CRUZEIRINHO, SEGUNDO rivais, teria usado atletas com registros profissionais e TJD vai decidir se a taça continua com o time do Renascença ou se retoma as semifinais
O CAMPEONATO Amador da 1ª Divisão/2011 de Montes Claros acabou em meio à polêmica e pode voltar aos campos da mesma forma. O campeão Cruzeirinho do bairro Renascença é alvo de denúncias por parte do Santa Lúcia e do Real Cruz Azul com base do artigo 214, do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD), que caracteriza o uso de jogador irregular.
SE O fato for comprovado, julgado e deferido em todas as instâncias da justiça desportiva, há possibilidades de o Cruzeirinho perder a taça e até mesmo ser rebaixado, além de a Liga Montes-clarense de Futebol ser obrigada a remarcar as semifinais do Campeonato Amador.
O CRUZEIRINHO foi campeão no dia 26 de novembro, mesmo sem jogar. Coube ao time apenas dar apenas o chute inicial. O Cruzeiro do bairro Santos Reis, seu adversário da final, se recusou a em entrar em campo como veto ao árbitro Robson Ferreira, que foi escalado pela comissão de arbitragem da LMF. A coordenação, ainda no gramado do estádio José Maria Melo, declarou o clube do bairro Renascença como campeão.
DENÚNCIAS
O CRUZ Azul faz a denúncia de duplo registro do zagueiro Rondinelli. O clube alega que o jogador atuou durante todo o campeonato sem fazer a reversão de profissional para atleta amador. Tem como base um documento da Federação Mineira de Futebol em que o defensor aparece como atleta do Social de Coronel Fabriciano. Depois de um adiamento por falta de quórum entre os auditores, o julgamento foi remarcado pelo TJD da Liga para esta sexta-feira, às 18 horas.
JÁ A denúncia do Santa Lúcia contra o Cruzeirinho tem a mesma natureza: o atacante Tadeu foi denunciado à Comissão Disciplinar por causa de um registro profissional ainda em aberto. O que mais chama mais a atenção é que esse vínculo na FMF seria desde 2002, quando ele foi registrado pelo Ateneu, que apostou na receita com atletas da cidade para disputar o Campeonato Mineiro do Módulo II.
26 de dezembro de 2011
Entrevista - Jorge Schmidt faz balanço da campanha até agora
O INÍCIO de campanha do BMG/Montes Claros na Superliga Nacional 2011/2012 passou longe da regularidade, ainda mais se forem analisados os últimos três resultados, quando perdeu para Cimed, Minas e Vôlei Futuro, todos por 3 a 0.
A TABELA de jogos parou para as festas de Natal e fim de ano e só será retomada no dia seis de janeiro, mas os trabalhos recomeçam antes. Serão pelo menos 11 treinos na agenda dos jogadores e comissão técnica do Esquilão após o recesso de Natal.
O GRUPO volta à quadra no dia 28 (quarta) iniciando a preparação para mais um clássico mineiro da Superliga 2011/2012, contra o Sada/Cruzeiro, em Contagem. Nos confrontos do Mineiro, os celestes venceram duas vezes. Há 15 dias no comando do time, o técnico Jorge Schmidt conversou com o JN ao final da partida de quinta-feira, quando o seu time perdeu para o Vôlei Futuro. Na sua avaliação, “o time precisa se concentrar mais”.
Três derrotas seguidas, todas por 3|0. Isso assusta?
JORGE SCHMIDT – “No esporte de alto rendimento, a regularidade é determinante. Nossa maior dificuldade até esse momento foi manter o rendimento médio. É claro que os placares de cada uma dessas três derrotas impressionam, mas fizemos bons sets: os dois últimos contra o Cimed e o primeiro diante do Vôlei Futuro foram parelhos e decididos nos detalhes”.
Nesses cinco primeiros jogos, diante dos contratempos e das características dos adversários, você mudou o time em todas as posições. Fez todas as variações possíveis. Após o recesso, o time começa do zero?
JS – “De maneira alguma. Temos pontos positivos e já temos uma base definida. Precisamos é treinar mais. Uma coisa é clara: meu time tem que ser mais disciplinado taticamente”.
Qual seria um desses pontos negativos?
JS – “O saque, que tem um peso muito forte dentro de um jogo, ainda não entrou como deveria”.
Cinco pontos em cinco jogos. De maneira alguma, essa seria sua projeção para a primeira parte da Superliga.
JS – “Pode até parecer desculpa, mas a tabela não nos ajudou. Enfrentamos times mais encorpados que o nosso e ainda temos logo em seguida o Cruzeiro e o Sesi. Portanto, as derrotas até agora podem ser vistas como naturais, mas eu esperava ter vencido alguns sets nestes jogos contra o Cimed, Minas e Vôlei Futuro. Seria muito importante para o processo de afirmação do time”.
Como o time não ganhou set algum nessas derrotas, a obrigação daqui para frente será de vencer os confrontos diretos contra os times mais parecidos ao Montes Claros. É isso mesmo?
JS – “A gente tem que ser realista e o nosso momento não é de brigar pela liderança ou invencibilidade contra todo mundo. Vamos precisar, a todo custo, vencer os times que têm o mesmo perfil que o nosso: Londrina. São Bernardo, Juiz de Fora e Volta Redonda”.
A bola da vez é o Cruzeiro. Como arrumar o time até lá?
JS – “A gente retoma os trabalhos no dia 28, de manhã. Serão pelo menos 11 treinos até o jogo. Na situação em que a gente se encontra, o que nos resta é trabalhar e trabalhar mais. A garotada [os atletas] tem qualidade e vontade. Precisa é se concentrar mais”.
A TABELA de jogos parou para as festas de Natal e fim de ano e só será retomada no dia seis de janeiro, mas os trabalhos recomeçam antes. Serão pelo menos 11 treinos na agenda dos jogadores e comissão técnica do Esquilão após o recesso de Natal.
O GRUPO volta à quadra no dia 28 (quarta) iniciando a preparação para mais um clássico mineiro da Superliga 2011/2012, contra o Sada/Cruzeiro, em Contagem. Nos confrontos do Mineiro, os celestes venceram duas vezes. Há 15 dias no comando do time, o técnico Jorge Schmidt conversou com o JN ao final da partida de quinta-feira, quando o seu time perdeu para o Vôlei Futuro. Na sua avaliação, “o time precisa se concentrar mais”.
Três derrotas seguidas, todas por 3|0. Isso assusta?
JORGE SCHMIDT – “No esporte de alto rendimento, a regularidade é determinante. Nossa maior dificuldade até esse momento foi manter o rendimento médio. É claro que os placares de cada uma dessas três derrotas impressionam, mas fizemos bons sets: os dois últimos contra o Cimed e o primeiro diante do Vôlei Futuro foram parelhos e decididos nos detalhes”.
Nesses cinco primeiros jogos, diante dos contratempos e das características dos adversários, você mudou o time em todas as posições. Fez todas as variações possíveis. Após o recesso, o time começa do zero?
JS – “De maneira alguma. Temos pontos positivos e já temos uma base definida. Precisamos é treinar mais. Uma coisa é clara: meu time tem que ser mais disciplinado taticamente”.
Qual seria um desses pontos negativos?
JS – “O saque, que tem um peso muito forte dentro de um jogo, ainda não entrou como deveria”.
Cinco pontos em cinco jogos. De maneira alguma, essa seria sua projeção para a primeira parte da Superliga.
JS – “Pode até parecer desculpa, mas a tabela não nos ajudou. Enfrentamos times mais encorpados que o nosso e ainda temos logo em seguida o Cruzeiro e o Sesi. Portanto, as derrotas até agora podem ser vistas como naturais, mas eu esperava ter vencido alguns sets nestes jogos contra o Cimed, Minas e Vôlei Futuro. Seria muito importante para o processo de afirmação do time”.
Como o time não ganhou set algum nessas derrotas, a obrigação daqui para frente será de vencer os confrontos diretos contra os times mais parecidos ao Montes Claros. É isso mesmo?
JS – “A gente tem que ser realista e o nosso momento não é de brigar pela liderança ou invencibilidade contra todo mundo. Vamos precisar, a todo custo, vencer os times que têm o mesmo perfil que o nosso: Londrina. São Bernardo, Juiz de Fora e Volta Redonda”.
A bola da vez é o Cruzeiro. Como arrumar o time até lá?
JS – “A gente retoma os trabalhos no dia 28, de manhã. Serão pelo menos 11 treinos até o jogo. Na situação em que a gente se encontra, o que nos resta é trabalhar e trabalhar mais. A garotada [os atletas] tem qualidade e vontade. Precisa é se concentrar mais”.
Diretoria faz coro às broncas e pede reação imediata
SE PARA a torcida já não foi difícil digerir mais uma derrota em casa, mesmo em se tratando do início da Superliga e contra times com elencos mais fortes, para a diretoria o impacto foi maior. Nitidamente desapontado pelo rendimento do time, o diretor executivo do clube, Victor Oliveira, foi de poucas palavras com a imprensa e preferiu ir ao vestiário ao final dos três sets cobrar mais empenho do seu grupo.
“TRABALHAMOS MUITO para montar esse grupo e tem sido difícil manter o projeto. Foram muitos contratempos até aqui. Já passou da hora de os atletas se empenharem mais. As coisas têm que mudar por bem ou por mal”, alertou o dirigente sobre como será o retorno dos atletas após as festas natalinas.
VICTOR NÃO vê exagero em sua atitude e não considera Minas e Vôlei Futuro, principalmente, tão superiores ao Montes Claros como foi nos dois jogos desta semana. “Claro que quem vence tem méritos, mas o nosso time falhou muito nesses dois jogos e isso foi determinante para as derrotas que considero vergonhosas pela forma que aconteceram”.
COM SEIS pontos em quadra, sendo um ace, o central Alberto reconheceu que, além dos treinamentos, o time precisa trabalhar também o lado emocional “para ser mais constante dentro de quadra”. O levantador Rívoli, que seguiu viagem para o Espírito Santo, concorda que o nervosismo tem sido um adversário a mais em quadra.
“ESTIVEMOS MUITO bem taticamente, tanto que abrimos uma vantagem considerável, mas faltou ao time manter esse rendimento até o final”, resumiu o técnico Jorge Schmidt, nitidamente chateado pela derrota.
“TRABALHAMOS MUITO para montar esse grupo e tem sido difícil manter o projeto. Foram muitos contratempos até aqui. Já passou da hora de os atletas se empenharem mais. As coisas têm que mudar por bem ou por mal”, alertou o dirigente sobre como será o retorno dos atletas após as festas natalinas.
