que o Funorte tem de um espaço para treinar, não há a mínima condição de parar o serviço de recuperação do gramado. “O interesse é de todos, mas não havia outro momento para recuperarmos o único estádio da cidade apto para jogos oficiais”, disse.
FALA FUNORTE
POR SUA vez, o comando do Funorte, através do diretor executivo Cristiano Dias Júnior, reconhece que ser “pontual a reforma do gramado, mas acredita que, como não se trata de uma recuperação completa, há tempo hábil para que o time volte a treinar no local, pelo menos uma semana antes da estreia”.
O DIRIGENTE disse à VENETA, nesta manhã, que já iniciou entendimentos com o Cassimiro para a renovação do contrato de aluguel do estádio para dois treinos semanais e os jogos pelo Módulo II.
MAIS DE 70
NAS CONTAS do Cassimiro de Abreu, somente em 2011, o campo recebeu cerca de 70 jogos, entre Mineiro, Estadual Júnior, Amador, Copa Minas Brasil, Campeonato do Santos Reis, Copa Regional, Júnior da Liga, além de treinos do próprio Funorte, Cassimiro e de peladeiros que alugam o espaço.
EM FEVEREIRO, a tabela do Módulo II marca apenas um jogo para o Funorte em Montes Claros, justamente no dia 12, contra o Patrocinense. O time só voltará a atuar em casa no dia 3 de março, contra o Araxá. A competição terá recesso de partidas no feriado prolongado do Carnaval.
10 de janeiro de 2012
Chances iguais neste início de temporada
FLÁVIO E Rafael, jovens da base, planejam ser além de sombras dos atletas mais experientes; Mardônio e Catorta veem Módulo II como "oportunidade"
COMO NO início de temporada todo mundo está fora de ritmo e tem que mostrar serviço para ganhar espaço, ainda mais em se tratando de uma nova competição, a briga por qualquer posição parece acontecer em iguais condições. Assim, somente os treinos – e a aplicação neles – vão ditar as normas para a comissão técnica definir os titulares com os quais o Funorte estreará no Campeonato Mineiro do Módulo II.
PELO MENOS é isso o que espera a dupla Flávio e Rafael, de 19 e 18 anos, respectivamente, promovida agora do time júnior e que também aparece como opção do técnico Hílio Borges para a função de zagueiros do Formigão. Mesmo cientes de que há gente mais experiente no grupo, caso do reforço Alisson Catorta, vindo do União Luziense, e de Anderson Vieira e Eddiê, que já vestiram a camisa tricolor por diversas vezes e agora estão retornando à cidade, os jovens acreditam em igualdade de condições.
“TODOS TÊM A MESMA MOTIVAÇÃO”
“ACHO QUE a motivação de todos é a mesma e tudo o que for decidido pelo técnico vai depender do empenho de cada um nos treinos e nos demais trabalhos”, disse Flávio, que até o ano passado, ainda como júnior, era chamado pelo primeiro nome [Altamiro]. O que parece ser discurso pronto de atleta, ele completa: “sei que a experiência conta, até porque estamos no primeiro ano de profissional, mas é verdade também que estamos mais acostumados ao estilo de trabalho do treinador, com quem a gente esteve no campeonato júnior”.
FLÁVIO TEM razão. Com 1,88 metro, nascido em Santa Bárbara, ele é comandado por Hílio Borges desde o time juvenil, quando ficaram com a segunda colocação da Copa Internacional de Macaé/RJ e ganharam o campeonato juvenil local. Depois vieram os dois anos de juniores, com o próprio treinador e com Herivelto Martins, que comandava a categoria até o 1º semestre de 2011.
DOIS METROS
COM DOIS metros de altura, que impressionaram até mesmo ao goleiro Wilson Martins, Rafael faz a imponência da altura contrastar com a timidez. Aos 18 anos, o norte-mineiro de Montalvânia volta ao Funorte depois do empréstimo ao ABC de Natal, onde praticamente só treinou. “Valeu pela experiência”, resumiu a passagem pelo Rio Grande do Norte. Há três anos no clube, quer impressionar não apenas pelo tamanho, mas com o futebol. “Jogar uma competição profissional era um dos meus sonhos. Chego para aprender, mas também para aproveitar essa chance de crescer”, revelou o garoto que faz planos de cursar a faculdade de Educação Física tão logo termine o ensino médio.
