MONTES CLAROS FC vence o Nacional em Uberaba e se destaca na campanha, ataque e disciplina
NÃO PODERIA ter sido melhor. Já na primeira chance de confirmar a classificação para o Hexagonal Final do Mineiro do Módulo II, o Montes Claros FC precisava apenas do empate diante do Nacional, quarta à noite, em Uberaba, mas foi além: venceu o rival por 3 a 1. Os gols do Tricolor aconteceram num intervalo de 10 minutos: Diogo Brasília aos 21’, Rafael Filipe aos 23’ e Fayllon aos 31’, todos no primeiro tempo. Rafinha, na etapa final, fez o de honra do Naça.
NO MESMO dia, o Mamoré venceu o Araxá, de virada, em Patos, por 3 a 2, e o Uberlândia apenas empatou com a Patrocinense: 1 a 1. Com os resultados, o Bicho sacramentou o primeiro lugar da Chave B, agora com 18 pontos. Mesmo que perca na rodada seguinte, não perderá a ponta porque tem quatro pontos a mais que o 2º colocado.
O PRÓPRIO UEC vem em seguida com 14. O Mamoré, que completou a terceira vitória seguida, é o 3º com 13 pontos. Araxá com 9 e Patrocinense e Nacional com 6 estão agora na briga contra o rebaixamento. Somente o último cai.
DESTAQUE EM TUDO
A COMEMORAÇÃO pela conquista da vaga com duas rodadas de antecipação vem com vários detalhes que resumem a campanha de sucesso do Bicho: melhor ataque geral (16 gols a favor) e maior pontuação entre todos os 12 participantes. Mais do que isso: o Bicho é o único até aqui que acumula três vitórias como visitante. Outro detalhe positivo: ao lado do Democrata/SL, é o único clube que não teve nenhum jogador expulso.
O MOMENTO especial do MCFC é motivo de muita comemoração por parte da comissão técnica e do grupo de atletas. No início do Campeonato, o time era apontado como apenas “um daqueles que brigariam contra o rebaixamento”. Perdeu seis titulares por transferências e com pouca receita só pode contratar três reforços. O elenco reduzido a 23 jogadores tem nada menos que oito juniores.
A FOLHA salarial do MCFC não chega a R$ 53 mil. É bem inferior aos R$ 220 mil que o Uberlândia gasta por mês. O Araxá, por exemplo, tem uma folha de R$ 180 mil mensais, enquanto a do Mamoré é de R$ 90 mil e a do Nacional R$ 80 mil.
PARA FALAR da conquista da classificação, o técnico Didi Ferreira faz menção das superações. “São muitos pontos positivos num clube que para muitos era apontado como candidato ao rebaixamento. O mérito é do grupo que, embora seja reduzido, se supera a cada dia. Isso mesmo com jogos a cada três dias, desgaste em viagens e outros contratempos numa competição tão equilibrada como é o Módulo II”.
28 de fevereiro de 2014
Novo MC Vôlei termina na lanterna geral da Superliga
TIME PERDE de virada para o Sesi/SP e agora terá de encarar o "Torneio da Morte" para tentar a permanência da Elite
NA RODADA de despedida da Superliga, o novo Montes Claros Vôlei perdeu para o Sesi/SP por 3 a 1, quarta à noite, diante de 900 pessoas no Ginásio Poliesportivo Tancredo Neves. A combinação com os outros resultados da noite deixou o time norte-mineiro com a lanterna geral da Superliga Nacional, com apenas 19 pontos. O Voltaço conquistou a mesma pontuação, mas com uma vitória a mais. As parciais foram de 21/17, 14/21, 17/21 e 19/21.
E COM o final dos dois turnos, o presidente do Montes Claros Vôlei, Paulo Martins, acredita que o time esteja agora no “limbo” diante da expectativa quanto ao futuro. Não há garantias para que o time permaneça na principal competição nacional entre 2014/2015.
REUNIÃO DIA SEIS
NA CONDIÇÃO de lanterna terá que disputar uma repescagem contra as outras três equipes que ficaram de fora dos play-offs: Taubaté, Voltaço e UFJF. A CBV marcou uma reunião técnica para a primeira quinta-feira depois do Carnaval (dia 6) no qual definirá o calendário desse “torneio da morte” – além da fórmula de disputa.
MAS UMA coisa é certa: os dois melhores nessa repescagem “sobrevivem” e se garantem na próxima Superliga ao lado dos oito melhores deste ano, do campeão da Superliga B e de um convidado. Os dois piores ou terão que disputar a Superliga B ou tentar junto à CBV ser esse único convidado.
“TRAÇAMOS O planejamento para três anos na Superliga. Se acontecer, não fugiria da disputa da Superliga B, viemos de lá. Resta-nos esperar pelas decisões da Superliga sobre como será a repescagem”, disse Paulo. O Monte Cristo, time que se transferiu de Goiânia e virou Montes Claros, foi o campeão da última Superliga B. Segundo ele, confiante na permanência na Superliga principal, o novo MOC Vôlei já teria definido 60% do orçamento para a temporada seguinte.
AINDA SEM definição das datas com o “torneio da morte”, os jogadores e a comissão técnica deixaram a cidade já na manhã desta quinta-feira.
NA RODADA de despedida da Superliga, o novo Montes Claros Vôlei perdeu para o Sesi/SP por 3 a 1, quarta à noite, diante de 900 pessoas no Ginásio Poliesportivo Tancredo Neves. A combinação com os outros resultados da noite deixou o time norte-mineiro com a lanterna geral da Superliga Nacional, com apenas 19 pontos. O Voltaço conquistou a mesma pontuação, mas com uma vitória a mais. As parciais foram de 21/17, 14/21, 17/21 e 19/21.
E COM o final dos dois turnos, o presidente do Montes Claros Vôlei, Paulo Martins, acredita que o time esteja agora no “limbo” diante da expectativa quanto ao futuro. Não há garantias para que o time permaneça na principal competição nacional entre 2014/2015.
REUNIÃO DIA SEIS
NA CONDIÇÃO de lanterna terá que disputar uma repescagem contra as outras três equipes que ficaram de fora dos play-offs: Taubaté, Voltaço e UFJF. A CBV marcou uma reunião técnica para a primeira quinta-feira depois do Carnaval (dia 6) no qual definirá o calendário desse “torneio da morte” – além da fórmula de disputa.
MAS UMA coisa é certa: os dois melhores nessa repescagem “sobrevivem” e se garantem na próxima Superliga ao lado dos oito melhores deste ano, do campeão da Superliga B e de um convidado. Os dois piores ou terão que disputar a Superliga B ou tentar junto à CBV ser esse único convidado.
“TRAÇAMOS O planejamento para três anos na Superliga. Se acontecer, não fugiria da disputa da Superliga B, viemos de lá. Resta-nos esperar pelas decisões da Superliga sobre como será a repescagem”, disse Paulo. O Monte Cristo, time que se transferiu de Goiânia e virou Montes Claros, foi o campeão da última Superliga B. Segundo ele, confiante na permanência na Superliga principal, o novo MOC Vôlei já teria definido 60% do orçamento para a temporada seguinte.
AINDA SEM definição das datas com o “torneio da morte”, os jogadores e a comissão técnica deixaram a cidade já na manhã desta quinta-feira.
Escadinha mostra torcida para que cidade permaneça na Superliga
MESMO SEM saber qual será seu lugar na próxima temporada, o novo Montes Claros Vôlei ganhou uma torcida de peso para que se mantenha na Superliga Nacional. Multicampeão pela Seleção Brasileira, o líbero Serginho “Escadinha” fez um depoimento exclusivo ao JN ao final da vitória do Sesi/SP no Poliesportivo Tancredo Neves.
“MONTES CLAROS é uma cidade que respira vôlei e não pode passar por provações como aconteceu nesta temporada. O Estado de Minas Gerais é referência e quanto mais clubes, melhor”, disse. Quando perguntado se teve conhecimento da crise financeira que o MOC Vôlei enfrentou durante a competição, o líbero lamentou: “acompanhei mesmo de longe e ciente de todos fatos. O pior foi saber que havia outros clubes na mesma situação; espero que nada se repita daqui em diante”.
SERGINHO FEZ uma comparação entre os dois momentos vividos pelo vôlei montes-clarense na Superliga. No primeiro projeto da cidade, que chegou a ser vice-campeão brasileiro na temporada 2009/2010, ele jogava pelo Brasil Vôlei e numa das partidas dos play-offs foi ostensivamente vaiado por quase 10 mil pessoas que foram ao Poliesportivo. “Não importo com isso! Quero voltar aqui e ser vaiado de novo, mas com o ginásio cheio”. Na quarta, Sesi 3x1 MOC recebeu apenas 900 pessoas.
“MONTES CLAROS é uma cidade que respira vôlei e não pode passar por provações como aconteceu nesta temporada. O Estado de Minas Gerais é referência e quanto mais clubes, melhor”, disse. Quando perguntado se teve conhecimento da crise financeira que o MOC Vôlei enfrentou durante a competição, o líbero lamentou: “acompanhei mesmo de longe e ciente de todos fatos. O pior foi saber que havia outros clubes na mesma situação; espero que nada se repita daqui em diante”.
SERGINHO FEZ uma comparação entre os dois momentos vividos pelo vôlei montes-clarense na Superliga. No primeiro projeto da cidade, que chegou a ser vice-campeão brasileiro na temporada 2009/2010, ele jogava pelo Brasil Vôlei e numa das partidas dos play-offs foi ostensivamente vaiado por quase 10 mil pessoas que foram ao Poliesportivo. “Não importo com isso! Quero voltar aqui e ser vaiado de novo, mas com o ginásio cheio”. Na quarta, Sesi 3x1 MOC recebeu apenas 900 pessoas.
Presidente Paulo Martins descarta que campanha seja castigo: "foi aprendizado"
O TIME fechou a Superliga como o pior entre os 12 participantes. Com o histórico de dificuldades e principalmente de superações, não seria castigo demais?
PAULO MARTINS – “Prefiro considerar como aprendizado ao invés de castigo. O projeto foi idealizado para três anos e este foi apenas o primeiro. Ainda mais considerando como tudo começou. Sem as portas abertas aqui em Montes Claros o time teria acabado lá mesmo em Goiânia”.
EM ALGUNS momentos, tudo parecia conspirar contrário...
PAULO – “A mudança foi muito radical. Saímos de Goiás praticamente fora da Superliga e chegamos em Montes Claros com chances reais de disputá-la. Mas com pouco tempo para arrumar a casa, os problemas foram inevitáveis. Prefiro pensar positivamente: eram jogadores que estavam praticamente desempregados; saíram do anonimato e ganharam mercado, tanto que vários deles se transferiram com a competição em andamento”.
MAS E os problemas?
PAULO – “Todo time tem os seus, só que os nossos foram potencializados. Tivemos perdas que os outros não tiveram. O orçamento original foi desfeito e criamos um emergencial diante da forma que as coisas aconteceram. As perdas começaram por aí. Mas não acho que devemos sentir pena de nós mesmos”.
VIDA QUE segue, qual o planejamento de agora em diante?
PAULO – “O tempo agora é maior para planejarmos. Do orçamento projetado para a próxima temporada, confiante de que continuaremos na Superliga, acredito que 60% da receita está garantida. Há 90 dias já trabalhamos nisso. As empresas trabalham com projetos e como chegamos em cima do início da Superliga, não havia como convencê-las a ajudar”.
PAULO MARTINS – “Prefiro considerar como aprendizado ao invés de castigo. O projeto foi idealizado para três anos e este foi apenas o primeiro. Ainda mais considerando como tudo começou. Sem as portas abertas aqui em Montes Claros o time teria acabado lá mesmo em Goiânia”.
EM ALGUNS momentos, tudo parecia conspirar contrário...
PAULO – “A mudança foi muito radical. Saímos de Goiás praticamente fora da Superliga e chegamos em Montes Claros com chances reais de disputá-la. Mas com pouco tempo para arrumar a casa, os problemas foram inevitáveis. Prefiro pensar positivamente: eram jogadores que estavam praticamente desempregados; saíram do anonimato e ganharam mercado, tanto que vários deles se transferiram com a competição em andamento”.
MAS E os problemas?
PAULO – “Todo time tem os seus, só que os nossos foram potencializados. Tivemos perdas que os outros não tiveram. O orçamento original foi desfeito e criamos um emergencial diante da forma que as coisas aconteceram. As perdas começaram por aí. Mas não acho que devemos sentir pena de nós mesmos”.
VIDA QUE segue, qual o planejamento de agora em diante?
PAULO – “O tempo agora é maior para planejarmos. Do orçamento projetado para a próxima temporada, confiante de que continuaremos na Superliga, acredito que 60% da receita está garantida. Há 90 dias já trabalhamos nisso. As empresas trabalham com projetos e como chegamos em cima do início da Superliga, não havia como convencê-las a ajudar”.
27 de fevereiro de 2014
Boa campanha rende sondagens de quem disputará o Brasileiro
DIREÇÃO DO Bicho já foi procurada sobre a possibilidade de cessão de pelo menos três jogadores
O BICHO não perdeu a viagem a Uberaba. Em 10 minutos, entre os 21’ e 31’ do primeiro tempo, fez três gols e garantiu a tranqüilidade necessária para vencer o Nacional por 3 a 1 e garantir de fato a classificação para a fase final do Módulo II Mineiro.