VICTOR NÃO vê exagero em sua atitude e não considera Minas e Vôlei Futuro, principalmente, tão superiores ao Montes Claros como foi nos dois jogos desta semana. “Claro que quem vence tem méritos, mas o nosso time falhou muito nesses dois jogos e isso foi determinante para as derrotas que considero vergonhosas pela forma que aconteceram”.
COM SEIS pontos em quadra, sendo um ace, o central Alberto reconheceu que, além dos treinamentos, o time precisa trabalhar também o lado emocional “para ser mais constante dentro de quadra”. O levantador Rívoli, que seguiu viagem para o Espírito Santo, concorda que o nervosismo tem sido um adversário a mais em quadra.
“ESTIVEMOS MUITO bem taticamente, tanto que abrimos uma vantagem considerável, mas faltou ao time manter esse rendimento até o final”, resumiu o técnico Jorge Schmidt, nitidamente chateado pela derrota.
Lorena mata a saudade do assédio
OVACIONADO EM MOC, oposto não descarta volta
DE VOLTA à cidade pela primeira vez desde sua saída do primeiro time do Montes Claros, vice-campeão da Superliga Nacional 2009/2010, o oposto Lorena foi o mais assediado pela torcida ao final do jogo de anteontem. Durante o jogo, chegou a ser vaiado quando marcava pontos de saque e ataque e vibrava com o estilo característico dos punhos fechados, mas, depois dos 3 sets, entre uma fotografia e outra, além de autógrafos, o jogador foi ovacionado com gritos de “Volta Lorena”.
“VIVI AQUI o melhor momento de minha carreira e sei que este carinho da torcida é sincero”, disse ele, que foi o segundo maior pontuador da noite (14), atrás apenas do companheiro Camejo (18). “Sou profissional, mas isso é uma coisa que não depende somente do meu interesse”, completou Lorena ao responder sobre a possibilidade de volta ao time do Montes Claros.
DE VOLTA à cidade pela primeira vez desde sua saída do primeiro time do Montes Claros, vice-campeão da Superliga Nacional 2009/2010, o oposto Lorena foi o mais assediado pela torcida ao final do jogo de anteontem. Durante o jogo, chegou a ser vaiado quando marcava pontos de saque e ataque e vibrava com o estilo característico dos punhos fechados, mas, depois dos 3 sets, entre uma fotografia e outra, além de autógrafos, o jogador foi ovacionado com gritos de “Volta Lorena”.
“VIVI AQUI o melhor momento de minha carreira e sei que este carinho da torcida é sincero”, disse ele, que foi o segundo maior pontuador da noite (14), atrás apenas do companheiro Camejo (18). “Sou profissional, mas isso é uma coisa que não depende somente do meu interesse”, completou Lorena ao responder sobre a possibilidade de volta ao time do Montes Claros.
Vaias
DE FOLGA até este dia 28 para os festejos natalinos, os jogadores do Esquilão saíram de quadra sob vaia, enquanto Lorena, hoje no time paulista, foi ovacionado mesmo sendo um dos responsáveis diretos pela vitória dos visitantes. Outra manifestação contrária foi ao rendimento do líbero Fábio Paes. Reserva da posição, mesmo sem ter sido relacionado para a partida, Jairzinho teve o seu nome gritado nas arquibancadas antes mesmo do jogo terminar.
Coleção de derrotas
BMG/MONTES Claros perde a terceira seguida por 3x0 e já sente a pressão por bons resultados depois do recesso de fim de ano
O NATAL DO BMG/Montes Claros foi de cabeça quente, após a terceira derrota seguida na Superliga Nacional de Vôlei 2011/2012, quinta-feira à noite, no Ginásio Poliesportivo Tancredo Neves, para o paulista Vôlei Futuro. Assim como nos dois compromissos anteriores, o revés foi também por três sets a zero, parciais de 25/22, 25/29 e 25/23, diante de 1.777 pessoas. Isso mexeu com a paciência de alguns torcedores.
ANTES DA quinta-feira, o Montes Claros já havia sido derrotado pelo Cimed/Sky, sábado, em Montes Claros, e pelo Vivo/Minas, terça-feira, em Belo Horizonte. A combinação das últimas três rodadas, mesmo sem a conquista de um ponto sequer, ainda manteve o time na oitava colocação, última do G-8, como é chamada a zona de classificação para os play-offs.
O JOGO
FALAR QUE o time esteve ruim durante todo o tempo seria exagero. No primeiro set, o BMG/Montes Claros conseguiu encaixar o saque e os ataques e esteve à frente dos dois tempos técnicos. Chegou a abrir uma vantagem de seis pontos (17|11) e parecia que a vitória seria questão de minutos. Engano. Com a eficiência do cubano Camejo, do levantador Ricardinho e do oposto Lorena, o Vôlei Futuro reagiu de tal forma que conseguiu a virada nos 30 minutos de duelo: 25/22.
NOS SETS seguintes, a impressão que se tinha era de nervosismo entre a maioria dos jogadores do BMG/Montes Claros. No segundo, por exemplo, a sequência de erros de recepção e jogadas de rede deixou o Vôlei Futuro abrir uma vantagem de 10 pontos. A reação veio com os ataques e os erros do adversário, mas tardia demais: 19/25.
UM POUCO mais equilibrado, o terceiro set, até porque o Montes Claros esteve à frente no primeiro tempo técnico, teve como vantagem os erros cometidos pelos visitantes (cinco a mais que o Esquilão), mas o ataque voltou a falhar, enquanto o bloqueio funcionou apenas uma vez. Bem na rede e nos contra-ataques com Oreol Camejo e Lorena, o Vôlei Futuro fechou em 32 minutos: 25/23.
O NATAL DO BMG/Montes Claros foi de cabeça quente, após a terceira derrota seguida na Superliga Nacional de Vôlei 2011/2012, quinta-feira à noite, no Ginásio Poliesportivo Tancredo Neves, para o paulista Vôlei Futuro. Assim como nos dois compromissos anteriores, o revés foi também por três sets a zero, parciais de 25/22, 25/29 e 25/23, diante de 1.777 pessoas. Isso mexeu com a paciência de alguns torcedores.
ANTES DA quinta-feira, o Montes Claros já havia sido derrotado pelo Cimed/Sky, sábado, em Montes Claros, e pelo Vivo/Minas, terça-feira, em Belo Horizonte. A combinação das últimas três rodadas, mesmo sem a conquista de um ponto sequer, ainda manteve o time na oitava colocação, última do G-8, como é chamada a zona de classificação para os play-offs.
O JOGO
FALAR QUE o time esteve ruim durante todo o tempo seria exagero. No primeiro set, o BMG/Montes Claros conseguiu encaixar o saque e os ataques e esteve à frente dos dois tempos técnicos. Chegou a abrir uma vantagem de seis pontos (17|11) e parecia que a vitória seria questão de minutos. Engano. Com a eficiência do cubano Camejo, do levantador Ricardinho e do oposto Lorena, o Vôlei Futuro reagiu de tal forma que conseguiu a virada nos 30 minutos de duelo: 25/22.
NOS SETS seguintes, a impressão que se tinha era de nervosismo entre a maioria dos jogadores do BMG/Montes Claros. No segundo, por exemplo, a sequência de erros de recepção e jogadas de rede deixou o Vôlei Futuro abrir uma vantagem de 10 pontos. A reação veio com os ataques e os erros do adversário, mas tardia demais: 19/25.
UM POUCO mais equilibrado, o terceiro set, até porque o Montes Claros esteve à frente no primeiro tempo técnico, teve como vantagem os erros cometidos pelos visitantes (cinco a mais que o Esquilão), mas o ataque voltou a falhar, enquanto o bloqueio funcionou apenas uma vez. Bem na rede e nos contra-ataques com Oreol Camejo e Lorena, o Vôlei Futuro fechou em 32 minutos: 25/23.
21 de dezembro de 2011
Tabela não alivia: Lorena & cia no desafio
BMG/MONTES Claros tenta se reabilitar diante do vice-líder e invicto Vôlei Futuro
A TABELA inicial da Superliga Nacional de Vôlei 2011/2012 não alivia. Exatas 48 horas depois da viagem de ida e volta a Belo Horizonte, marcada pela derrota para o Vivo/Minas por 3 a 0, o BMG/Montes Claros volta à quadra já nesta quinta-feira, às 18 horas, no Ginásio Poliesportivo Tancredo Neves, contra o Vôlei Futuro, pela quinta rodada do turno. Os ingressos custam R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia) - Lojas Palimontes e bilheteria do Poliesportivo - e haverá transmissão ao vivo pelo SporTV (canal pago).
O ESQUILÃO estacionou nos cinco pontos conquistados nas duas primeiras partidas (3-2 Campinas e 3-1 RJX) e após as derrotas por 3-0 para Cimed e Minas, sábado e terça-feira, caiu da 5ª para a oitava colocação. O time paulista está com 100% de aproveitamento até agora, além de estar de folga desde o fim de semana, quando venceu o Londrina. Nem entrou em quadra na rodada da terça-feira e segue na 2ª posição geral, com 9 pontos (perdeu apenas dois sets até agora).
FALA SCHMIDT
AO ENCARAR um invicto, ainda mais com o seu time vindo de derrotas, o técnico do BMG/Montes Claros Jorge Schmidt espera que os seus jogadores “arrisquem mais e tenham mais aplicação tática”, o que visivelmente faltou diante do Minas. “Precisamos de atitude diante das adversidades”. Ao mesmo tempo, conta com o apoio da torcida “como um diferencial que o time vai precisar contra um dos maiores favoritos ao título da Superliga”.
A TABELA inicial da Superliga Nacional de Vôlei 2011/2012 não alivia. Exatas 48 horas depois da viagem de ida e volta a Belo Horizonte, marcada pela derrota para o Vivo/Minas por 3 a 0, o BMG/Montes Claros volta à quadra já nesta quinta-feira, às 18 horas, no Ginásio Poliesportivo Tancredo Neves, contra o Vôlei Futuro, pela quinta rodada do turno. Os ingressos custam R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia) - Lojas Palimontes e bilheteria do Poliesportivo - e haverá transmissão ao vivo pelo SporTV (canal pago).
FALA SCHMIDT
AO ENCARAR um invicto, ainda mais com o seu time vindo de derrotas, o técnico do BMG/Montes Claros Jorge Schmidt espera que os seus jogadores “arrisquem mais e tenham mais aplicação tática”, o que visivelmente faltou diante do Minas. “Precisamos de atitude diante das adversidades”. Ao mesmo tempo, conta com o apoio da torcida “como um diferencial que o time vai precisar contra um dos maiores favoritos ao título da Superliga”.