UMA DAS apostas do FEC, Mardônio já chegou a atuar nas bases do Vasco, Portuguesa e Mallorca B (Espanha), mas ainda busca espaço no futebol mineiro. Aos 24 anos, se diz versátil para atuar como segundo volante ou meia de armação, além de bater faltas. “Vamos atuar pelo time”, resumiu.
TAMBÉM NOVATO, o zagueiro Alisson Catorta faz a projeção de um campeonato bem equilibrado, já que conhece grande parte dos atletas adversários. “A maioria já joga no futebol mineiro e apenas mudou de clube. Por isso, acredito que a diferença é mínima de uma equipe para outra”, adiantou o defensor.
COMO NO início de temporada todo mundo está fora de ritmo e tem que mostrar serviço para ganhar espaço, ainda mais em se tratando de uma nova competição, a briga por qualquer posição parece acontecer em iguais condições. Assim, somente os treinos – e a aplicação neles – vão ditar as normas para a comissão técnica definir os titulares com os quais o Funorte estreará no Campeonato Mineiro do Módulo II.
PELO MENOS é isso o que espera a dupla Flávio e Rafael, de 19 e 18 anos, respectivamente, promovida agora do time júnior e que também aparece como opção do técnico Hílio Borges para a função de zagueiros do Formigão. Mesmo cientes de que há gente mais experiente no grupo, caso do reforço Alisson Catorta, vindo do União Luziense, e de Anderson Vieira e Eddiê, que já vestiram a camisa tricolor por diversas vezes e agora estão retornando à cidade, os jovens acreditam em igualdade de condições.
“TODOS TÊM A MESMA MOTIVAÇÃO”
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| Zagueiro Flávio, 19 anos (foto Rubem Ribeiro) |
FLÁVIO TEM razão. Com 1,88 metro, nascido em Santa Bárbara, ele é comandado por Hílio Borges desde o time juvenil, quando ficaram com a segunda colocação da Copa Internacional de Macaé/RJ e ganharam o campeonato juvenil local. Depois vieram os dois anos de juniores, com o próprio treinador e com Herivelto Martins, que comandava a categoria até o 1º semestre de 2011.
DOIS METROS
COM DOIS metros de altura, que impressionaram até mesmo ao goleiro Wilson Martins, Rafael faz a imponência da altura contrastar com a timidez. Aos 18 anos, o norte-mineiro de Montalvânia volta ao Funorte depois do empréstimo ao ABC de Natal, onde praticamente só treinou. “Valeu pela experiência”, resumiu a passagem pelo Rio Grande do Norte. Há três anos no clube, quer impressionar não apenas pelo tamanho, mas com o futebol. “Jogar uma competição profissional era um dos meus sonhos. Chego para aprender, mas também para aproveitar essa chance de crescer”, revelou o garoto que faz planos de cursar a faculdade de Educação Física tão logo termine o ensino médio.
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| Meia Mardônio se candidata para ser o batedor oficial de faltas do Funorte |
TAMBÉM NOVATO, o zagueiro Alisson Catorta faz a projeção de um campeonato bem equilibrado, já que conhece grande parte dos atletas adversários. “A maioria já joga no futebol mineiro e apenas mudou de clube. Por isso, acredito que a diferença é mínima de uma equipe para outra”, adiantou o defensor.
Tico Mineiro não vem mais
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| Tico Mineiro teria recebido uma proposta do Democrata de Valadares |
O JOGADOR de 35 anos entrou em contato com o diretor de futebol Odair Borges e alegou questões familiares como motivo para a decisão. Mas nos bastidores a informação é de que ele recebeu uma proposta do Democrata de Governador Valadares, sua cidade, para a elite.
IMEDIATAMENTE, A diretoria anunciou que já procura por um substituto. Quer um jogador mais experiente e que tenha presença constante de área. Dois nomes de atletas também bastante rodados como o próprio Tico, já receberam propostas financeiras.