DIANTE DA boa campanha no Mineiro do Módulo II – a melhor entre todos os 12 participantes – os atletas do Montes Claros FC estão na mira de clubes e empresários. A diretoria revelou que já foi procurada em três oportunidades desde o início da competição e já teme o risco de perder alguns de seus principais jogadores antes do término do Hexagonal, que definirá os dois classificados para elite do Estado em 2015.
SOBRE AS sondagens, a VENETA apurou que o goleiro Thiago Wanderson esteve na mira do Ipatinga, que disputará o Campeonato Brasileiro da Série C depois do Módulo II. Já o zagueiro e capitão Santana despertou interesse do Grêmio Barueri, da Série A-2 do Campeonato Paulista e que disputará a Série D do Nacional.
APONTADO PELA própria comissão técnica como um dos mais regulares do time ao lado do lateral direito Fayllon, o volante Léo Baiano é observado pelo Boa Esporte, atual vice-líder da 1ª Divisão do Campeonato Mineiro e que disputará a 2ª Divisão do Campeonato Brasileiro a partir de abril.
O PRESIDENTE Ville Mocellin destaca o reconhecimento ao bom trabalho do Bicho, mas adiantou que as negociações dependem não apenas da boa vontade dos clubes. “Todos eles têm contrato em vigência. É preciso que o negócio seja bom para todos os lados. São atletas exemplares que merecem sucesso na carreira”, resumiu.
O BICHO não perdeu a viagem a Uberaba. Em 10 minutos, entre os 21’ e 31’ do primeiro tempo, fez três gols e garantiu a tranqüilidade necessária para vencer o Nacional por 3 a 1 e garantir de fato a classificação para a fase final do Módulo II Mineiro.
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| Goleiro Thiago BH, zagueiro Santana e volante Léo na mira de outros clubes |
SOBRE AS sondagens, a VENETA apurou que o goleiro Thiago Wanderson esteve na mira do Ipatinga, que disputará o Campeonato Brasileiro da Série C depois do Módulo II. Já o zagueiro e capitão Santana despertou interesse do Grêmio Barueri, da Série A-2 do Campeonato Paulista e que disputará a Série D do Nacional.
APONTADO PELA própria comissão técnica como um dos mais regulares do time ao lado do lateral direito Fayllon, o volante Léo Baiano é observado pelo Boa Esporte, atual vice-líder da 1ª Divisão do Campeonato Mineiro e que disputará a 2ª Divisão do Campeonato Brasileiro a partir de abril.
O PRESIDENTE Ville Mocellin destaca o reconhecimento ao bom trabalho do Bicho, mas adiantou que as negociações dependem não apenas da boa vontade dos clubes. “Todos eles têm contrato em vigência. É preciso que o negócio seja bom para todos os lados. São atletas exemplares que merecem sucesso na carreira”, resumiu.
26 de fevereiro de 2014
MOC Vôlei recebe o Sesi para fechar a "temporada dos contratempos"
TIME TENTA despedida honrosa que possa evitar lanterna geral da Superliga; permanência para 2014/2015 dependerá de "mini-liga"
O NOVO Montes Claros Vôlei encerra a participação em sua primeira temporada na Superliga Nacional nesta quarta-feira, às 19 horas, contra o Sesi/SP, no Ginásio Poliesportivo Tancredo Neves. Enquanto para o MOC a vitória vale a fuga da incômoda lanterna geral entre os 12 clubes, para o time paulista pode valer a primeira colocação geral.
EM CASA, foram 10 jogos até aqui e o Montes Claros venceu apenas três vezes. No geral, o time fez 21 jogos e ganhou apenas cinco. São 19 pontos, melhor apenas que o Funvic/Taubaté (18). A irregularidade tem explicação.
COMO FOI
O CLUBE teve de conviver com a restrição de orçamento diante uma mudança na última hora de Goiânia para Montes Claros. Sem dinheiro para cobrir a receita planejada, o jeito foi cortar a folha em mais de 50%. Houve até despejo de hotel por atraso de pagamento. Alguns atletas aceitaram a mudança, mas outros não.
NADA MENOS que nove jogadores do grupo original deixaram o clube no meio da competição. O ponteiro Túlio, que estava entre os maiores pontuadores da competição, foi um deles, assim como o oposto Wanderson e o ponteiro Bob.
ESSA REDUÇÃO drástica teve efeito no rendimento em quadra. Com poucas peças de reposição, o time acumulou o desgaste com viagens e com jogos seguidos (chegou a fazer cinco em 12 dias).
INDEPENDENTE DO resultado de hoje, o MOC Vôlei já sabe qual será seu breve futuro. Os times classificados entre 9º e 12º lugares terão de disputar um torneio de repescagem no qual somente os dois melhores garantirão vaga automática na próxima Superliga. Ou seja, terá de encarar uma “mini-Liga” para não ter que depender de um convite para seguir na Elite do vôlei brasileiro na temporada 2014/2015.
| Campanha ficou marcada pelos contratempos financeiros e irregularidade técnica |
EM CASA, foram 10 jogos até aqui e o Montes Claros venceu apenas três vezes. No geral, o time fez 21 jogos e ganhou apenas cinco. São 19 pontos, melhor apenas que o Funvic/Taubaté (18). A irregularidade tem explicação.
COMO FOI
O CLUBE teve de conviver com a restrição de orçamento diante uma mudança na última hora de Goiânia para Montes Claros. Sem dinheiro para cobrir a receita planejada, o jeito foi cortar a folha em mais de 50%. Houve até despejo de hotel por atraso de pagamento. Alguns atletas aceitaram a mudança, mas outros não.
NADA MENOS que nove jogadores do grupo original deixaram o clube no meio da competição. O ponteiro Túlio, que estava entre os maiores pontuadores da competição, foi um deles, assim como o oposto Wanderson e o ponteiro Bob.
ESSA REDUÇÃO drástica teve efeito no rendimento em quadra. Com poucas peças de reposição, o time acumulou o desgaste com viagens e com jogos seguidos (chegou a fazer cinco em 12 dias).
INDEPENDENTE DO resultado de hoje, o MOC Vôlei já sabe qual será seu breve futuro. Os times classificados entre 9º e 12º lugares terão de disputar um torneio de repescagem no qual somente os dois melhores garantirão vaga automática na próxima Superliga. Ou seja, terá de encarar uma “mini-Liga” para não ter que depender de um convite para seguir na Elite do vôlei brasileiro na temporada 2014/2015.
Chance de classificação antecipada
MONTES CLAROS FC visita o Nacional e combinação de empates na rodada de hoje pode garantir a vaga matemática para o Hexagonal Final
O DESAFIO desta quarta-feira, às 20 horas, pode marcar matematicamente a classificação do Montes Claros Futebol Clube para o Hexagonal Final do Mineiro do Módulo II. O time visita o Nacional, pela terceira rodada do turno, no Estádio Uberabão, em Uberaba, com chances reais de garantir a vaga com um empate. Para isso, dependeria também da igualdade no placar entre Mamoré e Araxá, que jogarão no mesmo horário. Ainda pela 8ª rodada – a 3ª do turno – o Uberlândia recebe a Patrocinense.
O MÓDULO II tem duas chaves com seis times em cada uma. Ao final dos dois turnos, os três melhores de cada lado classificam-se para a fase final, que definirá os dois que subirão para a elite 2015. A conta do MCFC para garantir a vaga já nesta quarta-feira tem como referência a distância de pontos em relação ao quarto colocado.
SÃO SEIS pontos de vantagem sobre o Araxá. Com a possibilidade de empate nos dois jogos de hoje, a distância permaneceria a mesma e restariam apenas duas rodadas para o término. Caso o Ganso vença as duas e o Bicho seja derrotado em ambas, ainda sim o Tricolor ficaria com a vaga no empate de hipotéticos 16 pontos de cada um. Isso porque o Araxá ficaria com uma vitória a menos.
MELHOR ATAQUE
NA CAMPANHA do MCFC até aqui, a melhor da Chave B, são 15 pontos ganhos em sete jogos, com 13 gols a favor (o ataque mais positivo da competição) e oito sofridos. No turno, o Bicho venceu o Naça por 3 a 0.
O GRUPO teve que voltar à rotina de jogo, treino e viagem. Até Uberaba, foram 688 KM, com apenas um dia e meio de intervalo depois da vitória sobre o Uberlândia no domingo, por dois a um. O técnico Didi Ferreira tenta superar o desgaste com o discurso da motivação. “Falta muito pouco para a gente cumprir a primeira missão que é garantir a vaga para ao hexagonal final’, disse ao JN.
UM DOS mais regulares do time até aqui, o volante Léo Baiano comentou à reportagem que o MCFC vai a Uberaba para buscar a classificação. “Quanto mais cedo a gente fizer nossa parte, melhor”. Ele lembra que se o Nacional vencer passará a ser mais um na briga pelas vagas. “Precisamos de uma reta final mais tranqüila”.
VOLTA
O MEIA Rodrigo Caixote volta aos planos depois de cumprir a suspensão automática e entra no lugar de Diogo Assunção. O restante do time será o mesmo que venceu o UEC, inclusive com Rômulo, que já confessou sentir o desgaste pela sequência de jogos e viagens, e Vinícius, que deixou o jogo de domingo após receber uma cotovelada involuntária do adversário.
DIOGO ASSUNÇÃO e Rafael Filipe entram pendurados com dois cartões amarelos nesta quarta. Fotos: De Veneta
| Com gol e assistências no campeonato, lateral direito Fayllon vai para o jogo |
O MÓDULO II tem duas chaves com seis times em cada uma. Ao final dos dois turnos, os três melhores de cada lado classificam-se para a fase final, que definirá os dois que subirão para a elite 2015. A conta do MCFC para garantir a vaga já nesta quarta-feira tem como referência a distância de pontos em relação ao quarto colocado.
SÃO SEIS pontos de vantagem sobre o Araxá. Com a possibilidade de empate nos dois jogos de hoje, a distância permaneceria a mesma e restariam apenas duas rodadas para o término. Caso o Ganso vença as duas e o Bicho seja derrotado em ambas, ainda sim o Tricolor ficaria com a vaga no empate de hipotéticos 16 pontos de cada um. Isso porque o Araxá ficaria com uma vitória a menos.
MELHOR ATAQUE
NA CAMPANHA do MCFC até aqui, a melhor da Chave B, são 15 pontos ganhos em sete jogos, com 13 gols a favor (o ataque mais positivo da competição) e oito sofridos. No turno, o Bicho venceu o Naça por 3 a 0.
O GRUPO teve que voltar à rotina de jogo, treino e viagem. Até Uberaba, foram 688 KM, com apenas um dia e meio de intervalo depois da vitória sobre o Uberlândia no domingo, por dois a um. O técnico Didi Ferreira tenta superar o desgaste com o discurso da motivação. “Falta muito pouco para a gente cumprir a primeira missão que é garantir a vaga para ao hexagonal final’, disse ao JN.
UM DOS mais regulares do time até aqui, o volante Léo Baiano comentou à reportagem que o MCFC vai a Uberaba para buscar a classificação. “Quanto mais cedo a gente fizer nossa parte, melhor”. Ele lembra que se o Nacional vencer passará a ser mais um na briga pelas vagas. “Precisamos de uma reta final mais tranqüila”.
VOLTA
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| Técnico Didi Ferreira (C) tem a volta do volante Caixote (D) |
DIOGO ASSUNÇÃO e Rafael Filipe entram pendurados com dois cartões amarelos nesta quarta. Fotos: De Veneta
24 de fevereiro de 2014
Bicho supera problemas e o Verdão e retoma a ponta
TIME FOI obrigado a superar falha no lance do gol e depois duas substituições por mal-estar e contusão
O MONTES Claros é de novo o líder na Chave B do Campeonato Mineiro do Módulo II. No confronto direto desse domingo, válido pela 2ª rodada do returno, fez dois a um sobre o Uberlândia Esporte no Estádio José Maria Melo. Os gols da tarde foram marcados por Rômulo, aos 8’ do 1º tempo, e Peu, aos 6’ da etapa final. Daniel Morais anotou para os visitantes.
O BOM resultado do Montes Claros sobre o Uberlândia, adversário de maior investimento na competição, não esconde os contratempos que o Bicho teve na tarde de domingo. O time saiu na frente do placar, mas sentiu bastante o empate dos visitantes após uma falha do goleiro Thiago Wanderson e do zagueiro Ralph.
ALÉM DISSO, o lateral Rafael Bill precisou ser substituído no intervalo após um mal-estar por causa do forte calor. O meia Diogo Brasília, que sequer havia treinado na função, teve que jogar improvisado do lado esquerdo da defesa. E logo no início da etapa final, o atacante Vinícius deixou o campo contundido após receber uma cotovelada involuntária do volante Álvaro.
GOLS
LOGO AOS 8’, o Bicho abriu o placar numa jogada que começou no campo de defesa, com Rafael Bill. Ele tocou para Léo Baiano no centro do campo, que virou a bola para Fayllon. O lateral direito avançou até a entrada da área, tocou para Rafael Filipe, que fez o pivô e tocou para Rômulo. O camisa 10 teve a tranqüilidade de driblar o goleiro Glaysson e dois zagueiros para finalizar. A comemoração foi em homenagem à 1ª filha, que nascerá nos próximos meses.