Quarteto agora está nas "linhas inimigas"
LORENA, BRENDLE, Piá e Leozão, vice-campeões com o Montes Claros na Superliga 2009/2010, voltam à cidade pelo VF
NÃO É pelos resultados até agora que o VF chama mais a atenção da torcida local. No grupo, além de Ricardinho, que por vários anos foi levantador titular da Seleção Brasileira, e do eficiente ponteiro cubano Camejo, estão nada menos que quatro dos ex-jogadores da primeira temporada do Montes Claros na Superliga de 2009, quando o time surpreendeu o País e foi vice-campeão brasileiro.
VESTEM A camisa do clube de Araraquara (SP) oposto Lorena, o líbero Thiago Brendle, o central Leozão e o ponteiro Piá. Desses, apenas Brendle e Leozão já haviam retornado à cidade depois de deixar o Montes Claros. Na temporada passada, o primeiro foi jogador do Vivo/Minas enquanto o outro estava no Voltaço. Lorena, que teve uma temporada na Itália desde então, é o maior ídolo dos montes-clarenses ao lado de Rodriguinho.
MAIOR PONTUADOR
COM O clube do Norte de Minas, tornou-se o maior pontuador da história de uma edição de Superliga (2009/2010) e bateu o recorde de pontos diretos de saque. Mas nesta quarta-feira (21), no treino de reconhecimento do Ginásio, Lorena parece ter sentido a carga da viagem de avião entre Araraquara e Montes Claros, com 3 conexões e quase 7 horas de salas de embarque e voos.
ELE FOI poupado por causa de dores no ombro esquerdo. Ficou do lado de fora fazendo compressas de gelo. Para a imprensa, disse em tom descontraído que “espera que a torcida possa maneirar nas vaias”.
OUTRO ÍDOLO daquele primeiro time do Montes Claros, o ponteiro Piá bateu um papo com a VENETA e disse nem imaginar como será o comportamento da torcida, mas considera normal que o time adversário seja vaiado, independente dos jogadores. “Se isso acontecer, vai ser algo absolutamente normal”. - foto: Rubem Ribeiro
NÃO É pelos resultados até agora que o VF chama mais a atenção da torcida local. No grupo, além de Ricardinho, que por vários anos foi levantador titular da Seleção Brasileira, e do eficiente ponteiro cubano Camejo, estão nada menos que quatro dos ex-jogadores da primeira temporada do Montes Claros na Superliga de 2009, quando o time surpreendeu o País e foi vice-campeão brasileiro.VESTEM A camisa do clube de Araraquara (SP) oposto Lorena, o líbero Thiago Brendle, o central Leozão e o ponteiro Piá. Desses, apenas Brendle e Leozão já haviam retornado à cidade depois de deixar o Montes Claros. Na temporada passada, o primeiro foi jogador do Vivo/Minas enquanto o outro estava no Voltaço. Lorena, que teve uma temporada na Itália desde então, é o maior ídolo dos montes-clarenses ao lado de Rodriguinho.
MAIOR PONTUADOR
COM O clube do Norte de Minas, tornou-se o maior pontuador da história de uma edição de Superliga (2009/2010) e bateu o recorde de pontos diretos de saque. Mas nesta quarta-feira (21), no treino de reconhecimento do Ginásio, Lorena parece ter sentido a carga da viagem de avião entre Araraquara e Montes Claros, com 3 conexões e quase 7 horas de salas de embarque e voos.
ELE FOI poupado por causa de dores no ombro esquerdo. Ficou do lado de fora fazendo compressas de gelo. Para a imprensa, disse em tom descontraído que “espera que a torcida possa maneirar nas vaias”.
OUTRO ÍDOLO daquele primeiro time do Montes Claros, o ponteiro Piá bateu um papo com a VENETA e disse nem imaginar como será o comportamento da torcida, mas considera normal que o time adversário seja vaiado, independente dos jogadores. “Se isso acontecer, vai ser algo absolutamente normal”. - foto: Rubem Ribeiro
D.D.D. - derrota difícil de digerir
MONTES CLAROS foi abaixo da crítica no clássico; Vivo/Minas fez um 3-0 tranquilo
TODOS ESPERAVAM por um jogo mais equilibrado contra o Vivo/Minas até por se tratar de um clássico e pelo nivelamento técnico dos grupos de atletas, mas nem mesmo o saque, fundamento que o time usou muito bem em suas vitórias até agora, funcionou.
De cinza, o Montes Claros cedeu oito pontos a mais em erros que o Minas, além de não acertar um ace sequer
E COM poucas variações táticas e muitos erros até de ataques, o BMG/Montes Claros perdeu pela segunda vez seguida na Superliga Nacional de Vôlei 2011/2012, na terça à noite, na Arena JK, para o rival de Belo Horizonte: 3 a 0 para os minastenistas em menos de uma hora e meia de jogo, parciais de 25|21, 25|20 e 25|19.
TODOS EM QUADRA
SEM UMA estabilidade tática em quadra, restou ao técnico Jorge Schmidt usar todos os jogadores à disposição, inclusive Ricardo Serafim, ponteiro que ainda não havia começado nenhum set como titular. Ainda sim, houve equilíbrio nos ataques e bloqueios, mas o diferencial aconteceu nos saques (5 aces do Minas e nenhum do Montes Claros).
O MOC cometeu ainda 24 erros (quase um set), enquanto o Minas apenas 16.
BEM MARCADO, Pereyra conseguiu marcar apenas seis pontos e não está mais sozinho como o maior pontuador da Superliga. Foi igualado por Renan (São Bernardo) com 70 pontos e, agora, tem apenas três pontos de vantagem em relação a Wallace (Sesi).
NOS ÚLTIMOS 11 clássicos entre Minas e Montes Claros, o tradicional clube da Capital venceu sete. No histórico desde 2009, são 19 duelos e os montes-clarenses têm agora apenas uma vitória de vantagem.
TODOS ESPERAVAM por um jogo mais equilibrado contra o Vivo/Minas até por se tratar de um clássico e pelo nivelamento técnico dos grupos de atletas, mas nem mesmo o saque, fundamento que o time usou muito bem em suas vitórias até agora, funcionou.
De cinza, o Montes Claros cedeu oito pontos a mais em erros que o Minas, além de não acertar um ace sequerE COM poucas variações táticas e muitos erros até de ataques, o BMG/Montes Claros perdeu pela segunda vez seguida na Superliga Nacional de Vôlei 2011/2012, na terça à noite, na Arena JK, para o rival de Belo Horizonte: 3 a 0 para os minastenistas em menos de uma hora e meia de jogo, parciais de 25|21, 25|20 e 25|19.
TODOS EM QUADRA
SEM UMA estabilidade tática em quadra, restou ao técnico Jorge Schmidt usar todos os jogadores à disposição, inclusive Ricardo Serafim, ponteiro que ainda não havia começado nenhum set como titular. Ainda sim, houve equilíbrio nos ataques e bloqueios, mas o diferencial aconteceu nos saques (5 aces do Minas e nenhum do Montes Claros).
O MOC cometeu ainda 24 erros (quase um set), enquanto o Minas apenas 16.
BEM MARCADO, Pereyra conseguiu marcar apenas seis pontos e não está mais sozinho como o maior pontuador da Superliga. Foi igualado por Renan (São Bernardo) com 70 pontos e, agora, tem apenas três pontos de vantagem em relação a Wallace (Sesi).
NOS ÚLTIMOS 11 clássicos entre Minas e Montes Claros, o tradicional clube da Capital venceu sete. No histórico desde 2009, são 19 duelos e os montes-clarenses têm agora apenas uma vitória de vantagem.
19 de dezembro de 2011
Chance de reabilitação em clássico
BEM MARCADO no sábado, BMG/Montes Claros vem de derrota em casa para o Cimed; adversário de hoje é o Minas
EM NOVA edição de um dos principais clássicos do vôlei mineiro, o BMG/Montes Claros sai em busca da reabilitação na Superliga Nacional 2011/12 nesta terça-feira, às 18h30, contra o Vivo/Minas, na Arena JK (BH), pela quarta rodada do turno. O time que havia vencido seus dois primeiros compromissos diante do RJX e do Medley/Campinas, vem de sua primeira derrota na competição.
NOS ÚLTIMOS 10 clássicos entre BMG/Montes Claros e Vivo/Minas, o clube de BH venceu seis. Nas últimas três fases eliminatórias, sendo dois Mineiros e uma quartas-de-final de Superliga, o Minas levou a melhor em todas.
MAS PARA a torcida do Esquilão vale o retrospecto: no histórico de duelos desde 2009, quando o time do Norte de Minas foi fundado, o Montes Claros leva a melhor com 10 vitórias contra 8.
DERROTA "CEDO DEMAIS"
NO SÁBADO, mesmo diante de quase 3,9 mil pessoas no Poliesportivo Tancredo Neves, o Cimed/Sky venceu o Esquilão por 3 a 0, parciais de 25/18, 26/24 e 26/24, em 1h42’. O argentino Pereyra conseguiu ser o maior pontuador em quadra com 14 ataques e 3 saques e segue como o primeiro colocado no ranking de pontos entre os atletas dos 12 times da competição.
O CIMED veio a Montes Claros ciente de como anularia os pontos fortes do Montes Claros. Com o saque forçado, conseguiu quebrar a maioria dos passes do líbero Fábio e do ponteiro Léo Caldeira. Isso facilitou bastante o trabalho dos homens de rede, que foi fundamental para decidir o jogo a seu favor. “É um time muito afinado, que teve uma rede muito eficiente”, disse o técnico do Esquilão, Jorge Schmidt (foto ao lado).
À VENETA, ele disse que não esperava pela derrota já na terceira rodada, ainda mais em casa. “Perdemos cedo demais até pelo o meu time tinha rendido até agora, mas estamos cientes de que há chances de reverter e buscar a compensação. É apenas o início e eles também vão tropeçar em algum momento”.
VEIO, VIU E VENCEU
JÁ MARCOS Pacheco, que entre as funções de atleta e auxiliar trabalhou com Schmidt por 18 anos confessou qual foi a receita para um jogo tão eficiente como esse de sábado, ao ponto de o seu time não errar um saque sequer no primeiro set. “Estudamos muito o time do Montes Claros e conseguimos neutralizar seus pontos mais fortes”, disse o técnico visitante. Na sua avaliação, o time montes-clarense tem como característica força e explosão e “se tivéssemos dado qualquer brecha, o resultado não teria sido este”.