Cinco ainda não se apresentaram
DOS 26 outros nomes divulgados pelo Funorte para o Módulo II, até essa terça-feira, ainda não haviam sido apresentados os meias Esquerdinha, Léo e Felipe, além dos atacantes Amaral e Diulliano. Já o volante Diego Paulista, que acompanha um grupo de atletas mineiros na Ásia, pode não vir mais. Ele não chegou a assinar contrato e o Funorte conversa ao mesmo tempo com outro atleta da mesma posição.
METADE DOS atletas do FEC saiu das categorias de base: a diretoria confirmou 14 jovens que subirão para o time profissional: goleiros Manu e Guilherme; laterais Fayllon e Diney; zagueiros Flávio, Rafael e Ricardo; meias Barbosa, Léo, Felipe, Esquerdinha; atacantes Felipe Noronha, Sávio e Kayke.
ENTRE OS seis times da Chave B, foi o último a iniciar seus trabalhos. URT, Uberlândia, Mamoré, Patrocinense e Araxá começaram a treinar ainda no ano passado e estão praticamente com os seus elencos fechados.
DOS QUE foram contratados nem todos são conhecidos da torcida, casos dos meias Mardônio (ex-Artsul/RJ, Operário/MS, Ceilândia/DF, Portuguesa/SP e Espírito Santo de Colatina/ES) e China (ex-Tupi, América e Araxá), do zagueiro Catorta (ex-Tricordiano e União Luziense), do lateral esquerdo Gustavo (ex-América e Araguari) e dos atacantes Diulliano (ex-Bangu e Rio Branco/RJ) e Amaral (ex-Valério, Ideal, Esmoriz/Portugal e Targu Mures/Romênia).
COMPLETAM O elenco jogadores que já passaram pelo Funorte entre 2008 e 2011: goleiro Wilson Martins, lateral direito Vitor Carioca (Valério), zagueiros Anderson Mendes (Araxá) e Eddiê (Araguari), o atacante Rafinha (Araxá) e o meia Diogo.
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| Clube confirma a promoção de 14 atletas do time júnior para a disputa do Módulo II |
ENTRE OS seis times da Chave B, foi o último a iniciar seus trabalhos. URT, Uberlândia, Mamoré, Patrocinense e Araxá começaram a treinar ainda no ano passado e estão praticamente com os seus elencos fechados.
DOS QUE foram contratados nem todos são conhecidos da torcida, casos dos meias Mardônio (ex-Artsul/RJ, Operário/MS, Ceilândia/DF, Portuguesa/SP e Espírito Santo de Colatina/ES) e China (ex-Tupi, América e Araxá), do zagueiro Catorta (ex-Tricordiano e União Luziense), do lateral esquerdo Gustavo (ex-América e Araguari) e dos atacantes Diulliano (ex-Bangu e Rio Branco/RJ) e Amaral (ex-Valério, Ideal, Esmoriz/Portugal e Targu Mures/Romênia).
COMPLETAM O elenco jogadores que já passaram pelo Funorte entre 2008 e 2011: goleiro Wilson Martins, lateral direito Vitor Carioca (Valério), zagueiros Anderson Mendes (Araxá) e Eddiê (Araguari), o atacante Rafinha (Araxá) e o meia Diogo.
Pré-temporada em MOC e amistoso dia 29
TÉCNICO SE diz confiante em elenco, enquanto diretor não vê favoritismo de times do Triângulo e Vale do Aço
AO CONTRÁRIO dos últimos dois anos em que a delegação viajou para Janaúba, a pré-temporada do Funorte será mesmo em Montes Claros. Nas duas primeiras semanas, a agenda prevê academia, testes físicos e exames laboratoriais e clínicos.
O TRABALHO com bola deverá acontecer somente após o dia 16, nos campos da Vallée e do Max Min (ainda dependendo de acordos), uma vez que parte do gramado do estádio José Maria Melo passa por reforma (replantio) e deverá ser liberado somente na véspera da estreia do Módulo II, dia 12 de fevereiro, às 17 horas, contra a Patrocinense.
O NOVO diretor de futebol Odair Borges adiantou que a previsão é de realizar o primeiro amistoso no dia 29 de janeiro, ainda sem adversário definido. Poderá ser um clube da outra chave na primeira fase do Módulo II: Ipatinga, Tricordiano, Tombense, Social, Poços de Caldas ou Formiga. Caso contrário, a opção será mesmo por seleções amadoras de cidades do Norte de Minas ou combinados de profissionais do Norte de Minas ainda sem clubes.