O GOL deu a tranquilidade necessária para o time não se arriscar tanto e reforçar a marcação. O Uberlândia teve trabalho em chegar à área tricolor e só se destacou em lances aéreos. Talvez pelo excesso de confiança pela maior posse de bola, o Bicho deu brecha para o rival. Num cruzamento de Allan Taxista, o goleiro Thiago e o zagueiro Ralph foram na mesma bola e trombaram no ar. Caídos, apenas viram Daniel Morais chutar para as redes e empatar.
A PRIMEIRA chance do MCFC de retomar a vantagem foi num chute cruzado de Bill, que Glaysson defendeu de mão trocada. Dois minutos depois, Bill levantou na área e Vinícius cabeceou forte. O goleiro do UEC defendeu no reflexo e a bola ainda tocou no travessão.
NA ETAPA final, por causa do mal estar de Bill, o técnico Didi Ferreira foi obrigado a arriscar. Sem um lateral de ofício no banco, colocou Peu em seu lugar e deslocou Diogo Brasília para o lado esquerdo. Seis minutos depois, a mudança surtiu efeito. Fayllon foi à linha de fundo e chutou cruzado, Glaysson espalmou para dentro da área e Peu ficou com o rebote para recolocar o Bicho na ponta.
NO RESTANTE do jogo, o Tricolor criou mais duas grandes chances, com Léo Baiano, que acertou o travessão num chute de fora da área, e de novo com Peu, que recebeu na entrada da área e sem deixar a bola cair girou e chutou de primeira. A bola foi rente à trave. O UEC, que ficou com um a menos depois da expulsão do zagueiro Martony por reclamação, quase empatou nos acréscimos: Evandro chutou cruzado pela direita e acertou o travessão.
THIAGO RESPONDE
AO FINAL do jogo, depois que o time ficou de joelhos para agradecer a vitória, o goleiro Thiago não fugiu das perguntas sobre o gol do UEC. Negou que tenha sido atrapalhado pelo sol ou que tenha errado o tempo na jogada. "Fomos na mesma bola; faltou comunicação. Uma falha que não pode mais se repetir".
MONTES CLAROS: Thiago Wanderson; Fayllon, Ralph, Santana e Rafael Bill (Peu); Diogo Assunção, Léo Baiano, Rômulo (Índio) e Diogo Brasília; Rafael Filipe e Vinícius (Daniel). DT - Didi Ferreira
UBERLÂNDIA: Glaysson; Edvan, Carlão, Martony e Assis; Álvaro, Thiago Mariano, Marcos Pinguim (Taffarel) e Gabriel Davis; Alan Taxista (Evandro) e Daniel Morais. DT - Welington Fajardo.
CARTÕES AMARELOS: Thiago, Léo Baiano e Peu (MOC) e Martony, Álvaro e Thiago Mariano (UEC). VERMELHO: Martony
PÚBLICO: 325 pagantes. Renda: R$ 4.540,00.
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| Ralph e Rômulo em lance contra três adversários do Uberlândia Esporte |
O BOM resultado do Montes Claros sobre o Uberlândia, adversário de maior investimento na competição, não esconde os contratempos que o Bicho teve na tarde de domingo. O time saiu na frente do placar, mas sentiu bastante o empate dos visitantes após uma falha do goleiro Thiago Wanderson e do zagueiro Ralph.
ALÉM DISSO, o lateral Rafael Bill precisou ser substituído no intervalo após um mal-estar por causa do forte calor. O meia Diogo Brasília, que sequer havia treinado na função, teve que jogar improvisado do lado esquerdo da defesa. E logo no início da etapa final, o atacante Vinícius deixou o campo contundido após receber uma cotovelada involuntária do volante Álvaro.
GOLS
LOGO AOS 8’, o Bicho abriu o placar numa jogada que começou no campo de defesa, com Rafael Bill. Ele tocou para Léo Baiano no centro do campo, que virou a bola para Fayllon. O lateral direito avançou até a entrada da área, tocou para Rafael Filipe, que fez o pivô e tocou para Rômulo. O camisa 10 teve a tranqüilidade de driblar o goleiro Glaysson e dois zagueiros para finalizar. A comemoração foi em homenagem à 1ª filha, que nascerá nos próximos meses.
O GOL deu a tranquilidade necessária para o time não se arriscar tanto e reforçar a marcação. O Uberlândia teve trabalho em chegar à área tricolor e só se destacou em lances aéreos. Talvez pelo excesso de confiança pela maior posse de bola, o Bicho deu brecha para o rival. Num cruzamento de Allan Taxista, o goleiro Thiago e o zagueiro Ralph foram na mesma bola e trombaram no ar. Caídos, apenas viram Daniel Morais chutar para as redes e empatar.
A PRIMEIRA chance do MCFC de retomar a vantagem foi num chute cruzado de Bill, que Glaysson defendeu de mão trocada. Dois minutos depois, Bill levantou na área e Vinícius cabeceou forte. O goleiro do UEC defendeu no reflexo e a bola ainda tocou no travessão.
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| Fayllon, que superou dores de uma pancada na perna, iniciou a jogada do 2º gol |
NO RESTANTE do jogo, o Tricolor criou mais duas grandes chances, com Léo Baiano, que acertou o travessão num chute de fora da área, e de novo com Peu, que recebeu na entrada da área e sem deixar a bola cair girou e chutou de primeira. A bola foi rente à trave. O UEC, que ficou com um a menos depois da expulsão do zagueiro Martony por reclamação, quase empatou nos acréscimos: Evandro chutou cruzado pela direita e acertou o travessão.
THIAGO RESPONDE
AO FINAL do jogo, depois que o time ficou de joelhos para agradecer a vitória, o goleiro Thiago não fugiu das perguntas sobre o gol do UEC. Negou que tenha sido atrapalhado pelo sol ou que tenha errado o tempo na jogada. "Fomos na mesma bola; faltou comunicação. Uma falha que não pode mais se repetir".
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| Didi exaltou a superação: "contusão, mal-estar e ainda tive que improvisar" |
UBERLÂNDIA: Glaysson; Edvan, Carlão, Martony e Assis; Álvaro, Thiago Mariano, Marcos Pinguim (Taffarel) e Gabriel Davis; Alan Taxista (Evandro) e Daniel Morais. DT - Welington Fajardo.
CARTÕES AMARELOS: Thiago, Léo Baiano e Peu (MOC) e Martony, Álvaro e Thiago Mariano (UEC). VERMELHO: Martony
PÚBLICO: 325 pagantes. Renda: R$ 4.540,00.
Com combinação, empate em Uberaba já pode garantir vaga
NA ABERTURA da rodada da Chave B do Módulo II, o Araxá foi surpreendido em casa pelo Nacional por 3 a 2 e, em Patrocínio, o Mamoré venceu a Patrocinense por 2 a 0.
COM A combinação de resultados, o Bicho retomou a ponta isolada com 15 pontos, dois a mais que o próprio Verdão. O Mamoré chegou à 3ª posição com 10 pontos, seguido pelo Ganso (9), Nacional (6) e Patrocinense (5).
O RESULTADO foi um grande passo do Tricolor rumo à vaga matemática para o Hexagonal Final. Nesta quarta, até mesmo com um empate diante do Nacional, em Uberaba, o MCFC pode garantir a classificação se for combinado com uma igualdade no placar entre Mamoré e Araxá, em Patos de Minas.
A DELEGAÇÃO viaja rumo ao Triângulo Mineiro ao meio-dia desta terça-feira e Rodrigo Caixote voltou aos planos depois de cumprir a suspensão automática pelo terceiro cartão.
COM A combinação de resultados, o Bicho retomou a ponta isolada com 15 pontos, dois a mais que o próprio Verdão. O Mamoré chegou à 3ª posição com 10 pontos, seguido pelo Ganso (9), Nacional (6) e Patrocinense (5).
O RESULTADO foi um grande passo do Tricolor rumo à vaga matemática para o Hexagonal Final. Nesta quarta, até mesmo com um empate diante do Nacional, em Uberaba, o MCFC pode garantir a classificação se for combinado com uma igualdade no placar entre Mamoré e Araxá, em Patos de Minas.
A DELEGAÇÃO viaja rumo ao Triângulo Mineiro ao meio-dia desta terça-feira e Rodrigo Caixote voltou aos planos depois de cumprir a suspensão automática pelo terceiro cartão.
Funorte seleciona dez após peneira com 263 meninos
FORAM TRÊS dias de testes; grupo definitivo começou a trabalhar nesta segunda-feira
UM JOGO-treino contra o time juvenil do Cassimiro de Abreu, sábado de manhã, no Estádio José Maria Melo, marcou o terceiro e último dia das peneiradas da nova comissão técnica do Funorte Júnior. Entre a quinta e a sexta-feira, 263 garotos entre 17 e 20 anos foram observados em trabalhos no CT e apenas 21 deles foram selecionados para esse teste final.
DOS “FINALISTAS”, apenas 10 foram aprovados e entram nos planos do FEC para a disputa do Campeonato Mineiro Júnior. O grupo definitivo começou a trabalhar nesta segunda-feira, já com os garotos que estavam no clube no ano passado e aqueles que vêm por indicação de parceiros.
AINDA SIM, o processo de observação continuará até o dia 10 de março, mas sem as peneiradas. Serão observados alguns jogadores por sugestão ou que já tenham experiência em competições de base.
ENTRE OS 10 aprovados após três dias de peneiras há vários meninos de cidades do Norte de Minas e até mesmo do Vale do Jequitinhonha, região que é uma das referências em competições de seleções municipais.
UM DOS parceiros já anunciados é o Montes Claros FC que cedeu ao Formigão o atacante Nando, de 17 anos. Até aqui, ele treinava junto ao elenco profissional do Módulo II. Vindo do futebol amador de São Francisco, o jovem chegou ao Bicho por indicação de outros atletas do grupo que são da mesma cidade.
UM JOGO-treino contra o time juvenil do Cassimiro de Abreu, sábado de manhã, no Estádio José Maria Melo, marcou o terceiro e último dia das peneiradas da nova comissão técnica do Funorte Júnior. Entre a quinta e a sexta-feira, 263 garotos entre 17 e 20 anos foram observados em trabalhos no CT e apenas 21 deles foram selecionados para esse teste final.
DOS “FINALISTAS”, apenas 10 foram aprovados e entram nos planos do FEC para a disputa do Campeonato Mineiro Júnior. O grupo definitivo começou a trabalhar nesta segunda-feira, já com os garotos que estavam no clube no ano passado e aqueles que vêm por indicação de parceiros.
AINDA SIM, o processo de observação continuará até o dia 10 de março, mas sem as peneiradas. Serão observados alguns jogadores por sugestão ou que já tenham experiência em competições de base.
ENTRE OS 10 aprovados após três dias de peneiras há vários meninos de cidades do Norte de Minas e até mesmo do Vale do Jequitinhonha, região que é uma das referências em competições de seleções municipais.
UM DOS parceiros já anunciados é o Montes Claros FC que cedeu ao Formigão o atacante Nando, de 17 anos. Até aqui, ele treinava junto ao elenco profissional do Módulo II. Vindo do futebol amador de São Francisco, o jovem chegou ao Bicho por indicação de outros atletas do grupo que são da mesma cidade.
20 de fevereiro de 2014
Peneirada no 1º dia de trabalho da nova comissão do Funorte
TÉCNICO OBSERVOU 153 garotos na seleção realizada nesta quinta; apenas 10 seguirão nas avaliações
MENOS DE 24 horas depois ser apresentada, ao final da manhã de quarta-feira, a nova comissão técnica já foi para o campo. Nesta quinta-feira, o treinador Marlon Araújo, o preparador físico Rodrigo Cruz e o fisiologista e auxiliar técnico Wagner Meira iniciaram o período de peneiradas para observar jovens atletas com potencial para vestir a camisa do clube no Campeonato Mineiro de Juniores. A disputa começa no dia 23 de março.
A “PENEIRADA” no Centro de Treinamento do Formigão, no Distrito Industrial, reuniu 153 jovens entre 17 e 20 anos. Desses, apenas dez foram selecionados para uma nova sessão de testes nesta sexta-feira, a partir das 8 horas. Ao mesmo tempo, o clube receberá pelo menos mais 80 outros garotos para nova peneira.
O FORMIGÃO versão 2014 aposta na participação maciça de jovens de cidades da região, como aconteceu em trabalhos semelhantes de outros clubes de Montes Claros, como o próprio Bicho e o Cassimiro de Abreu, no qual Marlon esteve em 2012 na disputa do próprio Campeonato Mineiro Júnior.
ATESTADO OBRIGATÓRIO
DIRETOR EXECUTIVO do Funorte, Cristiano Dias Júnior adiantou que cada jogador teve de apresentar o atestado médico como comprovação de que está apto para a prática de exercícios físicos, além da carteira de identidade, CPF e comprovante de endereço.
O FUNORTE disputa o Campeonato Mineiro Júnior desde 2007. Do time que esteve na edição do ano passado e conquistou a sexta colocação geral, 90% do grupo “estourou” o limite de idade – 21 anos. Por isso, a necessidade de renovação. A primeira fase do Campeonato Mineiro será realizada entre março e maio. Se estiver entre os dois melhores de sua chave, o Formigão garante vaga no Hexagonal Final, mas que será disputado somente em setembro, após o período de Copa do Mundo e da Taça BH Júnior.