O LEVANTADOR Bruninho, titular da seleção brasileira, disse que nos últimos dias o Montes Claros “foi o dever de casa do Cimed na manhã, tarde e noite”. A comissão técnica preparou um material com vídeos e estatísticas com jogos do Mineiro e das duas primeiras partidas do Montes Claros pela Superliga. - FOTOS: Fredson Souza (divulgação Funadem)
NOS ÚLTIMOS 10 clássicos entre BMG/Montes Claros e Vivo/Minas, o clube de BH venceu seis. Nas últimas três fases eliminatórias, sendo dois Mineiros e uma quartas-de-final de Superliga, o Minas levou a melhor em todas.
MAS PARA a torcida do Esquilão vale o retrospecto: no histórico de duelos desde 2009, quando o time do Norte de Minas foi fundado, o Montes Claros leva a melhor com 10 vitórias contra 8.
DERROTA "CEDO DEMAIS"
NO SÁBADO, mesmo diante de quase 3,9 mil pessoas no Poliesportivo Tancredo Neves, o Cimed/Sky venceu o Esquilão por 3 a 0, parciais de 25/18, 26/24 e 26/24, em 1h42’. O argentino Pereyra conseguiu ser o maior pontuador em quadra com 14 ataques e 3 saques e segue como o primeiro colocado no ranking de pontos entre os atletas dos 12 times da competição.
À VENETA, ele disse que não esperava pela derrota já na terceira rodada, ainda mais em casa. “Perdemos cedo demais até pelo o meu time tinha rendido até agora, mas estamos cientes de que há chances de reverter e buscar a compensação. É apenas o início e eles também vão tropeçar em algum momento”.
VEIO, VIU E VENCEU
JÁ MARCOS Pacheco, que entre as funções de atleta e auxiliar trabalhou com Schmidt por 18 anos confessou qual foi a receita para um jogo tão eficiente como esse de sábado, ao ponto de o seu time não errar um saque sequer no primeiro set. “Estudamos muito o time do Montes Claros e conseguimos neutralizar seus pontos mais fortes”, disse o técnico visitante. Na sua avaliação, o time montes-clarense tem como característica força e explosão e “se tivéssemos dado qualquer brecha, o resultado não teria sido este”.
O LEVANTADOR Bruninho, titular da seleção brasileira, disse que nos últimos dias o Montes Claros “foi o dever de casa do Cimed na manhã, tarde e noite”. A comissão técnica preparou um material com vídeos e estatísticas com jogos do Mineiro e das duas primeiras partidas do Montes Claros pela Superliga. - FOTOS: Fredson Souza (divulgação Funadem)
18 de dezembro de 2011
Jogadores, técnico e direção na bronca com 2º árbitro
O TÉCNICO Jorge Schmidt teve coro em seus comandados sobre a atuação do segundo árbitro Alair Silva diante da diferença de critérios ao longo dos três sets. O ponteiro Léo Caldeira (foto abaixo) era dos mais revoltados. “Isso não vai tirar o mérito do Cimed, mas foram quatro lances bem claros a nosso favor que os pontos foram dados ao adversário”, disse o jogador que anotou dez pontos diante dos catarinenses.A BRONCA maior foi sobre a falta de critérios. “No primeiro set, a goteira estava sobre o nosso banco e o jogo foi paralisado duas vezes. Depois da mudança de lado, o problema parou”. O diretor Victor Oliveira formalizou pessoalmente o protesto junto ao próprio Alair, mas não acredita em vetos.
JÁ SOBRE a parte tática, o treinador completou: “enfrentamos um time muito afinado, que soube neutralizar nossos pontos mais fortes, mas também tenho que reconhecer que o meu time não foi “bem. Arriscamos demais e insistimos muito pelos extremos da quadra”.
Comando do Funorte: Luiz Eduardo ou Pereira
LUIZ EDUARDO Lima, campeão da Segunda Divisão pelo próprio clube em 2008, e o ex-goleiro Pereira (FOTO AO LADO), que atuou pelo Atlético e Cruzeiro nos anos 80 e que recentemente conquistou a terceira colocação geral da Segundona Mineira pelo União Luziense, são as opções com as quais o Funorte Esporte Clube trabalha na tentativa de definir seu técnico para a disputa do Módulo II/2012.A INFORMAÇÃO é de Cristiano Dias Júnior, que reassumiu a função de diretor de futebol depois de deixar o cargo logo após o rebaixamento no Campeonato Mineiro da 1ª Divisão. A competição começa no dia 12 de fevereiro e a estreia do FEC será em casa, contra o Patrocinense. Os dois times estão na Chave B, ao lado de URT, Araxá, Mamoré e Uberlândia.
APESAR DE ter sido o primeiro nome cogitado pela diretoria do clube, até porque estava em Montes Claros até abril tentando salvar o time do rebaixamento, Luiz Eduardo não depende apenas de sua vontade para comandar o Funorte pela terceira vez.
CAMPEÃO DA 2ª Divisão pelo Araxá, mês passado, ele já teria acertado verbalmente a renovação de contrato com o Ganso. No entanto, para assinar, espera pelo acerto da premiação pelo título o que ainda não aconteceu.NESTA SEMANA, o repórter da rádio Imbiara, de Araxá, Márcio Rosa, confirmou essa versão à VENETA. “Embora o Luiz (FOTO AO LADO) tenha sido o responsável pelas contratações, dispensas e renovações do grupo que foi campeão da Segunda Divisão e garantiu o acesso para o Módulo II, ele ainda não assinou seu novo contrato com o Araxá Esporte”, disse. No entanto, segundo Márcio, diretoria e técnico já estariam apalavrados.
COMO HÁ uma ponta de possibilidade de Luiz voltar à cidade, o Funorte vai esperar até o último momento para buscar segundo nome, que também já foi divulgado. Márcio Pereira, que foi goleiro do Cruzeiro e América nos anos 80, foi citado pelo diretor de futebol. “Ele fez um trabalho muito bom no União Luziense, apostando em um time jovem e com o orçamento baixo”, explicou Júnior, referindo-se à realidade financeira de momento do FEC.
Clube muda de fornecedor e espera por parceiro de fora de MG
COM UMA base jovem, com pelo menos dez jogadores vindos das categorias de base e quatro profissionais da cidade que estão sem clubes, o Funorte vai iniciar sua pré-temporada para o Módulo II no dia 3 de janeiro, 40 dias antes de sua estreia contra o Patrocinense, em casa. O discurso passa também pelas contratações, algo ainda tímido no momento. Os cinco rivais da chave já estão com os seus elencos definidos e iniciam a preparação ainda neste mês.FORA DE campo, o que foi adiantado pela diretoria é a mudança do fornecedor de material esportivo. Sai a Dittz e entra a Kickball, que já é parceira do BMG/Montes Claros na Superliga Nacional de Vôlei. A possibilidade de fechamento de patrocínio com duas empresas com sede em Montes Claros seria a garantia de caixa para as contratações.
“HÁ NOMES apalavrados, mas não podemos anunciar sem pelo menos a garantia de contrato. Nesta semana, devemos adiantar essas negociações para dar uma resposta à torcida”, disse o diretor de futebol Cristiano Dias Júnior- à direita na foto acima, em conversa com o meia Esquerdinha, um dos atletas do Júnior nos planos para o time profissional de 2012.
PARCERIA
UMA NOVIDADE no clube, a partir de 2012, pode ser a parceria com clubes mais tradicionais de outros estados no empréstimo de jogadores de forma gratuita. Vitória/BA e Coritiba seriam alguns desses parceiros na mira do Funorte.
Cai um dos favoritos no Caldeirão
COM 100% de aproveitamento e o maior pontuador da competição até agora – o oposto argentino Pereyra, com 47 pontos –, o BMG/Montes Claros é um dos destaques no início da Superliga Nacional 2011/2012. Na noite de quinta-feira, marcada por uma chuva forte – que revelou as goteiras no teto do Ginásio Poliesportivo Tancredo Neves –, o time venceu o RJX, de Marlon, Lucão e Alan, todos da Seleção Brasileira, por 3 a 1.
AS PARCIAIS foram de 25/17, 32/20, 24/26 e 25/21, em 2 horas e 17 minutos, acompanhadas por 1.892 pessoas no Caldeirão. O argentino anotou 20 pontos, sendo 1 de bloqueio, 17 em ataques e dois de saque. Aliás, esse último foi o fundamento apontado pelo técnico Jorge Schmidt como diferencial no rendimento do time. “Sacamos muito bem e quebramos o passe do adversário”, resumiu.
EMBORA TENHA errado mais que o adversário (29 erros contra 28), o Montes Claros esteve bem em praticamente todos os fundamentos, em especial no primeiro set, com a vantagem de oito pontos em seu final.
BMG/MONTES Claros – Rívoli, Pereyra, Willian Reffatti, Léo Caldeira, Alberto e Salsa. Líbero – Fábio Paes. Entraram ainda Tuba, Rafinha, Silêncio e Paulo Anchieta. RJX – Marlon, Paulo Vítor, Dante, Lipe, Lucão e Ualas. Líbero – Alan. Também jogaram Thiago Sens, Théo e Guilherme.
AS PARCIAIS foram de 25/17, 32/20, 24/26 e 25/21, em 2 horas e 17 minutos, acompanhadas por 1.892 pessoas no Caldeirão. O argentino anotou 20 pontos, sendo 1 de bloqueio, 17 em ataques e dois de saque. Aliás, esse último foi o fundamento apontado pelo técnico Jorge Schmidt como diferencial no rendimento do time. “Sacamos muito bem e quebramos o passe do adversário”, resumiu.
EMBORA TENHA errado mais que o adversário (29 erros contra 28), o Montes Claros esteve bem em praticamente todos os fundamentos, em especial no primeiro set, com a vantagem de oito pontos em seu final.
BMG/MONTES Claros – Rívoli, Pereyra, Willian Reffatti, Léo Caldeira, Alberto e Salsa. Líbero – Fábio Paes. Entraram ainda Tuba, Rafinha, Silêncio e Paulo Anchieta. RJX – Marlon, Paulo Vítor, Dante, Lipe, Lucão e Ualas. Líbero – Alan. Também jogaram Thiago Sens, Théo e Guilherme.
Lucão reconhece derrotas, mas projeta reação
UM DOS selecionáveis do RJX, o central Lucão não teve desculpas para a segunda derrota na Superliga e reconheceu a superioridade do Montes Claros. No entanto, fez uma análise do momento do representante da cidade do Rio de Janeiro na principal competição do vôlei brasileiro.