SEGUNDO ELE, o ciclo de contratações ainda não está encerrado, uma vez que o Funorte tentou a contratação de mais um atacante diante da desistência de Tico Mineiro em vir para Montes Claros. Odair conversa, ainda, com mais um volante e um atacante.
PALAVRA DOS COMANDANTES
“É UM desafio único. Tanto o técnico como os jogadores serão avaliados por este trabalho e o que nos resta é justificar esse voto de confiança numa competição tão importante como é o Módulo II”, analisou o técnico Borges.
EMBORA O time tenha vários atletas desconhecidos, o discurso da diretoria é ousado: “mesmo que tenham melhor estrutura de trabalho e até mesmo financeira, não vejo Uberlândia, Ipatinga ou outros clubes já como os donos da vaga de acesso. O nosso time vai dar muito trabalho e vamos brigar diretamente pela classificação às semifinais e depois para voltar à elite”, analisou o diretor executivo Cristiano Júnior, que voltou ao clube depois de seis meses afastado.
AO CONTRÁRIO dos últimos dois anos em que a delegação viajou para Janaúba, a pré-temporada do Funorte será mesmo em Montes Claros. Nas duas primeiras semanas, a agenda prevê academia, testes físicos e exames laboratoriais e clínicos.
O TRABALHO com bola deverá acontecer somente após o dia 16, nos campos da Vallée e do Max Min (ainda dependendo de acordos), uma vez que parte do gramado do estádio José Maria Melo passa por reforma (replantio) e deverá ser liberado somente na véspera da estreia do Módulo II, dia 12 de fevereiro, às 17 horas, contra a Patrocinense.
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| Odair Borges, diretor de futebol do FEC, ainda busca mais reforços para o meio e ataque e assim deverá fechar o grupo |
SEGUNDO ELE, o ciclo de contratações ainda não está encerrado, uma vez que o Funorte tentou a contratação de mais um atacante diante da desistência de Tico Mineiro em vir para Montes Claros. Odair conversa, ainda, com mais um volante e um atacante.
PALAVRA DOS COMANDANTES
“É UM desafio único. Tanto o técnico como os jogadores serão avaliados por este trabalho e o que nos resta é justificar esse voto de confiança numa competição tão importante como é o Módulo II”, analisou o técnico Borges.
EMBORA O time tenha vários atletas desconhecidos, o discurso da diretoria é ousado: “mesmo que tenham melhor estrutura de trabalho e até mesmo financeira, não vejo Uberlândia, Ipatinga ou outros clubes já como os donos da vaga de acesso. O nosso time vai dar muito trabalho e vamos brigar diretamente pela classificação às semifinais e depois para voltar à elite”, analisou o diretor executivo Cristiano Júnior, que voltou ao clube depois de seis meses afastado.
8 de janeiro de 2012
Ainda longe da vitória; e agora em antepenúltimo
MONTES CLAROS perde a quarta seguida por 3x0, embora tenha mostrado equilíbrio diante do rival Cruzeiro
O RENDIMENTO foi melhor se comparado ao dos três jogos anteriores, mas ainda sim o BMG/Montes Claros não reencontrou o caminho da vitória na Superliga Nacional de Vôlei. Na tarde/noite desse sábado, no clássico contra o Sada/Cruzeiro, em Contagem, o time foi derrotado pela quarta vez seguida e pelo mesmo placar de 3x0, parciais de 32/30, 25/22 e 27/25 em 1h49 de jogo.
- Na foto acima, enquanto Filipe comemora o ponto derradeiro o central Salsa, com as mãos no rosto, lamenta mais uma derrota do BMG/Montes Claros (crédito: Ronaldo Silveira/O Tempo Betim)
WALLACE E Filipe, ambos do rival, foram os maiores pontuadores com 21 e 14 pontos, respectivamente. Do lado do MOC Léo Caldeira e Pereyra anotaram 12 e 11 pontos. O técnico Jorge Schmidt não teve o levantador Rívoli e Rafinha foi titular durante todo o tempo. Tuba foi o capitão em quadra e o oposto inicial dos dois primeiros sets.