ALÉM DOS 10% mantidos do grupo de 2013, o técnico Marlon conta, ainda, com alguns jogadores da cidade com experiência em categorias de base em outros clubes. Há, também, o interesse em pelo menos dois jogadores em idade júnior que estão no elenco profissional do Montes Claros FC: o volante Pablo Lopes e o atacante Daniel.
MENOS DE 24 horas depois ser apresentada, ao final da manhã de quarta-feira, a nova comissão técnica já foi para o campo. Nesta quinta-feira, o treinador Marlon Araújo, o preparador físico Rodrigo Cruz e o fisiologista e auxiliar técnico Wagner Meira iniciaram o período de peneiradas para observar jovens atletas com potencial para vestir a camisa do clube no Campeonato Mineiro de Juniores. A disputa começa no dia 23 de março.
A “PENEIRADA” no Centro de Treinamento do Formigão, no Distrito Industrial, reuniu 153 jovens entre 17 e 20 anos. Desses, apenas dez foram selecionados para uma nova sessão de testes nesta sexta-feira, a partir das 8 horas. Ao mesmo tempo, o clube receberá pelo menos mais 80 outros garotos para nova peneira.
O FORMIGÃO versão 2014 aposta na participação maciça de jovens de cidades da região, como aconteceu em trabalhos semelhantes de outros clubes de Montes Claros, como o próprio Bicho e o Cassimiro de Abreu, no qual Marlon esteve em 2012 na disputa do próprio Campeonato Mineiro Júnior.
ATESTADO OBRIGATÓRIO
DIRETOR EXECUTIVO do Funorte, Cristiano Dias Júnior adiantou que cada jogador teve de apresentar o atestado médico como comprovação de que está apto para a prática de exercícios físicos, além da carteira de identidade, CPF e comprovante de endereço.
O FUNORTE disputa o Campeonato Mineiro Júnior desde 2007. Do time que esteve na edição do ano passado e conquistou a sexta colocação geral, 90% do grupo “estourou” o limite de idade – 21 anos. Por isso, a necessidade de renovação. A primeira fase do Campeonato Mineiro será realizada entre março e maio. Se estiver entre os dois melhores de sua chave, o Formigão garante vaga no Hexagonal Final, mas que será disputado somente em setembro, após o período de Copa do Mundo e da Taça BH Júnior.
ALÉM DOS 10% mantidos do grupo de 2013, o técnico Marlon conta, ainda, com alguns jogadores da cidade com experiência em categorias de base em outros clubes. Há, também, o interesse em pelo menos dois jogadores em idade júnior que estão no elenco profissional do Montes Claros FC: o volante Pablo Lopes e o atacante Daniel.
Bicho perde invencibilidade de 18 meses como mandante
TIME NÃO supera retranca do Mamoré e com gol contra leva “troco” três dias depois; Uberlândia agora é líder
FIM DA série de invencibilidade do Montes Claros Futebol Clube como mandante. Depois de 14 partidas em 18 meses, entre compromissos pela Segunda Divisão de 2012 e de 2013 e do Módulo II deste ano, o Bicho voltou a perder como anfitrião na noite dessa quarta-feira, no Estádio José Maria Melo. O Mamoré de Patos de Minas venceu por um a zero em duelo válido pela 1ª rodada do returno do Módulo II – Chave B. O gol foi contra, marcado pelo zagueiro Vinícius Almeida, que fazia seu primeiro jogo como titular. Na verdade, foi um troco; três dias antes, o MCFC surpreendeu o Sapo, de virada, em Patos: 3x2.
A ÚLTIMA derrota do Bicho em casa foi para o Nacional de Uberaba (0x3), no dia 8 de setembro de 2012, pela 2ª Divisão. Contra o Funorte, na fase final da Segundona do ano passado, o time também perdeu, mas era o visitante no clássico. Ainda no meio de semana, mais dois jogos pela Chave B: Nacional 0x1 Uberlândia e Patrocinense 0x0 Araxá. Com a vitória do Verdão, o Tricolor perdeu a liderança por um ponto.
Contratempos
FICOU NÍTIDO que o time sentiu a combinação “desfalques (Santana e Léo Baiano suspensos) mais cansaço” pela sequência de três jogos e duas viagens (2,1 mil KM) em apenas dez dias. Além disso, choveu durante todos os 90 minutos. O técnico Didi Ferreira e dois dos líderes do grupo – o goleiro Thiago Wanderson e o volante Rodrigo Caixote – reconheceram as dificuldades, mas preferiram dar mérito do adversário, que soube marcar (na verdade, armou uma forte retranca) e dificultar o chamado “passe final” do MCFC.
DE FATO isso também aconteceu. O Bicho até chegava à entrada da área do Mamoré, mas não conseguia completar a assistência para as finalizações. Além disso, nas jogadas de linha de fundo e de bola parada, ponto forte na campanha até aqui, quem estava na área adversária quase sempre errava o tempo da jogada e acabou por participar do lance de costas para a bola.
O PRIMEIRO tempo foi fraco tecnicamente e só “vingou” ao final, com um chute de Jonathan Reis de fora da área que Thiago espalmou para dentro da área e Fayllon isolou o rebote; e no carrinho de Vinícius Nogueira, que completou de primeira um cruzamento vindo da direita. A bola raspou no travessão de Fabrício.
Sem melhoras
NA ETAPA final, a linha de frente do Bicho não melhorou de rendimento, mas mesmo assim teve outras duas boas chances de gol antes dos 15’: Diogo Brasília num chute rente ao gol [mas para fora] e Rômulo, que invadiu a área e acertou a trave direita do Mamoré.
AOS 20’, o gol solitário da noite. Bruno Limão cobrou o escanteio bem fechado e Leonardo desviou a bola na primeira trave, o suficiente para tirar toda a defesa do Bicho do tempo da bola. Vinícius Almeida, que estava no meio da área, ainda tentou tirá-la, mas a cabeçada foi direto para as redes de Thiago: gol contra.
A OBEDIÊNCIA tática de outros jogos não prevaleceu e os jogadores do MCFC tentaram o empate cada um ao seu jeito. A vitória recolocava o Mamoré na briga por uma das vagas ao Hexagonal Final, além de manter o emprego do então ameaçado técnico Gerson Evaristo. Por isso, os visitantes reforçaram ainda mais a marcação nas três substituições, além de insistirem na “cera”. O massagista entrou em campo seis vezes para atendimentos, isso em menos de 20 minutos. O MCFC tentou compensar e chegou ao final do jogo com três atacantes, mas sem sucesso.
MONTES CLAROS: Thiago Wanderson; Fayllon, Ralph, Vinícius Almeida e Rafael Bill; Caixote, Diogo Assunção (Índio), Rômulo e Diogo Brasília (Daniel); Vinícius Nogueira e Rafael Filipe (Peu).
MAMORÉ: Fabrício; Bruno Limão, Thales, Luiz Antonio e Fabiano; Thiago Carvalho, Caetano (Ciro), Luiz Ricardo e Luizinho; Jonathan Reis e Leonardo (Wellington).
PÚBLICO: 200 pagantes. CARTÕES: Caixote (3º), Ralph e Diogo Assunção (MOC); Fabrício e Wellington (MAM). No domingo, no duelo que vale a ponta, o time tricolor receberá o Uberlândia, pela sétima rodada (2ª do returno).
| Com chuva, Mamoré venceu o Bicho em pleno José Maria Melo |
A ÚLTIMA derrota do Bicho em casa foi para o Nacional de Uberaba (0x3), no dia 8 de setembro de 2012, pela 2ª Divisão. Contra o Funorte, na fase final da Segundona do ano passado, o time também perdeu, mas era o visitante no clássico. Ainda no meio de semana, mais dois jogos pela Chave B: Nacional 0x1 Uberlândia e Patrocinense 0x0 Araxá. Com a vitória do Verdão, o Tricolor perdeu a liderança por um ponto.
Contratempos
| MCFC manteve padrão na marcação, mas não rendeu nos demais |
DE FATO isso também aconteceu. O Bicho até chegava à entrada da área do Mamoré, mas não conseguia completar a assistência para as finalizações. Além disso, nas jogadas de linha de fundo e de bola parada, ponto forte na campanha até aqui, quem estava na área adversária quase sempre errava o tempo da jogada e acabou por participar do lance de costas para a bola.
O PRIMEIRO tempo foi fraco tecnicamente e só “vingou” ao final, com um chute de Jonathan Reis de fora da área que Thiago espalmou para dentro da área e Fayllon isolou o rebote; e no carrinho de Vinícius Nogueira, que completou de primeira um cruzamento vindo da direita. A bola raspou no travessão de Fabrício.
Sem melhoras
NA ETAPA final, a linha de frente do Bicho não melhorou de rendimento, mas mesmo assim teve outras duas boas chances de gol antes dos 15’: Diogo Brasília num chute rente ao gol [mas para fora] e Rômulo, que invadiu a área e acertou a trave direita do Mamoré.
AOS 20’, o gol solitário da noite. Bruno Limão cobrou o escanteio bem fechado e Leonardo desviou a bola na primeira trave, o suficiente para tirar toda a defesa do Bicho do tempo da bola. Vinícius Almeida, que estava no meio da área, ainda tentou tirá-la, mas a cabeçada foi direto para as redes de Thiago: gol contra.
A OBEDIÊNCIA tática de outros jogos não prevaleceu e os jogadores do MCFC tentaram o empate cada um ao seu jeito. A vitória recolocava o Mamoré na briga por uma das vagas ao Hexagonal Final, além de manter o emprego do então ameaçado técnico Gerson Evaristo. Por isso, os visitantes reforçaram ainda mais a marcação nas três substituições, além de insistirem na “cera”. O massagista entrou em campo seis vezes para atendimentos, isso em menos de 20 minutos. O MCFC tentou compensar e chegou ao final do jogo com três atacantes, mas sem sucesso.
MONTES CLAROS: Thiago Wanderson; Fayllon, Ralph, Vinícius Almeida e Rafael Bill; Caixote, Diogo Assunção (Índio), Rômulo e Diogo Brasília (Daniel); Vinícius Nogueira e Rafael Filipe (Peu).
MAMORÉ: Fabrício; Bruno Limão, Thales, Luiz Antonio e Fabiano; Thiago Carvalho, Caetano (Ciro), Luiz Ricardo e Luizinho; Jonathan Reis e Leonardo (Wellington).
PÚBLICO: 200 pagantes. CARTÕES: Caixote (3º), Ralph e Diogo Assunção (MOC); Fabrício e Wellington (MAM). No domingo, no duelo que vale a ponta, o time tricolor receberá o Uberlândia, pela sétima rodada (2ª do returno).
MOC vence em duas das cinco categorias em Várzea da Palma
PROVA DE abertura da Copa Norte-mineira de Motocross teve pilotos até de cidades de fora da região
ABERTA A temporada do Motocross. A primeira prova da Copa Norte-mineira Radical X/2014 foi realizada no último sábado, em Várzea da Palma, com a participação de 43 pilotos nas cinco categorias. Pilotos de Montes Claros venceram duas categorias. Destaques também para outros dois competidores de cidades de fora da região que também terminaram na primeira colocação.
A DISPUTA em Várzea da Palma serviu, ainda, para a entrega da premiação dos campeões do ano passado. Responsável pelo calendário do Motocross, a Associação Norte-mineira de Motociclismo (ANMM) anuncia mais seis provas da modalidade neste ano. A entidade é responsável pela realização paralela do Circuito Intertv de Supercross, que é tratado como a “Série A” do motociclismo regional. O Motocross é visto como uma "Série B" - ou divisão de acesso.
RONAN RÚBIO foi um dos montes-clarenses que venceu em Várzea da Palma. Foi o primeiro na categoria Intermediária. Já Bruno Souza, também de MOC, foi o melhor na Nacional. César Boaventura, de Patos de Minas, ganhou a categoria MX1; Willker Guilherme foi o 1ª na Amador e o “anfitrião” Murilo Diniz venceu a Infantil. Cidades como Guanambi/BA, Corinto e Sete Lagoas também tiveram representantes na prova.
CAMPEÕES
AO FINAL da prova em Várzea da Palma, a ANMM entregou a premiação aos pilotos que somaram mais pontos em suas respectivas categorias em 2013. Bruno Souza foi o campeão da MX1, considerada a principal e mais forte categoria. Já Ronan Rúbio se destacou duas vezes: campeão na Intermediária e vice da MX1.
O TÍTULO Amador do ano passado foi conquistado por Carlos Alberto, de Lassance, e na Nacional o melhor piloto foi Henry Ferreira (Salinas). Luís Mesquita, de Januária, foi o campeão na Infantil. - foto: Tico Cordeiro/Radical X
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| Primeira etapa reuniu 43 pilotos em cinco categorias com duas vitórias de MOC |
A DISPUTA em Várzea da Palma serviu, ainda, para a entrega da premiação dos campeões do ano passado. Responsável pelo calendário do Motocross, a Associação Norte-mineira de Motociclismo (ANMM) anuncia mais seis provas da modalidade neste ano. A entidade é responsável pela realização paralela do Circuito Intertv de Supercross, que é tratado como a “Série A” do motociclismo regional. O Motocross é visto como uma "Série B" - ou divisão de acesso.