SEGUNDO ELE, como se trata de um grupo que foi montado há pouco tempo, o time ainda sente a falta de entrosamento e o peso pela sequência de competições que parte do grupo teve com a seleção brasileira na temporada. “Não tivemos tempo nem para treinar juntos. Temos jogadores que já sentem o cansaço pela temporada de competições e outros que ainda voltam de lesões”, comentou o central, que até a temporada passada vestia a camisa do Cimed.
A RECEITA para isso, contou o jogador, está na superação. “Vamos ter que esquecer essas duas primeiras rodadas e concentrar nas três rodadas seguintes. Pelo que fizemos até agora, o que nos interessa é a conquista dos nove pontos”, finalizou.
SEGUNDO ELE, como se trata de um grupo que foi montado há pouco tempo, o time ainda sente a falta de entrosamento e o peso pela sequência de competições que parte do grupo teve com a seleção brasileira na temporada. “Não tivemos tempo nem para treinar juntos. Temos jogadores que já sentem o cansaço pela temporada de competições e outros que ainda voltam de lesões”, comentou o central, que até a temporada passada vestia a camisa do Cimed.
A RECEITA para isso, contou o jogador, está na superação. “Vamos ter que esquecer essas duas primeiras rodadas e concentrar nas três rodadas seguintes. Pelo que fizemos até agora, o que nos interessa é a conquista dos nove pontos”, finalizou.
Jorge controla alegria e Rívoli comemora vitória
JORGE SCHMIDT está há uma semana no cargo. Ao final do jogo diante dos cariocas, disse à VENETA que, mais do que recuperar o grupo para esse desafio deste sábado, contra o Cimed, o momento exige que a alegria seja contida. “Não há qualquer dúvida de que jogamos muito bem; o tempo todo, mas não podemos transformar esta confiança em excesso, até porque perdemos um set porque erramos demais e esbarramos justamente em um saque forçado, assim como o nosso”, avaliou.
ADIANTOU, AINDA, que vai manter os titulares para enfrentar os catarinenses, mas confessa que, pelo bom rendimento nos dois primeiros jogos, sabe que o seu time está bem visado. “O nosso jogo foi transmitido para todo Brasil, mas os adversários sempre dão um jeito de saber mais”, completou.
ELEITO O melhor em quadra, com direito ao troféu Viva Vôlei, o levantador Rodrigo Rívoli, preferiu comemorar mais a conquista dos três pontos. “Estivemos muito bem, mas o desafio seguinte será do mesmo nível. Chegamos aos cinco pontos, uma vantagem considerável sobre um adversário direto como o RJX”, resumiu.
ADIANTOU, AINDA, que vai manter os titulares para enfrentar os catarinenses, mas confessa que, pelo bom rendimento nos dois primeiros jogos, sabe que o seu time está bem visado. “O nosso jogo foi transmitido para todo Brasil, mas os adversários sempre dão um jeito de saber mais”, completou.
ELEITO O melhor em quadra, com direito ao troféu Viva Vôlei, o levantador Rodrigo Rívoli, preferiu comemorar mais a conquista dos três pontos. “Estivemos muito bem, mas o desafio seguinte será do mesmo nível. Chegamos aos cinco pontos, uma vantagem considerável sobre um adversário direto como o RJX”, resumiu.
16 de dezembro de 2011
Esquilão com o reforço dos homens sirenes
O PÚBLICO nas arquibancadas do Ginásio Poliesportivo foi abaixo da média histórica do BMG/Montes Claros desde a sua entrada na Superliga Nacional, mas as 1.892 pessoas presentes ao jogo de quinta-feira deram conta do recado e ajudaram o time do início ao fim na vitória sobre o então favorito RJX.
DOS VÁRIOS torcedores estilizados, com peruca, camisas de clubes de futebol, faixas, guarda-chuvas e uniformes de torcidas organizadas, Carlos Eduardo Veloso e João Gabriel Nunes, de 21 e 12 anos, respectivamente, chamaram bastante a atenção de quem esteve presente no Caldeirão e até de pessoas bem de longe, que acompanhavam o duelo pela transmissão do SporTV.
A DUPLA imitava com perfeição o barulho das sirenes dos carros de Polícia, Ambulâncias e Bombeiros. Pelo regulamento, a CBV proíbe qualquer aparelho sonoro de posse dos torcedores e, dessa forma, os amigos encontraram na garganta um jeito de driblar o veto.
O RITMO de ruídos foi intenso ao longo dos quatro sets. A prática, segundo Carlos, começou como brincadeira de rua. “Fiz uma vez e a turma gostou e passou a pedir toda vez que a gente se encontrava na rua”, disse o “homem-sirene”.
POR VÁRIAS vezes, familiares e amigos ligavam no celular para avisar que a dupla aparecia na transmissão de TV. A brincadeira tem até alguns exageros, segundo explica João Gabriel, que mora na Vila Regina, assim como o amigo. “Quando tem muita gente na saída do ginásio, a gente imita a sirene andando de moto só para ver os carros darem passagem”, comentou o mais novo, que foi provocado por Carlos. “Eu que ensinei a ele fazer o barulho. Na verdade, o Gabriel é ainda filhote”, brincou.
DOS VÁRIOS torcedores estilizados, com peruca, camisas de clubes de futebol, faixas, guarda-chuvas e uniformes de torcidas organizadas, Carlos Eduardo Veloso e João Gabriel Nunes, de 21 e 12 anos, respectivamente, chamaram bastante a atenção de quem esteve presente no Caldeirão e até de pessoas bem de longe, que acompanhavam o duelo pela transmissão do SporTV.A DUPLA imitava com perfeição o barulho das sirenes dos carros de Polícia, Ambulâncias e Bombeiros. Pelo regulamento, a CBV proíbe qualquer aparelho sonoro de posse dos torcedores e, dessa forma, os amigos encontraram na garganta um jeito de driblar o veto.
O RITMO de ruídos foi intenso ao longo dos quatro sets. A prática, segundo Carlos, começou como brincadeira de rua. “Fiz uma vez e a turma gostou e passou a pedir toda vez que a gente se encontrava na rua”, disse o “homem-sirene”.
POR VÁRIAS vezes, familiares e amigos ligavam no celular para avisar que a dupla aparecia na transmissão de TV. A brincadeira tem até alguns exageros, segundo explica João Gabriel, que mora na Vila Regina, assim como o amigo. “Quando tem muita gente na saída do ginásio, a gente imita a sirene andando de moto só para ver os carros darem passagem”, comentou o mais novo, que foi provocado por Carlos. “Eu que ensinei a ele fazer o barulho. Na verdade, o Gabriel é ainda filhote”, brincou.
15 de dezembro de 2011
Novo Clube aumenta a coleção de títulos na Copa Infanto-Juvenil
O NOVO Clube é pentacampeão da Copa Drogaria Minas Brasil de Futebol Infanto-Juvenil. O time do projeto social mantido pela empresa dinamarquesa Novo Nordisk venceu a AABB/Cruzeiro, por 4 a 2, nos pênaltis, na final única da 15ª edição, realizada no último sábado, no estádio José Maria Melo. A campanha invicta teve nove jogos, com seis vitórias e três empates, além da segunda melhor defesa (-6 gols) e do artilheiro geral: Alexandre “Manteiga”, com 13 gols.
O DUELO decisivo reeditou a final do ano passado, quando o Novo Clube também levou a melhor. Mas dessa vez, apesar das oportunidades pelos dois lados, ninguém marcou gols no tempo normal. Se os jogadores comemoraram o bicampeonato, o técnico Júnio Borges foi mais além: esse foi seu 8º caneco em 15 edições da Copa.
AO LONGO da competição, que teve início na primeira semana de setembro, o Novo Clube utilizou 24 atletas e seguiu à risca uma agenda de treinos, com trabalhos quatro vezes por semana – de terça à sexta –, sempre à tarde. O período de manhã é exclusivo para os estudos. Aliás, a inscrição na disputa exige a matrícula e a freqüência escolar.
NA BASE, sob o comando dos técnicos Maurílio, Cesinha e Júnio Borges, o clube trabalha com as categorias Infantil, Infanto-Juvenil e Juvenil, mas ao invés dos demais projetos da cidade, os times que vão a campo não mesclam atletas nascidos em anos diferentes. A Copa, por exemplo, permite jogadores de 15 e 16 anos. O Novo Clube utilizou somente aqueles de 16 anos.
MESMO ASSIM, os atletas mais novos não ficaram sem jogar. Foram inscritos na mesma competição, mas pelo time do Vera Cruz (Alto São João), que acabou conquistando o terceiro lugar geral, na preliminar do sábado, ao vencer o San Diego Júnior por dois a zero.
PARA 2012, caso a Liga Montes-clarense de Futebol retome o Campeonato Juvenil, o Novo Clube já confirmou interesse em disputá-lo. Até lá, é bem provável que pelo menos 10 dos campeões sejam encaminhados a grandes clubes do Rio de Janeiro, São Paulo, Minas e Bahia para testes.
O DUELO decisivo reeditou a final do ano passado, quando o Novo Clube também levou a melhor. Mas dessa vez, apesar das oportunidades pelos dois lados, ninguém marcou gols no tempo normal. Se os jogadores comemoraram o bicampeonato, o técnico Júnio Borges foi mais além: esse foi seu 8º caneco em 15 edições da Copa.
AO LONGO da competição, que teve início na primeira semana de setembro, o Novo Clube utilizou 24 atletas e seguiu à risca uma agenda de treinos, com trabalhos quatro vezes por semana – de terça à sexta –, sempre à tarde. O período de manhã é exclusivo para os estudos. Aliás, a inscrição na disputa exige a matrícula e a freqüência escolar.
NA BASE, sob o comando dos técnicos Maurílio, Cesinha e Júnio Borges, o clube trabalha com as categorias Infantil, Infanto-Juvenil e Juvenil, mas ao invés dos demais projetos da cidade, os times que vão a campo não mesclam atletas nascidos em anos diferentes. A Copa, por exemplo, permite jogadores de 15 e 16 anos. O Novo Clube utilizou somente aqueles de 16 anos.
MESMO ASSIM, os atletas mais novos não ficaram sem jogar. Foram inscritos na mesma competição, mas pelo time do Vera Cruz (Alto São João), que acabou conquistando o terceiro lugar geral, na preliminar do sábado, ao vencer o San Diego Júnior por dois a zero.
PARA 2012, caso a Liga Montes-clarense de Futebol retome o Campeonato Juvenil, o Novo Clube já confirmou interesse em disputá-lo. Até lá, é bem provável que pelo menos 10 dos campeões sejam encaminhados a grandes clubes do Rio de Janeiro, São Paulo, Minas e Bahia para testes.