ANTEPENÚLTIMO
NÃO BASTASSE mais um revés, a combinação de resultados da rodada fez com que o time caísse duas posições e agora é apenas o décimo colocado com os mesmos cinco pontos de quando começou o ano. Ao lado da UFJF, é o time que mais perdeu por 3-0. Na classificação geral só supera as campanhas do Londrina (1) e do Voltaço (4). A chance de reabilitação será em casa, na quarta-feira (11), contra o Sesi/SP, às 19h30. O rival de São Paulo venceu na rodada o Campinas, de virada: 3x2.
NO PRIMEIRO set em Contagem, o filme foi parecido ao que aconteceu diante do Vôlei Futuro, na última partida em 2011. O Montes Claros conseguiu estar à frente nos dois tempos técnicos e chegou a abrir quatro pontos de vantagem (16|12) até permitir a reação adversária. O placar chegou a 30|30 quando um bloqueio e um ataque para fora decidiram o set a favor dos cruzeirenses.
NO SEGUNDO set, o Esquilão também esteve à frente nos primeiros pontos, mas já no segundo tempo técnico a vantagem celeste era de dois pontos. Já no terceiro set, o final foi o momento de maior equilíbrio (20|20), mas a noite parecia ser dos estrelados, que erraram menos e foram mais eficientes no bloqueio.
COM DIREITO ao termo “vacilamos”, a opinião do líbero Fábio Paes à assessoria do clube parece explicar o que aconteceu no início da partida: “O jogo foi bastante apertado e somente com parciais longas. Vacilamos em alguns pontos, mas vimos uma melhora em alguns fundamentos. Acredito que perdemos nos detalhes”.
O RENDIMENTO foi melhor se comparado ao dos três jogos anteriores, mas ainda sim o BMG/Montes Claros não reencontrou o caminho da vitória na Superliga Nacional de Vôlei. Na tarde/noite desse sábado, no clássico contra o Sada/Cruzeiro, em Contagem, o time foi derrotado pela quarta vez seguida e pelo mesmo placar de 3x0, parciais de 32/30, 25/22 e 27/25 em 1h49 de jogo.- Na foto acima, enquanto Filipe comemora o ponto derradeiro o central Salsa, com as mãos no rosto, lamenta mais uma derrota do BMG/Montes Claros (crédito: Ronaldo Silveira/O Tempo Betim)
WALLACE E Filipe, ambos do rival, foram os maiores pontuadores com 21 e 14 pontos, respectivamente. Do lado do MOC Léo Caldeira e Pereyra anotaram 12 e 11 pontos. O técnico Jorge Schmidt não teve o levantador Rívoli e Rafinha foi titular durante todo o tempo. Tuba foi o capitão em quadra e o oposto inicial dos dois primeiros sets.
ANTEPENÚLTIMO
NÃO BASTASSE mais um revés, a combinação de resultados da rodada fez com que o time caísse duas posições e agora é apenas o décimo colocado com os mesmos cinco pontos de quando começou o ano. Ao lado da UFJF, é o time que mais perdeu por 3-0. Na classificação geral só supera as campanhas do Londrina (1) e do Voltaço (4). A chance de reabilitação será em casa, na quarta-feira (11), contra o Sesi/SP, às 19h30. O rival de São Paulo venceu na rodada o Campinas, de virada: 3x2.
NO PRIMEIRO set em Contagem, o filme foi parecido ao que aconteceu diante do Vôlei Futuro, na última partida em 2011. O Montes Claros conseguiu estar à frente nos dois tempos técnicos e chegou a abrir quatro pontos de vantagem (16|12) até permitir a reação adversária. O placar chegou a 30|30 quando um bloqueio e um ataque para fora decidiram o set a favor dos cruzeirenses.
NO SEGUNDO set, o Esquilão também esteve à frente nos primeiros pontos, mas já no segundo tempo técnico a vantagem celeste era de dois pontos. Já no terceiro set, o final foi o momento de maior equilíbrio (20|20), mas a noite parecia ser dos estrelados, que erraram menos e foram mais eficientes no bloqueio.