RONAN RÚBIO foi um dos montes-clarenses que venceu em Várzea da Palma. Foi o primeiro na categoria Intermediária. Já Bruno Souza, também de MOC, foi o melhor na Nacional. César Boaventura, de Patos de Minas, ganhou a categoria MX1; Willker Guilherme foi o 1ª na Amador e o “anfitrião” Murilo Diniz venceu a Infantil. Cidades como Guanambi/BA, Corinto e Sete Lagoas também tiveram representantes na prova.
CAMPEÕES
AO FINAL da prova em Várzea da Palma, a ANMM entregou a premiação aos pilotos que somaram mais pontos em suas respectivas categorias em 2013. Bruno Souza foi o campeão da MX1, considerada a principal e mais forte categoria. Já Ronan Rúbio se destacou duas vezes: campeão na Intermediária e vice da MX1.
O TÍTULO Amador do ano passado foi conquistado por Carlos Alberto, de Lassance, e na Nacional o melhor piloto foi Henry Ferreira (Salinas). Luís Mesquita, de Januária, foi o campeão na Infantil. - foto: Tico Cordeiro/Radical X
19 de fevereiro de 2014
MCFC enfrenta o Mamoré, desfalques e cansaço
NA PONTA isolada, Bicho tenta superar problemas no retorno à casa depois de dez dias
O BICHO volta a atuar no Estádio José Maria Melo após dez dias como visitante no Mineiro do Módulo II. Motivado pela retomada da liderança isolada no final de semana, o time recebe o Mamoré, nesta quarta-feira, às 19 horas, pela 1ª rodada do returno da 1ª fase – Chave B. A expectativa é de um bom público diante da boa situação na tabela e, também, pela promoção anunciada pela diretoria: o torcedor com a camisa do clube (listrada ou branca) paga meia entrada. Os preços são R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia).
O TÉCNICO Didi Ferreira não repete a formação que venceu de virada o mesmo Mamoré, domingo passado, em Patos de Minas. Não há problemas de contusão, mas sim de ordem disciplinar. O zagueiro Santana e o volante Léo Baiano estão suspensos pelo terceiro cartão amarelo.
ANTES DE analisar os possíveis substitutos, o comandante tricolor lembra que a superação do time não está apenas nos placares. “Fizemos dois jogos fora em dois campos de grandes dimensões. Mais do que isso: foram duas viagens longas e desgastantes”, relembra Didi. Para ele, mais do que analisar prováveis substitutos, já é hora de considerar também a questão física.
REAÇÕES
“NUM CENÁRIO como esse, a reação de cada atleta é diferenciada. Alguns deles já estão extenuados, além do que o nosso grupo é reduzido. É uma habilidade a mais que o campeonato exige da gente”, disse o técnico.
ATÉ AQUI, o Montes Claros recebeu 16 cartões amarelos no Módulo II. Léo Baiano e Santana são os primeiros suspensos automaticamente. Mas a lista tende a aumentar: Rodrigo Caixote e Rafael Filipe entram em campo nesta quarta-feira pendurados com dois amarelos.
SOBRE OS substitutos, Didi faz mistério, embora tenha utilizado opções das mesmas posições nos cinco jogos anteriores até aqui. O zagueiro Vinícius Almeida entrou em suas oportunidades para reforçar a marcação no jogo aéreo, enquanto o volante Diogo Assunção fez as vezes de lateral esquerdo.
A ENTRADA de Almeida no lugar de Santana é praticamente certa. Já no meio, há algumas variáveis: Diogo Assunção ou o recuo de Diogo Brasília para a função. Nesse segundo caso, Vinícius Nogueira deixaria o ataque para assumir a função de 4º homem no meio de campo e Índio entraria no ataque.
O PROVÁVEL time: Thiago Wanderson; Fayllon, Vinícius Almeida, Ralph e Rafael Bill; Rodrigo Caixote, Diogo Assunção (Vinícius Nogueira), Diogo Brasília e Rômulo; Vinícius Nogueira (Índio) e Rafael Filipe.
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| Goleiro Thiago Wanderson entre os líderes do time do Montes Claros |
O TÉCNICO Didi Ferreira não repete a formação que venceu de virada o mesmo Mamoré, domingo passado, em Patos de Minas. Não há problemas de contusão, mas sim de ordem disciplinar. O zagueiro Santana e o volante Léo Baiano estão suspensos pelo terceiro cartão amarelo.
ANTES DE analisar os possíveis substitutos, o comandante tricolor lembra que a superação do time não está apenas nos placares. “Fizemos dois jogos fora em dois campos de grandes dimensões. Mais do que isso: foram duas viagens longas e desgastantes”, relembra Didi. Para ele, mais do que analisar prováveis substitutos, já é hora de considerar também a questão física.
REAÇÕES
“NUM CENÁRIO como esse, a reação de cada atleta é diferenciada. Alguns deles já estão extenuados, além do que o nosso grupo é reduzido. É uma habilidade a mais que o campeonato exige da gente”, disse o técnico.
ATÉ AQUI, o Montes Claros recebeu 16 cartões amarelos no Módulo II. Léo Baiano e Santana são os primeiros suspensos automaticamente. Mas a lista tende a aumentar: Rodrigo Caixote e Rafael Filipe entram em campo nesta quarta-feira pendurados com dois amarelos.
SOBRE OS substitutos, Didi faz mistério, embora tenha utilizado opções das mesmas posições nos cinco jogos anteriores até aqui. O zagueiro Vinícius Almeida entrou em suas oportunidades para reforçar a marcação no jogo aéreo, enquanto o volante Diogo Assunção fez as vezes de lateral esquerdo.
A ENTRADA de Almeida no lugar de Santana é praticamente certa. Já no meio, há algumas variáveis: Diogo Assunção ou o recuo de Diogo Brasília para a função. Nesse segundo caso, Vinícius Nogueira deixaria o ataque para assumir a função de 4º homem no meio de campo e Índio entraria no ataque.
O PROVÁVEL time: Thiago Wanderson; Fayllon, Vinícius Almeida, Ralph e Rafael Bill; Rodrigo Caixote, Diogo Assunção (Vinícius Nogueira), Diogo Brasília e Rômulo; Vinícius Nogueira (Índio) e Rafael Filipe.
17 de fevereiro de 2014
Virada em Patos e líder isolado
COM VÁRIAS adversidades, Bicho mostra personalidade, dobra o Mamoré e segue firme na briga pela vaga na fase final
CHUVA, PRESSÃO da torcida adversária, seis cartões amarelos, erros do juiz (para os dois lados) e virada no placar. Esse foi o resumo do jogo que recolocou o Montes Claros Futebol Clube na liderança isolada da Chave B do Campeonato Mineiro do Módulo II. O Bicho retomou a ponta ao vencer o Mamoré por três a dois, domingo à tarde, no Estádio Bernardo Rubinger Queiroz, em Patos de Minas, pela última rodada do turno – 1ª fase.
COM 12 pontos, o time está bem próximo de garantir matematicamente uma das três vagas do grupo para a fase final. Nas cinco rodadas restantes, será mandante em três, a começar nesta quarta-feira, às 19 horas, de novo contra o Mamoré.
PRESSIONADO PELA campanha ruim, o Mamoré teve domínio nos primeiros 20 minutos. Foram muitas bolas aéreas na defesa do MCFC, mas foi pelo meio que abriu o placar, logo aos 6’. Luiz Ricardo arriscou de fora de área e acertou o ângulo de Thiago Wanderson.
SÓ AOS 23’ que o Bicho conseguiu sua primeira finalização de fato. Diogo Brasília chutou fraco e Fabrício defendeu sem problemas. Mas dois minutos depois, Rafael Bill saiu da esquerda e tocou no meio para Léo Baiano. Ele tocou de primeira para Rafael Filipe, que dominou dentro da grande área e tirou o goleiro da jogada para empatar.
O MAMORÉ poderia ter virado antes do intervalo. Após cobrança de escanteio, Luiz Antonio cabeceou sozinho na segunda trave e Thiago defendeu à queima roupa.
“LAMBANÇAS”
NA ETAPA final, o árbitro Hélio José dos Santos foi um dos principais protagonistas em campo. Mostrou rigidez na aplicação dos cartões, acompanhou os lances a distância e errou na marcação dos pênaltis. Aos 16’, Thiago Carvalho perdeu o domínio da bola escorregou dentro da área. Jonathan Reis cobrou e recolocou o Sapo na frente.
POUCO TEMPO para comemorar. Num lançamento da intermediária do zagueiro Ralph, Rafael Filipe chegou à frente, mas o zagueiro adversário chegou na frente e isolou a bola. Os dois trombaram e o árbitro entendeu como falta. Outra penalidade e Rômulo converteu para o Bicho.
O EMPATE motivou o Tricolor, que colocou a marcação no campo de ataque. A pressão na saída de bola do Mamoré surtiu efeito logo aos 19’. Diogo Brasília se antecipou ao defensor do Sapo e na saída de Fabrício fez o terceiro gol, rasteiro, do meio da área.
EM VANTAGEM pela primeira vez, o Montes Claros fez de tudo para segurar o placar e até teve chance de ampliar em dois contra-ataques. O goleiro adversário saiu nos pés dos atacantes e impediu uma virada ainda maior. Já o Mamoré ficou incomodado com as vaias da torcida e teve trabalho com o reforço na marcação que o técnico Didi fez na entrada da área tricolor com as entradas de Vinícius Almeida e de Diogo Assunção.
PARTE DAS organizadas deu as costas para o campo. Um chute da intermediária foi a única chance clara de empate que os donos da casa tiveram, mas Thiago espalmou para escanteio. Foram seis minutos de acréscimo por causa das substituições e de três atendimentos médicos, mas ainda sim o Bicho se segurou e consolidou sua segunda vitória como visitante; a quarta em cinco jogos.
FICHA TÉCNICA
MAMORÉ – Fabrício; Bruno Limão, Thales, Luiz Antonio e Fabiano; Thiago Carvalho, Caetano (Jean Santiago), Luiz Ricardo e Charles; Luizinho (Wellinton) e Leonardo (Jonathan Reis). DT – Gerson Evaristo.
MONTES CLAROS – Thiago Wanderson; Fayllon, Santana, Ralph e Rafael Bill (Diogo Assunção); Léo Baiano, Rodrigo Caixote, Rômulo (Vinícius Almeida) e Diogo Brasília (Peu); Rafael Filipe e Vinícius. DT – Didi Ferreira.
AMARELOS: Fayllon, Santana, Diogo Assunção, Léo Baiano, Caixote e Diogo Brasília (MOC); Bruno Limão, Luiz Antonio e Jonathan Reis (MAM) - Fotos: DE VENETA
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| Léo Baiano e Rafael Bill na marcação sobre Charles; Bicho virou na etapa final |
COM 12 pontos, o time está bem próximo de garantir matematicamente uma das três vagas do grupo para a fase final. Nas cinco rodadas restantes, será mandante em três, a começar nesta quarta-feira, às 19 horas, de novo contra o Mamoré.
PRESSIONADO PELA campanha ruim, o Mamoré teve domínio nos primeiros 20 minutos. Foram muitas bolas aéreas na defesa do MCFC, mas foi pelo meio que abriu o placar, logo aos 6’. Luiz Ricardo arriscou de fora de área e acertou o ângulo de Thiago Wanderson.
SÓ AOS 23’ que o Bicho conseguiu sua primeira finalização de fato. Diogo Brasília chutou fraco e Fabrício defendeu sem problemas. Mas dois minutos depois, Rafael Bill saiu da esquerda e tocou no meio para Léo Baiano. Ele tocou de primeira para Rafael Filipe, que dominou dentro da grande área e tirou o goleiro da jogada para empatar.
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| Comemoração do primeiro gol do MCFC marcado pelo atacante Rafael Filipe (C) |
“LAMBANÇAS”
NA ETAPA final, o árbitro Hélio José dos Santos foi um dos principais protagonistas em campo. Mostrou rigidez na aplicação dos cartões, acompanhou os lances a distância e errou na marcação dos pênaltis. Aos 16’, Thiago Carvalho perdeu o domínio da bola escorregou dentro da área. Jonathan Reis cobrou e recolocou o Sapo na frente.
POUCO TEMPO para comemorar. Num lançamento da intermediária do zagueiro Ralph, Rafael Filipe chegou à frente, mas o zagueiro adversário chegou na frente e isolou a bola. Os dois trombaram e o árbitro entendeu como falta. Outra penalidade e Rômulo converteu para o Bicho.
O EMPATE motivou o Tricolor, que colocou a marcação no campo de ataque. A pressão na saída de bola do Mamoré surtiu efeito logo aos 19’. Diogo Brasília se antecipou ao defensor do Sapo e na saída de Fabrício fez o terceiro gol, rasteiro, do meio da área.
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| Oportunismo de Diogo Brasília para o gol da vitória |
PARTE DAS organizadas deu as costas para o campo. Um chute da intermediária foi a única chance clara de empate que os donos da casa tiveram, mas Thiago espalmou para escanteio. Foram seis minutos de acréscimo por causa das substituições e de três atendimentos médicos, mas ainda sim o Bicho se segurou e consolidou sua segunda vitória como visitante; a quarta em cinco jogos.
FICHA TÉCNICA
MAMORÉ – Fabrício; Bruno Limão, Thales, Luiz Antonio e Fabiano; Thiago Carvalho, Caetano (Jean Santiago), Luiz Ricardo e Charles; Luizinho (Wellinton) e Leonardo (Jonathan Reis). DT – Gerson Evaristo.