Entrevista - Jorge Schmidt
Jorge Schmidt, o novo comandante do Montes Claros tem 54 anos, é gaúcho de Novo Hamburgo e pai do casal Marcelo (25) e Betina (22). Aliás, foi o filho mais velho quem o recomendou a vir para o Norte de Minas, mesmo com o veto do médico que fez a cirurgia de colocação de um prótese em seu quadril.
A coincidência pelo estado natal e o estilo enérgico à beira da quadra rende a Jorginho algumas comparações com o treinador de futebol Luiz Felipe Scolari, de quem é amigo. Na conversa com a VENETA ao final da coletiva de sua apresentação, na segunda-feira, o estreante pé-quente em Campinas comenta algo sobre cada um desses assuntos.
Até a quarta-feira da semana passada você olhava para o time do Montes Claros do lado de fora. Qual era a sua opinião sobre as chances do time na Superliga?
JORGE SCHMIDT – “A mesma que tenho agora como técnico do time. Oferece uma estrutura muito boa de trabalho e tem um grupo forte, o que já foi mostrado no jogo em Campinas ao vencer o atual vice-campeão do campeonato estadual mais forte do País”.
Mas até onde o time vai?
JS – “Uma coisa de cada vez, ainda mais em uma Superliga tão equilibrada como essa. Mas independente de adversários e de qual time vamos lançar à quadra, a minha primeira meta é de classificar o Montes Claros entre os oito melhores. Não chegar aos play-offs seria uma decepção muito grande”.
Dá para surpreender os times com maior investimento?
JS – “Se a gente conseguir uma das quatro melhores campanhas, com o direito de fazer dois jogos das quartas-de-final em casa, será melhor, claro. Mas o mais importante é classificar. A obrigação de fazer uma campanha impecável é para aqueles que montaram verdadeiras seleções, o que não é o nosso caso”.
Na Superliga 2010/2011, com o Fátima/Sogipa, você não conseguiu nem ao mesmo chegar aos play-offs...
JS – “Foi uma soma de fatores. A gente tinha um elenco limitado só com oito jogadores mais experientes e com poder de decisão. O grupo contava só com um oposto, além do que a nossa tabela teve uma sequência muito difícil de longas viagens e adversários mais fortes. Além desse perfil, com as estatísticas em mãos, os rivais souberam neutralizar os nossos pontos fortes. A realidade de agora é bem diferente”.
Qual é o grupo de atletas que você idealiza?
JS – “Pode ser que eu tenha um grupo de amigos, mas eu preciso mesmo é de um grupo de trabalho, que pense no coletivo e na união. Dentro de quadra, um depende do outro”.
A sua fama é de um técnico linha dura, que esbraveja e não adia uma bronca. Pela raiz gaúcha, o Jorge Schmidt seria o Luiz Felipe Scolari das quadras?
JS – “(risos)... Nem tanto, nem tanto! Ele é muito durão né? O Felipão é um amigo que a minha família tem. Nós tivemos passagens por Portugal na mesma época: ele na seleção de futebol e eu na de vôlei. Inclusive fui assistir ao jogo entre Portugal e Dinamarca a convite dele”.
Na coletiva, você disse que, por causa da cirurgia recente no quadril, o médico te proibiu de treinar, mas o seu filho foi quem o autorizou a estar aqui. Comente isso.
JS – “O médico queria um repouso maior, até porque ainda tenho que evitar alguns movimentos ou ficar muito tempo de pé. Preparador físico, meu filho Marcelo trabalha com pilates e gerontologia, justamente em duas áreas que têm muito a ver com o tratamento que ainda estou fazendo”.
A coincidência pelo estado natal e o estilo enérgico à beira da quadra rende a Jorginho algumas comparações com o treinador de futebol Luiz Felipe Scolari, de quem é amigo. Na conversa com a VENETA ao final da coletiva de sua apresentação, na segunda-feira, o estreante pé-quente em Campinas comenta algo sobre cada um desses assuntos.Até a quarta-feira da semana passada você olhava para o time do Montes Claros do lado de fora. Qual era a sua opinião sobre as chances do time na Superliga?
JORGE SCHMIDT – “A mesma que tenho agora como técnico do time. Oferece uma estrutura muito boa de trabalho e tem um grupo forte, o que já foi mostrado no jogo em Campinas ao vencer o atual vice-campeão do campeonato estadual mais forte do País”.
Mas até onde o time vai?
JS – “Uma coisa de cada vez, ainda mais em uma Superliga tão equilibrada como essa. Mas independente de adversários e de qual time vamos lançar à quadra, a minha primeira meta é de classificar o Montes Claros entre os oito melhores. Não chegar aos play-offs seria uma decepção muito grande”.
Dá para surpreender os times com maior investimento?
JS – “Se a gente conseguir uma das quatro melhores campanhas, com o direito de fazer dois jogos das quartas-de-final em casa, será melhor, claro. Mas o mais importante é classificar. A obrigação de fazer uma campanha impecável é para aqueles que montaram verdadeiras seleções, o que não é o nosso caso”.
Na Superliga 2010/2011, com o Fátima/Sogipa, você não conseguiu nem ao mesmo chegar aos play-offs...
JS – “Foi uma soma de fatores. A gente tinha um elenco limitado só com oito jogadores mais experientes e com poder de decisão. O grupo contava só com um oposto, além do que a nossa tabela teve uma sequência muito difícil de longas viagens e adversários mais fortes. Além desse perfil, com as estatísticas em mãos, os rivais souberam neutralizar os nossos pontos fortes. A realidade de agora é bem diferente”.
Qual é o grupo de atletas que você idealiza?
JS – “Pode ser que eu tenha um grupo de amigos, mas eu preciso mesmo é de um grupo de trabalho, que pense no coletivo e na união. Dentro de quadra, um depende do outro”.
A sua fama é de um técnico linha dura, que esbraveja e não adia uma bronca. Pela raiz gaúcha, o Jorge Schmidt seria o Luiz Felipe Scolari das quadras?
JS – “(risos)... Nem tanto, nem tanto! Ele é muito durão né? O Felipão é um amigo que a minha família tem. Nós tivemos passagens por Portugal na mesma época: ele na seleção de futebol e eu na de vôlei. Inclusive fui assistir ao jogo entre Portugal e Dinamarca a convite dele”.
Na coletiva, você disse que, por causa da cirurgia recente no quadril, o médico te proibiu de treinar, mas o seu filho foi quem o autorizou a estar aqui. Comente isso.
JS – “O médico queria um repouso maior, até porque ainda tenho que evitar alguns movimentos ou ficar muito tempo de pé. Preparador físico, meu filho Marcelo trabalha com pilates e gerontologia, justamente em duas áreas que têm muito a ver com o tratamento que ainda estou fazendo”.
10 de dezembro de 2011
Estreia, equilíbrio, virada e vitória
COM 67 pontos do trio Pereyra, Caldeira e Reffatti, BMG/Montes Claros vence o Campinas no tie-break na estreia do time na SL 11/12 e do técnico Jorge Schimidt
A ESTREIA do BMG/Montes Claros justifica todo o equilíbrio apontado até agora pelos treinadores e jogadores das 12 equipes da Superliga 11/12. Em duas horas e 39 minutos, com reviravoltas dentro dos placares de cada set, o time teve muito trabalho para vencer o Medley/Campinas, no ginásio Taquaral, em Campinas, em um dos cinco jogos da primeira rodada. As parciais foram de 34/36, 29/27, 25/27, 25/18 e 15/10, com o argentino Pereyra largando na frente na corrida dos pontos.
(na foto, Tiago Salsa e Federico Pereyra - crédito: divulgação Medley)
O OPOSTO repetiu as boas performances que teve na seleção de seu país na copa do mundo e na liga mundial. Foi o maior pontuador da noite com 27 acertos, sendo 26 ataques em 57 tentativas. O outro ponto foi de ace. Aliás, os outros dois maiores pontuadores da noite também foram do Montes Claros: Léo Caldeira, com 22 pontos (17 de ataque e 4 bloqueios), e Willian Reffatti, com 18 - esse recebeu o troféu Viva Vôlei de melhor em quadra.
À BEIRA da quadra, destaque para o técnico Jorge Schimidt, que fez seu primeiro jogo à frente do time em menos de 24 horas de trabalho. Como a VENETA adiantou nessa sexta-feira, ele foi apresentado ao time em meio ao treino de reconhecimento do ginásio Taquaral. Ele buscou a variação tática com várias substituições, até porque o seu time teve que buscar o resultado.
A FORMAÇÃO inicial teve Léo Caldeira, Rívoli, Pereyra, Alberto, Tiago Salsa, Willian Reffatti e Fábio Paes (líbero). Entraram também Rafinha, Tuba, Paulo Anchieta e Ricardo Serafim.
NA QUINTA-feira, com direito a transmissão pelo Sportv, o BMG/Montes Claros recebe o RJX, às 21 horas, pela segunda rodada do turno. Os ingressos custam R$ 10 (R$ 5 - meia). O time carioca perdeu em sua estreia para o Sesi, na sexta-feira, por 3 a 0.
NÚMEROS
O MONTES Claros anotou 128 pontos, sendo 84 de ataques, 13 bloqueios e três aces, além de 28 erros do adversário. O ginásio do Taquaral recebeu 1,4 mil torcedores. Léo Caldeira fez quatro pontos de bloqueios.
A ESTREIA do BMG/Montes Claros justifica todo o equilíbrio apontado até agora pelos treinadores e jogadores das 12 equipes da Superliga 11/12. Em duas horas e 39 minutos, com reviravoltas dentro dos placares de cada set, o time teve muito trabalho para vencer o Medley/Campinas, no ginásio Taquaral, em Campinas, em um dos cinco jogos da primeira rodada. As parciais foram de 34/36, 29/27, 25/27, 25/18 e 15/10, com o argentino Pereyra largando na frente na corrida dos pontos.(na foto, Tiago Salsa e Federico Pereyra - crédito: divulgação Medley)
O OPOSTO repetiu as boas performances que teve na seleção de seu país na copa do mundo e na liga mundial. Foi o maior pontuador da noite com 27 acertos, sendo 26 ataques em 57 tentativas. O outro ponto foi de ace. Aliás, os outros dois maiores pontuadores da noite também foram do Montes Claros: Léo Caldeira, com 22 pontos (17 de ataque e 4 bloqueios), e Willian Reffatti, com 18 - esse recebeu o troféu Viva Vôlei de melhor em quadra.