COM DIREITO ao termo “vacilamos”, a opinião do líbero Fábio Paes à assessoria do clube parece explicar o que aconteceu no início da partida: “O jogo foi bastante apertado e somente com parciais longas. Vacilamos em alguns pontos, mas vimos uma melhora em alguns fundamentos. Acredito que perdemos nos detalhes”.
7 de janeiro de 2012
Clássico é um bom motivo para reagir
APÓS INÍCIO irregular e com lua de mel ameaçada, Montes Claros retoma disputa na Superliga diante do Cruzeiro
VIDA NOVA. Depois de um início turbulento com três derrotas seguidas em cinco jogos no ano passado, esse passou a ser o desejo do BMG/Montes Claros para a sequência da Superliga Nacional de Vôlei, que recomeça neste sábado, às 17 horas, no Ginásio do Riacho (Contagem).
O PRIMEIRO adversário em 2012 é um velho conhecido: o Sada/Cruzeiro, atual quarto colocado na classificação geral com 11 pontos. O Esquilão é apenas o oitavo, com cinco, mas ainda sim está na zona de classificação para os play-offs.
NO HISTÓRICO de confrontos entre Superliga e o Campeonato Mineiro são 16 partidas, com nove vitórias do Montes Claros e sete dos celestes. Na análise somente de resultados pela competição nacional, entre 2009 e 2011, a vantagem dos montes-clarenses é bastante considerável, com cinco vitórias em seis duelos.
NO ENTANTO, nos duelos mais recentes pela primeira fase do estadual de 2011, a Raposa venceu ambos: 3x0 em casa e 3x1 no Poliesportivo Tancredo Neves. O time chegou à final e garantiu o bicampeonato.
PARA MUDAR esse cenário atual, até porque a “lua-de-mel” com a torcida passou a ser ameaçada pelos resultados ruins, comissão técnica e jogadores treinaram bastante durante a semana, além de intensificarem os estudos sobre o adversário através de vídeos e estatísticas.
“DA MESMA forma que estamos analisando o Cruzeiro por completo, eles o fazem do lado de lá. Além da parte técnica, o vôlei passou exigir que você analise pelos números os níveis de seu rendimento e o do adversário até aqui”, disse o treinador Jorge Schmidt, em entrevista ao MGTV (Intertv Grande Minas), um dia antes da viagem rumo à Grande BH.
VIDA NOVA. Depois de um início turbulento com três derrotas seguidas em cinco jogos no ano passado, esse passou a ser o desejo do BMG/Montes Claros para a sequência da Superliga Nacional de Vôlei, que recomeça neste sábado, às 17 horas, no Ginásio do Riacho (Contagem).O PRIMEIRO adversário em 2012 é um velho conhecido: o Sada/Cruzeiro, atual quarto colocado na classificação geral com 11 pontos. O Esquilão é apenas o oitavo, com cinco, mas ainda sim está na zona de classificação para os play-offs.
NO HISTÓRICO de confrontos entre Superliga e o Campeonato Mineiro são 16 partidas, com nove vitórias do Montes Claros e sete dos celestes. Na análise somente de resultados pela competição nacional, entre 2009 e 2011, a vantagem dos montes-clarenses é bastante considerável, com cinco vitórias em seis duelos.
NO ENTANTO, nos duelos mais recentes pela primeira fase do estadual de 2011, a Raposa venceu ambos: 3x0 em casa e 3x1 no Poliesportivo Tancredo Neves. O time chegou à final e garantiu o bicampeonato.
PARA MUDAR esse cenário atual, até porque a “lua-de-mel” com a torcida passou a ser ameaçada pelos resultados ruins, comissão técnica e jogadores treinaram bastante durante a semana, além de intensificarem os estudos sobre o adversário através de vídeos e estatísticas.
“DA MESMA forma que estamos analisando o Cruzeiro por completo, eles o fazem do lado de lá. Além da parte técnica, o vôlei passou exigir que você analise pelos números os níveis de seu rendimento e o do adversário até aqui”, disse o treinador Jorge Schmidt, em entrevista ao MGTV (Intertv Grande Minas), um dia antes da viagem rumo à Grande BH.