MONTES CLAROS – Thiago Wanderson; Fayllon, Santana, Ralph e Rafael Bill (Diogo Assunção); Léo Baiano, Rodrigo Caixote, Rômulo (Vinícius Almeida) e Diogo Brasília (Peu); Rafael Filipe e Vinícius. DT – Didi Ferreira.
AMARELOS: Fayllon, Santana, Diogo Assunção, Léo Baiano, Caixote e Diogo Brasília (MOC); Bruno Limão, Luiz Antonio e Jonathan Reis (MAM) - Fotos: DE VENETA
Bicho x Sapo nesta quarta: meia entrada para quem usar a camisa do Tricolor
MOTIVADO PELA vitória sobre o Sapo, o presidente Ville Mocellin anunciou ainda em Patos de Minas promoção para o jogo desta quarta-feira. O torcedor que estiver com a camisa do MCFC, seja a tricolor ou a branca, de qualquer modelo, pagará meia entrada. Os ingressos custam R$ 20 (inteira) e R$ 10 (inteira).
NAS CONTAS do dirigente, uma nova vitória sobre o Mamoré deixaria o Bicho praticamente classificado para o Hexagonal Final. Conforme o regulamento, os três primeiros classificam-se para a próxima fase. Na atual tabela de pontos, o Bicho tem oito pontos a mais que o quarto colocado.
NAS CONTAS do dirigente, uma nova vitória sobre o Mamoré deixaria o Bicho praticamente classificado para o Hexagonal Final. Conforme o regulamento, os três primeiros classificam-se para a próxima fase. Na atual tabela de pontos, o Bicho tem oito pontos a mais que o quarto colocado.
Santana e Léo fora dos planos por causa do 3º amarelo
SUBSTITUIÇÕES NAS cinco rodadas até aqui sugerem as opções para a zaga e meio de campo
EM MEIO à vitória em Patos de Minas, o Bicho sofreu duas baixas para o jogo desta quarta, mais uma vez contra o Mamoré, na rodada de abertura do returno do Mineiro do Módulo II. O zagueiro Anderson Santana e o meia Léo Baiano receberam o terceiro cartão amarelo no domingo e têm agora de cumprir a suspensão automática.
SE O técnico Didi Ferreira optar pelos substitutos que utilizou nos jogos-treinos da pré-temporada e nas substituições mais comuns entre coletivos e jogos, Vinícius Almeida e Diogo Assunção são os reservas imediatos para as respectivas vagas. Em quatro dos cinco jogos até aqui, Diogo foi utilizado pelo treinador. Vinícius entrou duas vezes.
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| Capitão Santana levou o terceiro cartão amarelo na vitória em Patos de Minas |
SE O técnico Didi Ferreira optar pelos substitutos que utilizou nos jogos-treinos da pré-temporada e nas substituições mais comuns entre coletivos e jogos, Vinícius Almeida e Diogo Assunção são os reservas imediatos para as respectivas vagas. Em quatro dos cinco jogos até aqui, Diogo foi utilizado pelo treinador. Vinícius entrou duas vezes.
MC Vôlei perde pela 7ª vez em casa
DAS DUAS, uma: rebaixamento direto com combinação de resultado ou - menos mal - a disputa da Liga de acesso
O NOVO Montes Claros Vôlei amargou a sétima derrota em casa na Superliga. Perdeu para o Brasil Kirin/Campinas por 3 a 0, sábado à noite, pela 9ª rodada do returno, no Poliesportivo Tancredo Neves. As parciais foram de 21/23, 18/21 e 15/21 e com a combinação com os outros resultados, o time perdeu uma posição e caiu para o 10º lugar. Em toda competição, são 21 jogos, com cinco vitórias e 16 derrotas.
A SITUAÇÃO tornou-se mais dramática porque o MOC agora tem somente mais um jogo a fazer, dia 26 deste mês. O jogo pela 10ª rodada, contra o Vivo/Minas, foi antecipado por causa da participação do rival no Sul-americano de clubes. A equipe norte-mineira dependerá de uma vitória sobre o Sesi/SP para não amargar o rebaixamento direto para a Superliga B, o que acontecerá somente com o último colocado.
JÁ OS times colocados entre a 9ª e 11ª posições disputarão uma liga de acesso – uma espécie de repescagem contra os melhores da Superliga B. O Montes Claros tem 19 pontos. Voltaço, com um jogo a menos, tem 17 e o lanterna Taubaté, com duas partidas a menos, tem 15.
O NOVO Montes Claros Vôlei amargou a sétima derrota em casa na Superliga. Perdeu para o Brasil Kirin/Campinas por 3 a 0, sábado à noite, pela 9ª rodada do returno, no Poliesportivo Tancredo Neves. As parciais foram de 21/23, 18/21 e 15/21 e com a combinação com os outros resultados, o time perdeu uma posição e caiu para o 10º lugar. Em toda competição, são 21 jogos, com cinco vitórias e 16 derrotas.
A SITUAÇÃO tornou-se mais dramática porque o MOC agora tem somente mais um jogo a fazer, dia 26 deste mês. O jogo pela 10ª rodada, contra o Vivo/Minas, foi antecipado por causa da participação do rival no Sul-americano de clubes. A equipe norte-mineira dependerá de uma vitória sobre o Sesi/SP para não amargar o rebaixamento direto para a Superliga B, o que acontecerá somente com o último colocado.
JÁ OS times colocados entre a 9ª e 11ª posições disputarão uma liga de acesso – uma espécie de repescagem contra os melhores da Superliga B. O Montes Claros tem 19 pontos. Voltaço, com um jogo a menos, tem 17 e o lanterna Taubaté, com duas partidas a menos, tem 15.
Por 6 votos a 3, José Vicente vence na Liga montes-clarense de Futebol
JOSÉ VICENTE Pereira é o novo presidente da Liga Montes-clarense de Futebol. Na eleição realizada na noite dessa sexta-feira, na sede da entidade, ele obteve seis dos nove votos de clubes. O candidato da chapa 2, Cássio Dantas, recebeu os outros três. Diferente do que aconteceu no pleito do dia 18 de janeiro, cujo resultado acabou invalidado, não houve registro de qualquer incidente.
COMO DIRETOR de árbitros, Zé Vicente fez parte dos últimos 18 meses da última gestão da LMF. Ivan Siqueira, que foi secretário da Liga por vários anos, integra a chapa como vice-presidente. Sobre a vitória, foi objetivo. “Agradeço aos clubes pela confiança e vamos iniciar os trabalhos o mais rápido possível”, disse Vicente, ao enfatizar que o futebol já ficou tempo parado demais.
Duas vezes
O NOVO presidente precisou “vencer” duas eleições para levar a presidência. Na disputa de janeiro, que teve quatro concorrentes e chegou a ter a votação dos clubes, ele recebeu também seis votos; Cássio outros dois.
A ELEIÇÃO foi conduzida pelo presidente do Tribunal de Justiça Desportiva da Liga (TJD/FMF), advogado Danilo Cléber Mendes. Ao final, ele identificou falhas no registro da chapa derrotada. “Não foram apresentadas algumas certidões previdenciárias e da justiça civil e criminal”, disse.
A LMF atravessa um dos períodos mais críticos desde sua fundação, com problemas de ordem financeira e de estrutura. Duas das três últimas competições amadoras não chegaram ao fim e nos últimos dois anos não houve prestação de contas nem competições oficiais da base. A entidade perdeu uma de suas únicas fonte de renda: um estacionamento ao lado do Fórum, cujo terreno foi cedido para a construção da sede da Câmara Municipal.
NA ÚLTIMA semana, a entidade que estava sem comando desde o final de 2013, perdeu o direito de administrar o Estádio Rubens Durães Peres. O espaço pertence ao município, que optou em tomá-lo de volta para um trabalho de reforma do gramado e recuperação da estrutura física. O argumento estaria justamente na vacância da presidência até então.
COMO DIRETOR de árbitros, Zé Vicente fez parte dos últimos 18 meses da última gestão da LMF. Ivan Siqueira, que foi secretário da Liga por vários anos, integra a chapa como vice-presidente. Sobre a vitória, foi objetivo. “Agradeço aos clubes pela confiança e vamos iniciar os trabalhos o mais rápido possível”, disse Vicente, ao enfatizar que o futebol já ficou tempo parado demais.
Duas vezes
O NOVO presidente precisou “vencer” duas eleições para levar a presidência. Na disputa de janeiro, que teve quatro concorrentes e chegou a ter a votação dos clubes, ele recebeu também seis votos; Cássio outros dois.
A ELEIÇÃO foi conduzida pelo presidente do Tribunal de Justiça Desportiva da Liga (TJD/FMF), advogado Danilo Cléber Mendes. Ao final, ele identificou falhas no registro da chapa derrotada. “Não foram apresentadas algumas certidões previdenciárias e da justiça civil e criminal”, disse.
A LMF atravessa um dos períodos mais críticos desde sua fundação, com problemas de ordem financeira e de estrutura. Duas das três últimas competições amadoras não chegaram ao fim e nos últimos dois anos não houve prestação de contas nem competições oficiais da base. A entidade perdeu uma de suas únicas fonte de renda: um estacionamento ao lado do Fórum, cujo terreno foi cedido para a construção da sede da Câmara Municipal.
NA ÚLTIMA semana, a entidade que estava sem comando desde o final de 2013, perdeu o direito de administrar o Estádio Rubens Durães Peres. O espaço pertence ao município, que optou em tomá-lo de volta para um trabalho de reforma do gramado e recuperação da estrutura física. O argumento estaria justamente na vacância da presidência até então.
16 de fevereiro de 2014
MCFC x Mamoré 17 anos depois
BICHO REENCONTRA o Sapo em Patos de Minas e já convive com problemas de desgaste pela sequência de cinco jogos em 14 dias
NESTE DOMINGO, às 16 horas, em Patos de Minas, o Montes Claros fará seu 5º jogo em apenas 14 dias desde a estreia no Campeonato Mineiro do Módulo II. Enfrenta o Mamoré, no Estádio Bernardo Queiroz, pela última rodada do turno da 1ª fase – Chave B. A última vez em que os clubes se enfrentaram foi pela 1ª Divisão Estadual em 1997, com uma vitória para cada lado: o MCFC fez 2 a 0 em MOC e o Mamoré venceu por 2 a 1 no antigo estádio Valdomiro Pereira, em Patos.
NA ATUAL classificação, o Bicho tem nove pontos contra quatro do Sapo. Ontem, as partidas Uberlândia 1x1 Nacional e Araxá 0x0 Patrocinense abriram a rodada da Chave B.
O INEVITÁVEL desgaste pela sequência de jogos às quartas e domingos já reflete no grupo do MCFC. Depois da derrota no meio de semana para o Uberlândia, quatro jogadores passaram a ser dúvidas por causa de pequenas contusões e dores musculares.
DIFERENTE DOS companheiros que fizeram trabalhos físicos e com bola, os zagueiros Santana e Ralph, o meia Caixote e o armador Rômulo foram poupados. Os três primeiros precisaram de sessões de fisioterapia para acelerar o processo de recuperação, enquanto Rômulo apenas repousou. Todos são titulares e a situação preocupa ao técnico Didi Ferreira.
Muito dura
“A SEQUÊNCIA tem sido muito dura: jogos e viagens. Sem contar os adversários dentro de campo, enquanto as cidades dos outros clubes da chave são próximas entre si, o Montes Claros precisa se deslocar, no mínimo, 800 quilômetros para cada partida fora de casa – ida e volta”, observou o comandante tricolor.
O FISIOTERAPEUTA do clube, Jomar Almeida, reconhece o problema de estresse muscular de parte do grupo e adianta que isso é natural. “O importante é prevenir para evitar as lesões”, disse. Os atletas em questão passaram por sessões de massagem, aplicação alternadas de calor e gelo e trabalho em plataforma vibratória para controle da irrigação sanguínea.
DIANTE DOS fatos, Didi não tem como adiantar o time que começa neste domingo. Quer primeiro conversar com um por um para depois definir os onze que entram em campo mais tarde. No entanto, Santana, Ralph, Rômulo e Caixote seguiram viagem com a delegação no início da tarde de ontem.
NESTE DOMINGO, às 16 horas, em Patos de Minas, o Montes Claros fará seu 5º jogo em apenas 14 dias desde a estreia no Campeonato Mineiro do Módulo II. Enfrenta o Mamoré, no Estádio Bernardo Queiroz, pela última rodada do turno da 1ª fase – Chave B. A última vez em que os clubes se enfrentaram foi pela 1ª Divisão Estadual em 1997, com uma vitória para cada lado: o MCFC fez 2 a 0 em MOC e o Mamoré venceu por 2 a 1 no antigo estádio Valdomiro Pereira, em Patos.
NA ATUAL classificação, o Bicho tem nove pontos contra quatro do Sapo. Ontem, as partidas Uberlândia 1x1 Nacional e Araxá 0x0 Patrocinense abriram a rodada da Chave B.
O INEVITÁVEL desgaste pela sequência de jogos às quartas e domingos já reflete no grupo do MCFC. Depois da derrota no meio de semana para o Uberlândia, quatro jogadores passaram a ser dúvidas por causa de pequenas contusões e dores musculares.