À BEIRA da quadra, destaque para o técnico Jorge Schimidt, que fez seu primeiro jogo à frente do time em menos de 24 horas de trabalho. Como a VENETA adiantou nessa sexta-feira, ele foi apresentado ao time em meio ao treino de reconhecimento do ginásio Taquaral. Ele buscou a variação tática com várias substituições, até porque o seu time teve que buscar o resultado.
A FORMAÇÃO inicial teve Léo Caldeira, Rívoli, Pereyra, Alberto, Tiago Salsa, Willian Reffatti e Fábio Paes (líbero). Entraram também Rafinha, Tuba, Paulo Anchieta e Ricardo Serafim.
NA QUINTA-feira, com direito a transmissão pelo Sportv, o BMG/Montes Claros recebe o RJX, às 21 horas, pela segunda rodada do turno. Os ingressos custam R$ 10 (R$ 5 - meia). O time carioca perdeu em sua estreia para o Sesi, na sexta-feira, por 3 a 0.
NÚMEROS
O MONTES Claros anotou 128 pontos, sendo 84 de ataques, 13 bloqueios e três aces, além de 28 erros do adversário. O ginásio do Taquaral recebeu 1,4 mil torcedores. Léo Caldeira fez quatro pontos de bloqueios.
9 de dezembro de 2011
Jorge Schmidt assume o BMG/Montes Claros
NA VÉSPERA da estreia na Superliga, amanhã, contra o Medley/Campinas, fora de casa, uma reviravolta nos bastidores do BMG/Montes Claros na escolha de seu novo técnico. Ao invés da badalação em cima de Carlão, ex-capitão da Seleção, para o início de sua carreira como treinador no Norte de Minas, o clube buscou a experiência de Jorge Schmidt, que na temporada passada estava no Sogipa.A INFORMAÇÃO foi adiantada ainda na tarde dessa quinta-feira, pelo apresentador Rubem Ribeiro, do programa Momento Esportivo (Canal 20).
JORGINHO, COMO também é mais conhecido no voleibol, havia sido relacionado na lista de provável substituto de Manu Arnaut antes mesmo de Carlão. Ele está na fase final de recuperação de uma cirurgia de prótese no quadril, segundo informações da imprensa de São Paulo, mas nada que comprometa a sua volta aos trabalhos. foto - Melhor do vôlei
PRIMEIRO CONTATO
NESTA TARDE, inclusive, ele será apresentado ao grupo de jogadores e ao restante da comissão técnica do Montes Claros no Ginásio do Taquaral, durante os trabalhos de reconhecimento da quadra, das 17h30 às 19h30. Do atual grupo do Pequi Atômico, ele trabalhou recentemente com o líbero Jair (foto abaixo), com o levantador Rívoli e com o central Silêncio, todos no Sogipa/Fátima/Medquímica, de Porto Alegre/RS.
A NEGOCIAÇÃO com Carlão Gouveia estava próxima dos 90%, mas caiu para 0% nos últimos dias, a medida que os contatos entre a diretoria do clube e Carlão já não mais tão intensos como na semana precedente à semifinal do Campeonato Mineiro.MESMO TENTADO a iniciar a sua carreira em um time adulto, embora dependesse da conclusão do curso de técnico nível III, pesaram na resposta final do ídolo Carlão as questões familiares e os contratos com seu patrocinador pessoal (Banco do Brasil) e com o canal de TV a cabo do qual é comentarista de vôlei. foto Jair - Vinnícius Silva
8 de dezembro de 2011
Fora de quadra, a Superliga já começou
CAPITÃO TUBA faz o social no lançamento da Superliga em Sampa; clube poupa Pereyra, que na Copa do Mundo, mesmo em sétimo, desbancou todos os atacantes brasileiros
Tuba ao lado de Lucão, Théo e Gustavo no lançamento da Superliga 2011/2012, hoje pela manhã, em SP
EM QUADRA, a Superliga Nacional de Vôlei 2011/2012 começa para o BMG/Montes Claros somente no sábado (10), no interior de São Paulo, contra o Medley/Campinas, mas oficialmente o saque inicial aconteceu nesta quinta-feira (8), ao final da manhã, no evento que a Confederação Brasileira de Vôlei (CBV) promoveu no Buffet Mansão Jardim, no Butantã, em São Paulo/SP. A entidade reuniu técnicos, jogadores e dirigentes dos 12 clubes participantes desta edição – além da imprensa. fotos: CBV
O OPOSTO Tuba, na condição de capitão do time, e o técnico interino Leandro Dutra - o terceiro na foto ao lado, com Marlon, Bruno Zanuto e André Donegá (Londrina) - foram os representantes do Esquilão na promoção social, que contou, ainda, com todos os jogadores da seleção brasileira que estão nos clubes da Superliga, casos de Giba e Gustavo (Cimed), Marlon e Théo (RJX) e Serginho (Sesi), Wallace (Cruzeiro), entre outros.
PEREYRA
TAMBÉM SELECIONÁVEL, mas pela Argentina, o oposto Federico Pereyra seria outro relacionado para o lançamento da competição, mas como chegou a Montes Claros somente nessa terça-feira depois de uma maratona de viagens e embarques desde o Japão, o clube optou em evitar mais esse desgaste.
ELE DISPUTOU a Copa do Mundo no Oriente e seu país terminou na sétima colocação. Foi o 12º maior pontuador, com 145 acertos, sendo 132 ataques, 4 bloqueios e 9 aces. Curiosamente, repetindo o feito da Liga Mundial, nenhum dos brasileiros que enfrentará na Superliga Nacional o superou.
RECONHECIMENTO
O ARGENTINO, assim como a delegação completa do BMG/Montes Claros viajará para Campinas nesta sexta-feira (9), às 9 horas. O treino de reconhecimento do ginásio Taquaral será um pouco mais tarde, das 17h30 às 19h30. No sábado, antes do jogo, mais um trabalho em quadra, das 9 às 10h30. Montes Claros e Medley/Campinas se enfrentam às 18 horas, no Taquaral.
NESTA QUINTA-feira, ainda em casa, o time trabalhou somente pela manhã, com trabalhos físicos no Poliesportivo. A tarde foi de folga.
EM QUADRA, a Superliga Nacional de Vôlei 2011/2012 começa para o BMG/Montes Claros somente no sábado (10), no interior de São Paulo, contra o Medley/Campinas, mas oficialmente o saque inicial aconteceu nesta quinta-feira (8), ao final da manhã, no evento que a Confederação Brasileira de Vôlei (CBV) promoveu no Buffet Mansão Jardim, no Butantã, em São Paulo/SP. A entidade reuniu técnicos, jogadores e dirigentes dos 12 clubes participantes desta edição – além da imprensa. fotos: CBV
O OPOSTO Tuba, na condição de capitão do time, e o técnico interino Leandro Dutra - o terceiro na foto ao lado, com Marlon, Bruno Zanuto e André Donegá (Londrina) - foram os representantes do Esquilão na promoção social, que contou, ainda, com todos os jogadores da seleção brasileira que estão nos clubes da Superliga, casos de Giba e Gustavo (Cimed), Marlon e Théo (RJX) e Serginho (Sesi), Wallace (Cruzeiro), entre outros.PEREYRA
TAMBÉM SELECIONÁVEL, mas pela Argentina, o oposto Federico Pereyra seria outro relacionado para o lançamento da competição, mas como chegou a Montes Claros somente nessa terça-feira depois de uma maratona de viagens e embarques desde o Japão, o clube optou em evitar mais esse desgaste.
ELE DISPUTOU a Copa do Mundo no Oriente e seu país terminou na sétima colocação. Foi o 12º maior pontuador, com 145 acertos, sendo 132 ataques, 4 bloqueios e 9 aces. Curiosamente, repetindo o feito da Liga Mundial, nenhum dos brasileiros que enfrentará na Superliga Nacional o superou.RECONHECIMENTO
O ARGENTINO, assim como a delegação completa do BMG/Montes Claros viajará para Campinas nesta sexta-feira (9), às 9 horas. O treino de reconhecimento do ginásio Taquaral será um pouco mais tarde, das 17h30 às 19h30. No sábado, antes do jogo, mais um trabalho em quadra, das 9 às 10h30. Montes Claros e Medley/Campinas se enfrentam às 18 horas, no Taquaral.
NESTA QUINTA-feira, ainda em casa, o time trabalhou somente pela manhã, com trabalhos físicos no Poliesportivo. A tarde foi de folga.
Na SL passada, em Campinas, deu Montes Claros
UMA VITÓRIA para cada lado no histórico de jogos entre Montes Claros e Campinas. Na Superliga Anterior, o primeiro confronto aconteceu no dia 4 de dezembro, pela oitava rodada, também no interior paulista, e os norte-mineiros venceram por 3 sets a 0. Mas no returno, no Poliesportivo de Montes Claros, pela 9ª rodada, os campineiros venceram por 3 a 1.
ALÉM DO ponteiro Bruno Zanuto, o time paulista conta, hoje, com o levantador Rodriguinho, ídolo máximo da torcida do clube do Norte de Minas e que, com a camisa 9, foi o capitão do Esquilão nas suas duas primeiras temporadas de existência do time.
ALÉM DO ponteiro Bruno Zanuto, o time paulista conta, hoje, com o levantador Rodriguinho, ídolo máximo da torcida do clube do Norte de Minas e que, com a camisa 9, foi o capitão do Esquilão nas suas duas primeiras temporadas de existência do time.
Paulo Anchieta chega como opção para a ponta
REVELADO PELAS categorias de base do Minas Tênis Clube, o mineiro de Lavras defendeu os brasileiros Banespa/SP, Náutico Araraquara/SP, Bento/RS, Três Corações/MG e Suzano/SP. No exterior, passou ainda pela Rússia, Polônia e Espanha.
COMO A direção do BMG/Montes Claros optou em não ficar com Cléber Mineiro depois da semifinal do Campeonato Mineiro (o contrato dele era de risco e apenas para o estadual), abriu-se uma vaga para a função de ponteiro e por isso Anchieta foi contratado. - foto: Rubem Ribeiro
7 de dezembro de 2011
Montes Claros estreia com vitória nas Olimpíadas Escolares
TIME SUPERA cansaço de um dia inteiro de viagem até o SUl do Brasil para estrear bem diante do representante do MS
A PARTICIPAÇÃO de Montes Claros na 1ª Divisão do Torneio de Basquete Feminino Sub-17 das Olimpíadas Escolares Brasileiras/2011 começou nesta quarta-feira (7). O Colégio Biotécnico Fundamental venceu o Colégio Professora Maria Lago (Mato Grosso do Sul), logo pela manhã, por 65 a 49, no ginásio do Colégio Marista Paranaense, em Curitiba/PR.