Calendário do Ciclismo "Speed" começa no dia 15, com estrada
A PROVA de circuito estradeiro, entre o trevo do Aeroporto e Estrada da Produção, já bastante conhecida no roteiro da turma do pedal (foto abaixo), abrirá o calendário 2012 do ciclismo do Norte de Minas no próximo dia 15, a partir das 9 horas. A relação de etapas para a temporada regional já foi divulgada pela Bicimax e prevê onze disputas, sendo oito em estradas.
AINDA NO primeiro dia de disputa de 2012 – 15 de janeiro – serão entregues as premiações específicas aos três campeões do ranking Bicimax de 2011: Carlos André de Sá (Livre), José Luís Oliveira Franco (Elite) e Wilton Batista Santos (Master).
COMO NOVIDADE, a partir deste ano, a categoria Master passará a contar somente com ciclistas acima dos 40 anos, enquanto a Elite Open (ou M-23) mantém o quadro Sub-23 (18 a 23 anos). A novidade fica por conta da criação da M-40 para competidores de 24 a 39 anos.
MAS CASO haja um número mínimo de seis participantes será aberta mais uma categoria M-60 (entre 50 e 60 anos). Como neste ano poderão participar das provas os atletas federados ou não, a categoria Livre está desfeita.
NACIONAL
AO FINAL de junho (30), acontecerá a sétima edição do VII Grande Prêmio Cidade de Montes Claros (na foto ao lado, a prova de 2011), prova de nível internacional e válida pelo ranking nacional homologada pela Confederação Brasileira de Ciclismo (CBC), com as categorias Elite (Profissionais), M-23 e Master (acima de 30 anos), mas somente para ciclistas federados.- fotos: Alayde Neves
AINDA NO primeiro dia de disputa de 2012 – 15 de janeiro – serão entregues as premiações específicas aos três campeões do ranking Bicimax de 2011: Carlos André de Sá (Livre), José Luís Oliveira Franco (Elite) e Wilton Batista Santos (Master).COMO NOVIDADE, a partir deste ano, a categoria Master passará a contar somente com ciclistas acima dos 40 anos, enquanto a Elite Open (ou M-23) mantém o quadro Sub-23 (18 a 23 anos). A novidade fica por conta da criação da M-40 para competidores de 24 a 39 anos.
MAS CASO haja um número mínimo de seis participantes será aberta mais uma categoria M-60 (entre 50 e 60 anos). Como neste ano poderão participar das provas os atletas federados ou não, a categoria Livre está desfeita.
NACIONAL
AO FINAL de junho (30), acontecerá a sétima edição do VII Grande Prêmio Cidade de Montes Claros (na foto ao lado, a prova de 2011), prova de nível internacional e válida pelo ranking nacional homologada pela Confederação Brasileira de Ciclismo (CBC), com as categorias Elite (Profissionais), M-23 e Master (acima de 30 anos), mas somente para ciclistas federados.- fotos: Alayde Neves5 de janeiro de 2012
Funorte: recomeço nesta quinta
COM ORÇAMENTO modesto, Funorte mescla experientes com juniores promovidos na apresentação do elenco para a disputa do Módulo II
REBAIXADO NO ano passado após a experiência efêmera na 1ª Divisão do Campeonato Mineiro, o Funorte/2012 foi apresentado oficialmente na manhã desta quinta-feira, durante coletiva no auditório da sede central da faculdade que dá nome ao clube.
A PRÉ-temporada para a disputa do Módulo II será mesmo em Montes Claros, com trabalhos nos campos do Max Min e da Vallée. A estreia acontecerá no dia 12 de fevereiro, às 17 horas, contra a Patrocinense, no estádio José Maria Melo, que passa por reformas no gramado e só deverá ser liberado ao final do mês. Cristiano Dias Júnior, que reassumiu o cargo de diretor executivo do clube, fez as honras da apresentação e garantiu que, "mesmo sem as pompas dos outros clubes do Módulo II, o Funorte está montando um grupo para brigar pela classificação".
MANGAS CURTAS
AINDA EM dezembro, a diretoria já havia adiantado que a aposta neste ano seria numa receita caseira diante do orçamento “de mangas curtas”. Além do próprio técnico Hílio Borges, doze dos atletas foram promovidos do time júnior, que se juntam a alguns reforços que já passaram pelo próprio clube, como o goleiro Wilson Martins, o lateral direito Vítor Carioca, o meia Diogo, o atacante Rafinha e os zagueiros Anderson Vieira e Eddiê.