DIFERENTE DOS companheiros que fizeram trabalhos físicos e com bola, os zagueiros Santana e Ralph, o meia Caixote e o armador Rômulo foram poupados. Os três primeiros precisaram de sessões de fisioterapia para acelerar o processo de recuperação, enquanto Rômulo apenas repousou. Todos são titulares e a situação preocupa ao técnico Didi Ferreira.
Muito dura
“A SEQUÊNCIA tem sido muito dura: jogos e viagens. Sem contar os adversários dentro de campo, enquanto as cidades dos outros clubes da chave são próximas entre si, o Montes Claros precisa se deslocar, no mínimo, 800 quilômetros para cada partida fora de casa – ida e volta”, observou o comandante tricolor.
O FISIOTERAPEUTA do clube, Jomar Almeida, reconhece o problema de estresse muscular de parte do grupo e adianta que isso é natural. “O importante é prevenir para evitar as lesões”, disse. Os atletas em questão passaram por sessões de massagem, aplicação alternadas de calor e gelo e trabalho em plataforma vibratória para controle da irrigação sanguínea.
DIANTE DOS fatos, Didi não tem como adiantar o time que começa neste domingo. Quer primeiro conversar com um por um para depois definir os onze que entram em campo mais tarde. No entanto, Santana, Ralph, Rômulo e Caixote seguiram viagem com a delegação no início da tarde de ontem.
15 de fevereiro de 2014
Bicho fechado com o Tinga
JOGADORES DO MCFC lamentam episódio no Peru e mostram solidariedade; Diogo Brasília também foi vítima de racismo
OS JOGADORES do Montes Claros Futebol Clube mostram-se solidários por completo ao jogador Tinga, do Cruzeiro, alvo de insultos racistas da torcida peruana na estreia pela Libertadores, quarta-feira, em Huancayo. O fato repercutiu no futebol mundial e em vários segmentos e não poderia ser diferente no elenco do Bicho, principalmente pela identidade profissional com o volante, visto como exemplo como jogador e cidadão.
O VOLANTE Léo Baiano, de 22 anos, e o armador Diogo Brasília, de 25, falaram em nome do grupo durante o treino físico na manhã de ontem, no Centro Esportivo da Unimontes. Bolaram até uma homenagem ao atleta estrelado com a simulação da letra “T” com os braços. Quando o fato ocorreu lá no Peru, a delegação do MCFC estava em Uberlândia, onde acabara de enfrentar o UEC pela 4ª rodada do Módulo II.
DA MESMA posição que o cruzeirense, Léo assume o orgulho em ser negro. “Em pleno século 21, ainda há quem ainda pense dessa forma. O que mais me impressiona é acontecer em um país ao lado do nosso, com tantas identificações com o Brasil. Ainda bem que o Tinga está acima disso tudo”, disse.
“Fui vítima”
DIOGO BRASÍLIA foi mais além e conta teve uma experiência lamentável como a do jogador cruzeirense. “Já fui vítima de racismo. E o que é pior: dentro de campo. Um colega de profissão e aqui no Brasil. O que aconteceu com ele e comigo foi lamentável, absurdo. Não desejo pra ninguém. Somos todos iguais”.
SEGUNDO O armador, que carrega no apelido o nome de sua cidade natal (Brasília de Minas), a ofensa racista aconteceu no início da carreira, quando defendia as cores do Venda Nova, na Grande BH. “O jogador do outro time que me ofendeu. Não lembro o adversário, mas tive forças para passar por cima e esquecer pelo menos por um momento que aquilo estava acontecendo”.
TANTO LÉO como Diogo não concordam que o time peruano do Real Garcilaso seja punido pelos incidentes. Para eles, a pena deveria ser aplicada aos torcedores. “Um erro não justifica o outro”, disse Léo.
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| Diogo Brasília e Léo Baiano fazem o "T" em solidariedade ao meia Tinga |
O VOLANTE Léo Baiano, de 22 anos, e o armador Diogo Brasília, de 25, falaram em nome do grupo durante o treino físico na manhã de ontem, no Centro Esportivo da Unimontes. Bolaram até uma homenagem ao atleta estrelado com a simulação da letra “T” com os braços. Quando o fato ocorreu lá no Peru, a delegação do MCFC estava em Uberlândia, onde acabara de enfrentar o UEC pela 4ª rodada do Módulo II.
DA MESMA posição que o cruzeirense, Léo assume o orgulho em ser negro. “Em pleno século 21, ainda há quem ainda pense dessa forma. O que mais me impressiona é acontecer em um país ao lado do nosso, com tantas identificações com o Brasil. Ainda bem que o Tinga está acima disso tudo”, disse.
“Fui vítima”
DIOGO BRASÍLIA foi mais além e conta teve uma experiência lamentável como a do jogador cruzeirense. “Já fui vítima de racismo. E o que é pior: dentro de campo. Um colega de profissão e aqui no Brasil. O que aconteceu com ele e comigo foi lamentável, absurdo. Não desejo pra ninguém. Somos todos iguais”.
SEGUNDO O armador, que carrega no apelido o nome de sua cidade natal (Brasília de Minas), a ofensa racista aconteceu no início da carreira, quando defendia as cores do Venda Nova, na Grande BH. “O jogador do outro time que me ofendeu. Não lembro o adversário, mas tive forças para passar por cima e esquecer pelo menos por um momento que aquilo estava acontecendo”.
TANTO LÉO como Diogo não concordam que o time peruano do Real Garcilaso seja punido pelos incidentes. Para eles, a pena deveria ser aplicada aos torcedores. “Um erro não justifica o outro”, disse Léo.
Júnior: Funorte divulga agenda e terá Marlon Araújo como técnico
CLUBE VAI formar elenco também com peneiradas em MOC e região; treinos começam no dia 24/02
SAIU O calendário para os campeonatos de base da Federação Mineira de Futebol. Com o descarte da fase seletiva, o que aconteceu pela primeira vez no ano passado, os times começarão a disputa já na classificatória de grupos, a partir de 23 de março. Pela oitava vez consecutiva, desde sua fundação, o Funorte vai encarar o Estadual Júnior.
OS TREINAMENTOS começarão no próximo dia 24, com a apresentação dos atletas remanescentes do grupo de 2013 (a maioria “estourou” idade) e o anúncio das datas de agendamento das peneiradas, que deverão acontecer tanto em Montes Claros como nas maiores cidades da região: Janaúba, Januária e Pirapora, por exemplo.
Marlon no comando
A NOVIDADE fica por conta do comando técnico conforme apurou o JN. Marlon Araújo será o treinador da equipe júnior do Formigão em 2014. Em 2012, ele esteve à frente do Cassimiro de Abreu no Mineiro da categoria, clube no qual é o responsável pelos trabalhos nas escolinhas de base. Nos últimos meses, cursou o curso de pós-graduação em futebol na Universidade Federal de Viçosa, com estágios nos grandes clubes de Minas e Rio de Janeiro.
A APRESENTAÇÃO oficial de Marlon será no primeiro dia de trabalho. A escolha do nome faz parte do planejamento do clube em investir em profissionais da região. O grupo júnior seguirá o mesmo padrão. A 1ª fase do Mineiro Júnior começa em março e termina no dia 24 de maio. Os dois melhores de cada um dos três grupos classificam-se para o Hexagonal Final, que começará somente em setembro, após a disputa da Copa do Mundo e da Taça BH.
EM 2008 e 2009, o Funorte conquistou seus melhores resultados: terceiro colocado em duas edições consecutivas do Mineiro Júnior. A performance rendeu-lhe a vaga por índice técnico da FMF na Copa São Paulo. No ano passado, o clube disputou pela primeira vez a Taça BH como convidado.
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| Convidado para assumir o comando, Marlon assume o Funorte |
OS TREINAMENTOS começarão no próximo dia 24, com a apresentação dos atletas remanescentes do grupo de 2013 (a maioria “estourou” idade) e o anúncio das datas de agendamento das peneiradas, que deverão acontecer tanto em Montes Claros como nas maiores cidades da região: Janaúba, Januária e Pirapora, por exemplo.
Marlon no comando
A NOVIDADE fica por conta do comando técnico conforme apurou o JN. Marlon Araújo será o treinador da equipe júnior do Formigão em 2014. Em 2012, ele esteve à frente do Cassimiro de Abreu no Mineiro da categoria, clube no qual é o responsável pelos trabalhos nas escolinhas de base. Nos últimos meses, cursou o curso de pós-graduação em futebol na Universidade Federal de Viçosa, com estágios nos grandes clubes de Minas e Rio de Janeiro.
A APRESENTAÇÃO oficial de Marlon será no primeiro dia de trabalho. A escolha do nome faz parte do planejamento do clube em investir em profissionais da região. O grupo júnior seguirá o mesmo padrão. A 1ª fase do Mineiro Júnior começa em março e termina no dia 24 de maio. Os dois melhores de cada um dos três grupos classificam-se para o Hexagonal Final, que começará somente em setembro, após a disputa da Copa do Mundo e da Taça BH.
EM 2008 e 2009, o Funorte conquistou seus melhores resultados: terceiro colocado em duas edições consecutivas do Mineiro Júnior. A performance rendeu-lhe a vaga por índice técnico da FMF na Copa São Paulo. No ano passado, o clube disputou pela primeira vez a Taça BH como convidado.
Clube dos Cabos e Soldados oferece escolinhas de base
O CENTRO Social dos Cabos e Soldados da PM e Bombeiros passa a oferecer neste ano a escolinha de futebol para os filhos e dependentes de associados, além de crianças e jovens da comunidade do Bairro JK e adjacências. Podem participar meninos entre sete a 13 anos para as categorias Iniciantes, Pré-Mirim e Mirim. Haverá, ainda, uma turma única para atletas entre 14 e 16 anos, com o limite de 20 vagas.
AS INSCRIÇÕES podem ser feitas até o dia 25 de fevereiro, data de início dos treinamentos. As aulas acontecerão pela manhã, a partir das 8h30, e à tarde, às 15h30. Os horários específicos para cada categoria – assim como a quantidade de turmas – serão definidos a partir da quantidade de inscrições.
A COORDENAÇÃO é do professor Júnior Borges. Segundo ele, o planejamento é para três aulas semanais por turma, com 1h30 de duração cada, com trabalhos físicos, técnicos e táticos. Serão formadas equipes com os atletas de melhor nível técnico para competições locais e regionais de base.
AS INSCRIÇÕES podem ser feitas na portaria do clube (Avenida Osmane Barbosa, s/nº, entre os Bairros Planalto e JK). O atestado médico é obrigatório.
AS INSCRIÇÕES podem ser feitas até o dia 25 de fevereiro, data de início dos treinamentos. As aulas acontecerão pela manhã, a partir das 8h30, e à tarde, às 15h30. Os horários específicos para cada categoria – assim como a quantidade de turmas – serão definidos a partir da quantidade de inscrições.
A COORDENAÇÃO é do professor Júnior Borges. Segundo ele, o planejamento é para três aulas semanais por turma, com 1h30 de duração cada, com trabalhos físicos, técnicos e táticos. Serão formadas equipes com os atletas de melhor nível técnico para competições locais e regionais de base.
AS INSCRIÇÕES podem ser feitas na portaria do clube (Avenida Osmane Barbosa, s/nº, entre os Bairros Planalto e JK). O atestado médico é obrigatório.
14 de fevereiro de 2014
De virada, Bicho perde pela 1ª vez no Módulo II
GOL DA virada do Uberlândia veio aos 49' do segundo tempo, mas time segue líder da Chave B pelo saldo de gols
A INVENCIBILIDADE do Montes Claros FC no Módulo II por pouco não durou por mais uma rodada. Com um gol nos acréscimos, aos 49’ do 2º tempo, o time foi derrotado pelo Uberlândia Esporte por dois a um, na noite de quarta-feira, no Estádio Parque do Sabiá. Menos mal que o revés não lhe custou a liderança. O Bicho continua na ponta da tabela de pontos da Chave B. Tem os mesmos nove pontos do próprio UEC, mas o seu saldo de gols é melhor.
A VITÓRIA do adversário foi de virada. Numa das jogadas mais fortes do Tricolor, o zagueiro Ralph abriu o placar aos 22’ do 1º tempo, após cabecear a cobrança de escanteio de Rafael Bill. Dos oito gols marcados pelo MCFC até aqui, seis foram em lances de bola parada. Aos 35’, Rafael Filipe teve a chance de ampliar, mas Glaysson defendeu.
O UBERLÂNDIA só reagiu após o intervalo, com a entrada de Evandro no lugar de Fernando Diniz. Aos 4’, ele deu o passe para Gabriel Davis finalizar de fora da área e igualar o marcador. Aos 39’, quase que o Bicho volta a ficar à frente do placar. Diogo Brasília pegou de primeira um cruzamento de Fayllon e acertou o travessão. E aos 49’, após uma cobrança de lateral que teve duas rebatidas dentro da área. Evandro ficou com o rebote e finalizou forte. Sem visão de onde partiu o chute por causa de dois marcadores à sua frente, a bola passou entre as pernas de Thiago.
A DELEGAÇÃO Tricolor está de volta à cidade desde a manhã de ontem. O dia foi de folga geral e esta sexta-feira será para revisão e um treino com bola. No sábado à tarde, mais 420 KM de estrada na viagem rumo a Patos de Minas, onde no domingo o time enfrentará o Mamoré, às 16 horas, pela quinta e última rodada do turno – 1ª fase.