MAS HÁ novidades, como o veterano atacante Tico Mineiro, de 35 anos, revelado pelo Democrata/GV e que passou por pelo menos 15 clubes Brasil afora, como Botafogo/RJ, Portuguesa Santista, Sampaio Correa, Cianorte/PR, CRB, CSA e Caldense, dentre outros. No entanto, o jogador vai se apresentar somente na sexta-feira.
OUTROS QUE estão chegando a Montes Claros pela primeira vez e já foram mostrados à imprensa são o zagueiro Alisson Catorta (União Luziense) e Mardônio (Espírito Santo de Colatina) - foto ao lado. Os meias China (Araxá), o lateral esquerdo Gustavo (Araguari) e os atacantes Amaral (Valério) e Diulliano (Rio Branco de Campos/RJ) deverão iniciar os trabalhos até a quarta-feira da semana que vem, assim como Diego Paulista, que volta ao time depois da passagem em 2009.
O LATERAL esquerdo Beto, ex-Ipatinga, Atlético/PR e que estava no Nacional de Nova Serrana, foi sondado, mas ainda não respondeu ao clube. Com a vinda de Gustavo, revelado nas categorias de base do América (BH), além de Diney, promovido do time júnior, é bem provável que o Funorte não invista mais neste setor. (fotos: Rubem Ribeiro - Canal 20)
REBAIXADO NO ano passado após a experiência efêmera na 1ª Divisão do Campeonato Mineiro, o Funorte/2012 foi apresentado oficialmente na manhã desta quinta-feira, durante coletiva no auditório da sede central da faculdade que dá nome ao clube.A PRÉ-temporada para a disputa do Módulo II será mesmo em Montes Claros, com trabalhos nos campos do Max Min e da Vallée. A estreia acontecerá no dia 12 de fevereiro, às 17 horas, contra a Patrocinense, no estádio José Maria Melo, que passa por reformas no gramado e só deverá ser liberado ao final do mês. Cristiano Dias Júnior, que reassumiu o cargo de diretor executivo do clube, fez as honras da apresentação e garantiu que, "mesmo sem as pompas dos outros clubes do Módulo II, o Funorte está montando um grupo para brigar pela classificação".
MANGAS CURTAS
AINDA EM dezembro, a diretoria já havia adiantado que a aposta neste ano seria numa receita caseira diante do orçamento “de mangas curtas”. Além do próprio técnico Hílio Borges, doze dos atletas foram promovidos do time júnior, que se juntam a alguns reforços que já passaram pelo próprio clube, como o goleiro Wilson Martins, o lateral direito Vítor Carioca, o meia Diogo, o atacante Rafinha e os zagueiros Anderson Vieira e Eddiê.MAS HÁ novidades, como o veterano atacante Tico Mineiro, de 35 anos, revelado pelo Democrata/GV e que passou por pelo menos 15 clubes Brasil afora, como Botafogo/RJ, Portuguesa Santista, Sampaio Correa, Cianorte/PR, CRB, CSA e Caldense, dentre outros. No entanto, o jogador vai se apresentar somente na sexta-feira.
OUTROS QUE estão chegando a Montes Claros pela primeira vez e já foram mostrados à imprensa são o zagueiro Alisson Catorta (União Luziense) e Mardônio (Espírito Santo de Colatina) - foto ao lado. Os meias China (Araxá), o lateral esquerdo Gustavo (Araguari) e os atacantes Amaral (Valério) e Diulliano (Rio Branco de Campos/RJ) deverão iniciar os trabalhos até a quarta-feira da semana que vem, assim como Diego Paulista, que volta ao time depois da passagem em 2009.O LATERAL esquerdo Beto, ex-Ipatinga, Atlético/PR e que estava no Nacional de Nova Serrana, foi sondado, mas ainda não respondeu ao clube. Com a vinda de Gustavo, revelado nas categorias de base do América (BH), além de Diney, promovido do time júnior, é bem provável que o Funorte não invista mais neste setor. (fotos: Rubem Ribeiro - Canal 20)