MONTES CLAROS - Thiago Wanderson; Fayllon, Ralph, Anderson Santana e Rafael Bill (Diogo Assunção); Rodrigo Caixote, Léo Baiano, Rômulo e Diogo Brasília; Vinicius (Índio) e Rafael Filipe (Peu). DT - Didi Ferreira
QUEDAS
EM APENAS quatro rodadas, a Chave B do Módulo II já registra três demissões de técnicos. Na primeira rodada, o Araxá mandou embora Eugênio Silva e colocou Nivaldo Lancuna em seu lugar. Só que esse durou apenas três partidas e acabou demitido também. O auxiliar Donizete Amorim foi efetivado. Já a Patrocinense, depois de três derrotas seguidas, demitiu Luciano Reis. Darcelo do Carmo, também auxiliar, assume o time interinamente no domingo.
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| Por muito pouco o MCFC não voltou com pelo menos um ponto de Uberlândia |
A VITÓRIA do adversário foi de virada. Numa das jogadas mais fortes do Tricolor, o zagueiro Ralph abriu o placar aos 22’ do 1º tempo, após cabecear a cobrança de escanteio de Rafael Bill. Dos oito gols marcados pelo MCFC até aqui, seis foram em lances de bola parada. Aos 35’, Rafael Filipe teve a chance de ampliar, mas Glaysson defendeu.
O UBERLÂNDIA só reagiu após o intervalo, com a entrada de Evandro no lugar de Fernando Diniz. Aos 4’, ele deu o passe para Gabriel Davis finalizar de fora da área e igualar o marcador. Aos 39’, quase que o Bicho volta a ficar à frente do placar. Diogo Brasília pegou de primeira um cruzamento de Fayllon e acertou o travessão. E aos 49’, após uma cobrança de lateral que teve duas rebatidas dentro da área. Evandro ficou com o rebote e finalizou forte. Sem visão de onde partiu o chute por causa de dois marcadores à sua frente, a bola passou entre as pernas de Thiago.
A DELEGAÇÃO Tricolor está de volta à cidade desde a manhã de ontem. O dia foi de folga geral e esta sexta-feira será para revisão e um treino com bola. No sábado à tarde, mais 420 KM de estrada na viagem rumo a Patos de Minas, onde no domingo o time enfrentará o Mamoré, às 16 horas, pela quinta e última rodada do turno – 1ª fase.
MONTES CLAROS - Thiago Wanderson; Fayllon, Ralph, Anderson Santana e Rafael Bill (Diogo Assunção); Rodrigo Caixote, Léo Baiano, Rômulo e Diogo Brasília; Vinicius (Índio) e Rafael Filipe (Peu). DT - Didi Ferreira
QUEDAS
EM APENAS quatro rodadas, a Chave B do Módulo II já registra três demissões de técnicos. Na primeira rodada, o Araxá mandou embora Eugênio Silva e colocou Nivaldo Lancuna em seu lugar. Só que esse durou apenas três partidas e acabou demitido também. O auxiliar Donizete Amorim foi efetivado. Já a Patrocinense, depois de três derrotas seguidas, demitiu Luciano Reis. Darcelo do Carmo, também auxiliar, assume o time interinamente no domingo.
Bicho passa a ter três pendurados
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| Rafael Filipe está entre os três pendurados |
CARTÕES AMARELOS até aqui:
MCFC 2x1 Araxá
- Rafael Bill
Patrocinense 1x2 MCFC
- Santana
- Léo Baiano
MCFC 3x0 Nacional
- Vinícius
- Santana
- Rodrigo Caixote
- Rafael Filipe
Uberlândia 2x1 MCFC
- Rafael Filipe
- Léo Baiano
- Rômulo
Presidente não viu exagero em acréscimos
EMBORA O gol tenha acontecido nos acréscimos, a direção do MCFC não mostrou revolta com os cinco minutos a mais que foram aplicados pelo árbitro Adriano Alves de Oliveira ao final do 2º tempo.
“O HABITUAL fica entre três e quatro minutos, mas não vi como exagero. Foram três substituições de cada clube somente no segundo tempo e quatro vezes o carrinho-maca entrou em campo para atendimento médico”, observou o presidente Ville Mocellin, que acompanhou a delegação em Uberlândia.
NO ENTANTO, o dirigente disse que sofreu com o revés ao final do jogo. “O empate seria o mais justo, mas pela personalidade que o time teve, o grupo está de parabéns. Confiamos sim na classificação”, completou.
“O HABITUAL fica entre três e quatro minutos, mas não vi como exagero. Foram três substituições de cada clube somente no segundo tempo e quatro vezes o carrinho-maca entrou em campo para atendimento médico”, observou o presidente Ville Mocellin, que acompanhou a delegação em Uberlândia.
NO ENTANTO, o dirigente disse que sofreu com o revés ao final do jogo. “O empate seria o mais justo, mas pela personalidade que o time teve, o grupo está de parabéns. Confiamos sim na classificação”, completou.
13 de fevereiro de 2014
Liga montes-clarense: 9 clubes votarão na escolha do novo presidente
BOCA FOI o único a não entregar documentos; eleição de amanhã tem dois candidatos: Zé Vicente e Cássio
NOVE CLUBES estão aptos para votar na eleição para a escolha do novo presidente da Liga Montes-clarense de Futebol, nesta sexta-feira à noite. No final da tarde de ontem, na sede da Secretaria Adjunta de Esportes e Lazer, foi encerrado o prazo para apresentação de ata e indicação do representante de cada clube na votação.
DOS DEZ aptos para participar do pleito, levando-se em conta aqueles que disputaram as duas últimas competições oficiais, somente o Boca Futebol Clube não se pronunciou. Os demais garantiram o direito ao voto: Cassimiro de Abreu, Boca do Gole, Colorado, Cruzeiro, Mackenzie, Nasa, Santa Lúcia, Vasco da Gama e Vila Luiza.
O TRIBUNAL de Justiça Desportiva é responsável pela eleição. Uma vez confirmados, os clubes receberam, ainda, o “nada consta” e a credencial para o voto.
OUTRO PLEITO
IMPORTANTE DESTACAR que uma primeira eleição foi realizada no último dia 18, mas não teve validade. O erro estava na convocação, que não poderia ser feita pelo ex-presidente Liu Moreira. Houve, ainda, erro nos prazos de entrega dos documentos para votação. Naquela oportunidade, havia quatro chapas concorrentes e José Vicente Pereira venceu com seis votos.
CONFORME O estatuto, o TJD teve assumir a realização das eleições. Seu presidente Danilo Cléber Mendes contou com suporte da Secretaria de Esportes. Carlos Augusto Leite, o Carlão, que faz parte da pasta, assumiu o recebimento das inscrições de chapas e dos documentos dos clubes convocados.
JOSÉ VICENTE segue candidato. Registrou a chapa no dia 31/01. Quanto aos concorrentes, somente Cássio Dantas voltará a disputar a eleição. Fez o registro dia 4/02, última data do prazo de inscrições.
NOVE CLUBES estão aptos para votar na eleição para a escolha do novo presidente da Liga Montes-clarense de Futebol, nesta sexta-feira à noite. No final da tarde de ontem, na sede da Secretaria Adjunta de Esportes e Lazer, foi encerrado o prazo para apresentação de ata e indicação do representante de cada clube na votação.
DOS DEZ aptos para participar do pleito, levando-se em conta aqueles que disputaram as duas últimas competições oficiais, somente o Boca Futebol Clube não se pronunciou. Os demais garantiram o direito ao voto: Cassimiro de Abreu, Boca do Gole, Colorado, Cruzeiro, Mackenzie, Nasa, Santa Lúcia, Vasco da Gama e Vila Luiza.
O TRIBUNAL de Justiça Desportiva é responsável pela eleição. Uma vez confirmados, os clubes receberam, ainda, o “nada consta” e a credencial para o voto.
OUTRO PLEITO
IMPORTANTE DESTACAR que uma primeira eleição foi realizada no último dia 18, mas não teve validade. O erro estava na convocação, que não poderia ser feita pelo ex-presidente Liu Moreira. Houve, ainda, erro nos prazos de entrega dos documentos para votação. Naquela oportunidade, havia quatro chapas concorrentes e José Vicente Pereira venceu com seis votos.
CONFORME O estatuto, o TJD teve assumir a realização das eleições. Seu presidente Danilo Cléber Mendes contou com suporte da Secretaria de Esportes. Carlos Augusto Leite, o Carlão, que faz parte da pasta, assumiu o recebimento das inscrições de chapas e dos documentos dos clubes convocados.
JOSÉ VICENTE segue candidato. Registrou a chapa no dia 31/01. Quanto aos concorrentes, somente Cássio Dantas voltará a disputar a eleição. Fez o registro dia 4/02, última data do prazo de inscrições.
Nova derrota deixa o MC Vôlei entre ameaçados para disputa do "Torneio de Acesso"
DIFERENÇA DE pontos é de apenas três em relação aos lanternas; e o time tem um jogo a mais
O MONTES Claros Vôlei foi derrotado pelo Canoas/RS, terça-feira à noite, e se complicou na tabela de pontos da Superliga Nacional. Com apenas dois jogos a cumprir, o time praticamente deu adeus à briga pela oitava vaga nos play-offs e, agora convive agora com a ameaça de “cair”. Isso porque a combinação de resultados do meio de semana fez com que diminuísse a diferença de pontos em relação aos lanternas. O Taubaté venceu o Voltaço por 3 a 2 e a UFJF derrotou o São Bernardo por 3 a 1.
AS PARCIAIS diante dos gaúchos foram de 12/21, 13/21 e 19/21 em pouco mais de uma hora. O cubano Dennis (Canoas) foi o maior pontuador da noite (11), seguido pelo ponteiro Danilo Santos, do MOC, com 10. O time norte-mineiro cometeu 23 erros contra apenas 12 dos adversários. Foi o quinto jogo dos montes-clarenses em apenas 12 dias, sendo três viagens nesse intervalo.
O PRÓXIMO compromisso será neste sábado, às 18 horas, contra o Brasil Kirin, de Campinas/SP, no Poliesportivo Tancredo Neves. O adversário tem como um dos destaques o levantador Rodriguinho, que fez parte do time da cidade vice-campeão brasileiro em 2009.
AMEAÇA
O REGULAMENTO da Superliga prevê uma espécie de rebaixamento direto das quatro equipes piores colocadas entre as 12 que disputam a primeira fase. Somente os oito primeiros desta edição mais o campeão da Liga B terão vagas garantidas para disputar a próxima Superliga (2014/2015). Os demais terão de disputar um torneio seletivo para ocupar as três vagas restantes. O limite será de 12 vagas.
COM AS derrotas seguidas diante do Voltaço (sábado) e do Canoas (terça), o Montes Claros estagnou nos 19 pontos e tem três pontos de vantagem em relação à equipe da UFJF, que está em 11º lugar, com 16. O lanterna Taubaté tem 15. Todos têm 5 vitórias.
NÃO BASTASSE a pouca diferença de pontos, o MOC tem um jogo a mais que todos os times que estão na parte de baixo da tabela. E em seus confrontos restantes, embora sejam em casa, enfrentará adversários tecnicamente mais fortes: Brasil Kirin (4º colocado) e o vice-líder Sesi/SP. Menos mal que ambos são em casa.
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| Montes Claros faz mais dois jogos nessa Superliga, ambos em casa (foto) |
AS PARCIAIS diante dos gaúchos foram de 12/21, 13/21 e 19/21 em pouco mais de uma hora. O cubano Dennis (Canoas) foi o maior pontuador da noite (11), seguido pelo ponteiro Danilo Santos, do MOC, com 10. O time norte-mineiro cometeu 23 erros contra apenas 12 dos adversários. Foi o quinto jogo dos montes-clarenses em apenas 12 dias, sendo três viagens nesse intervalo.
O PRÓXIMO compromisso será neste sábado, às 18 horas, contra o Brasil Kirin, de Campinas/SP, no Poliesportivo Tancredo Neves. O adversário tem como um dos destaques o levantador Rodriguinho, que fez parte do time da cidade vice-campeão brasileiro em 2009.
AMEAÇA
O REGULAMENTO da Superliga prevê uma espécie de rebaixamento direto das quatro equipes piores colocadas entre as 12 que disputam a primeira fase. Somente os oito primeiros desta edição mais o campeão da Liga B terão vagas garantidas para disputar a próxima Superliga (2014/2015). Os demais terão de disputar um torneio seletivo para ocupar as três vagas restantes. O limite será de 12 vagas.
COM AS derrotas seguidas diante do Voltaço (sábado) e do Canoas (terça), o Montes Claros estagnou nos 19 pontos e tem três pontos de vantagem em relação à equipe da UFJF, que está em 11º lugar, com 16. O lanterna Taubaté tem 15. Todos têm 5 vitórias.
NÃO BASTASSE a pouca diferença de pontos, o MOC tem um jogo a mais que todos os times que estão na parte de baixo da tabela. E em seus confrontos restantes, embora sejam em casa, enfrentará adversários tecnicamente mais fortes: Brasil Kirin (4º colocado) e o vice-líder Sesi/SP. Menos mal que ambos são em casa.