OS DOIS times estão na chave C, que tem ainda o Colégio Amadeus, de Sergipe, e o Colégio Dom Bosco Batel, do Paraná. Há mais dois grupos no torneio. Os times jogarão entre si no sistema olímpico (apenas ida) e apenas o primeiro colocado de cada grupo, mais o melhor entre os segundos colocados pelo índice técnico, classificam-se para as semifinais. A final será no dia 11, no ginásio do Colégio Santa Maria, também em Curitiba.
CANSAÇO DE LADO
O PRIMEIRO dia de competição teve um adversário a mais. Somente às 23h30 de ontem é que toda a delegação de Minas Gerais chegou à capital do Paraná. Para as montes-clarenses a carga foi ainda maior, já que durante a terça-feira inteira elas enfrentaram os 420 quilômetros de estrada até Belo Horizonte numa van.
O TÉCNICO Rogério Sant’Anna vê a motivação em chegar a uma disputa nacional como compensação ao curto intervalo para descanso da longa viagem. Sobre os adversários da primeira fase, o treinador disse, por telefone, que espera por jogos mais ágeis, como é característica no estilo estudantil. Sem maiores informações sobre os três colégios de sua chave, acredita que, logo nos primeiros minutos de disputa, seu time já perceba o comportamento tático rival para buscar as vitórias.
O TORNEIO de basquete feminino tem 24 participantes, sendo 12 na Divisão Especial e os demais na Elite. Por causa da classificação alcançada pelo representante mineiro no ano passado (o Colégio Magnum/BH foi apenas o 7º colocado na Especial), o time montes-clarense está na Divisão Especial.
A PARTICIPAÇÃO de Montes Claros na 1ª Divisão do Torneio de Basquete Feminino Sub-17 das Olimpíadas Escolares Brasileiras/2011 começou nesta quarta-feira (7). O Colégio Biotécnico Fundamental venceu o Colégio Professora Maria Lago (Mato Grosso do Sul), logo pela manhã, por 65 a 49, no ginásio do Colégio Marista Paranaense, em Curitiba/PR.OS DOIS times estão na chave C, que tem ainda o Colégio Amadeus, de Sergipe, e o Colégio Dom Bosco Batel, do Paraná. Há mais dois grupos no torneio. Os times jogarão entre si no sistema olímpico (apenas ida) e apenas o primeiro colocado de cada grupo, mais o melhor entre os segundos colocados pelo índice técnico, classificam-se para as semifinais. A final será no dia 11, no ginásio do Colégio Santa Maria, também em Curitiba.
CANSAÇO DE LADO
O PRIMEIRO dia de competição teve um adversário a mais. Somente às 23h30 de ontem é que toda a delegação de Minas Gerais chegou à capital do Paraná. Para as montes-clarenses a carga foi ainda maior, já que durante a terça-feira inteira elas enfrentaram os 420 quilômetros de estrada até Belo Horizonte numa van.
O TÉCNICO Rogério Sant’Anna vê a motivação em chegar a uma disputa nacional como compensação ao curto intervalo para descanso da longa viagem. Sobre os adversários da primeira fase, o treinador disse, por telefone, que espera por jogos mais ágeis, como é característica no estilo estudantil. Sem maiores informações sobre os três colégios de sua chave, acredita que, logo nos primeiros minutos de disputa, seu time já perceba o comportamento tático rival para buscar as vitórias.
O TORNEIO de basquete feminino tem 24 participantes, sendo 12 na Divisão Especial e os demais na Elite. Por causa da classificação alcançada pelo representante mineiro no ano passado (o Colégio Magnum/BH foi apenas o 7º colocado na Especial), o time montes-clarense está na Divisão Especial.
Como veio a vaga
DEPOIS DO JEMG e do Mineiro, time busca mais uma taça sob a bênção da madrinha Janeth; bolsa-atleta também é prêmio
O TIME vive somente sua primeira temporada em competições federadas, mas o currículo já conta com vários títulos expressivos. E para as atletas e comissão técnica, sempre há espaço para mais uma taça.
A VAGA do montes-clarense Biotécnico nas Olimpíadas veio com a conquista da fase final dos Jogos Escolares de Minas Gerais, no meio do ano, em Juiz de Fora. Aliás, nessa competição, o time venceu também as fases municipal, microrregional e regional – de forma invicta.
MAS A equipe foi mais além: conquistou também o Campeonato Mineiro da categoria com dez vitórias em dez jogos, além do Brasileiro da Terceira Divisão, no qual a seleção mineira contou com o próprio treinador no comando e mais cinco atletas do Biotécnico.
MADRINHA JANETH
PARA SE ter uma idéia do que representam as Olimpíadas Escolares Brasileiras, a ex-ala Janeth Arcain, da seleção brasileira e campeã do mundo em 1994 (hoje empresária), é a embaixadora do basquete durante a disputa.
BOLSA-ATLETA
ALÉM DISSO, ao final de cada rodada, por meio de votos de comissários (entre técnicos e dirigentes), a disputa promoverá a eleição dos 24 melhores jogadores de basquete dos torneios masculino e feminino (Divisão Especial e 1ª Divisão). A partir desta escolha, os jovens serão indicados para o programa Bolsa-Atleta, de incentivo financeiro à formação esportiva, mantido pelo Governo Federal.
O TIME vive somente sua primeira temporada em competições federadas, mas o currículo já conta com vários títulos expressivos. E para as atletas e comissão técnica, sempre há espaço para mais uma taça.A VAGA do montes-clarense Biotécnico nas Olimpíadas veio com a conquista da fase final dos Jogos Escolares de Minas Gerais, no meio do ano, em Juiz de Fora. Aliás, nessa competição, o time venceu também as fases municipal, microrregional e regional – de forma invicta.
MAS A equipe foi mais além: conquistou também o Campeonato Mineiro da categoria com dez vitórias em dez jogos, além do Brasileiro da Terceira Divisão, no qual a seleção mineira contou com o próprio treinador no comando e mais cinco atletas do Biotécnico.
MADRINHA JANETH
PARA SE ter uma idéia do que representam as Olimpíadas Escolares Brasileiras, a ex-ala Janeth Arcain, da seleção brasileira e campeã do mundo em 1994 (hoje empresária), é a embaixadora do basquete durante a disputa.
BOLSA-ATLETA
ALÉM DISSO, ao final de cada rodada, por meio de votos de comissários (entre técnicos e dirigentes), a disputa promoverá a eleição dos 24 melhores jogadores de basquete dos torneios masculino e feminino (Divisão Especial e 1ª Divisão). A partir desta escolha, os jovens serão indicados para o programa Bolsa-Atleta, de incentivo financeiro à formação esportiva, mantido pelo Governo Federal.
Nada de Copinha para o Funorte
FMF DETECTA erro e denúncia contra o Itaúna fica pelo caminho; mesmo em quinto, Galo garante a quarta vaga oara São Paulo
QUARTO COLOCADO na fase final do Campeonato Mineiro Júnior, o Funorte pôs fim às esperanças de garantir fora de campo uma das vagas de Minas para a Copa São Paulo Júnior de 2013. O Tribunal de Justiça da Federação Mineira de Futebol não considerou as denúncias sobre o suposto uso de jogador irregular por parte do Itaúna na fase hexagonal, o que poderia penalizar o clube com a perda de seis pontos. Vice-campeão da categoria, ele cairia da segunda (16 pontos) para a quinta colocação (10).
ASSIM, FOI mantida a classificação final após as 10 rodadas desta etapa e o clube da cidade de Itaúna se juntará ao Cruzeiro, América e Atlético na disputa da Copinha, daqui a um ano. Minas Gerais tem direito a quatro vagas e o Galo, mesmo com a quinta colocação geral apenas, vai para a São Paulo “por direito adquirido”, segundo o departamento técnico da FMF.
FALA EDMAR
A VENETA conversou com o diretor técnico do departamento de futebol da Federação, Edmar Francisco Pires, no meio da tarde dessa segunda-feira. Segundo ele, ao contrário do que foi divulgado após o empate entre Funorte e Atlético, em um a um, na última rodada do Mineiro Júnior, a denúncia contra o Itaúna não tinha nada a ver com o uso de sua parte de jogador inscrito por outra equipe em fase anterior. Na verdade, havia a suspeita da escalação de um atleta que não havia cumprido a suspensão automática pelo terceiro cartão.
NO ENTANTO, uma confusão do DT na análise de súmulas e relatórios fez com que a própria FMF denunciasse o Itaúna. “Foram três rodadas em uma mesma semana e num primeiro momento foram analisadas apenas duas, por isso a confusão. Depois que os documentos foram comparados, percebeu-se que o atleta do Itaúna já havia cumprido a suspensão automática”, completou Edmar, que explicou em entrevista (logo abaixo) sobre o critérios da FMF para as vagas na Copa SP – considerada um dos campeonatos brasileiros da categoria.
QUARTO COLOCADO na fase final do Campeonato Mineiro Júnior, o Funorte pôs fim às esperanças de garantir fora de campo uma das vagas de Minas para a Copa São Paulo Júnior de 2013. O Tribunal de Justiça da Federação Mineira de Futebol não considerou as denúncias sobre o suposto uso de jogador irregular por parte do Itaúna na fase hexagonal, o que poderia penalizar o clube com a perda de seis pontos. Vice-campeão da categoria, ele cairia da segunda (16 pontos) para a quinta colocação (10).
ASSIM, FOI mantida a classificação final após as 10 rodadas desta etapa e o clube da cidade de Itaúna se juntará ao Cruzeiro, América e Atlético na disputa da Copinha, daqui a um ano. Minas Gerais tem direito a quatro vagas e o Galo, mesmo com a quinta colocação geral apenas, vai para a São Paulo “por direito adquirido”, segundo o departamento técnico da FMF.
FALA EDMAR
A VENETA conversou com o diretor técnico do departamento de futebol da Federação, Edmar Francisco Pires, no meio da tarde dessa segunda-feira. Segundo ele, ao contrário do que foi divulgado após o empate entre Funorte e Atlético, em um a um, na última rodada do Mineiro Júnior, a denúncia contra o Itaúna não tinha nada a ver com o uso de sua parte de jogador inscrito por outra equipe em fase anterior. Na verdade, havia a suspeita da escalação de um atleta que não havia cumprido a suspensão automática pelo terceiro cartão.
NO ENTANTO, uma confusão do DT na análise de súmulas e relatórios fez com que a própria FMF denunciasse o Itaúna. “Foram três rodadas em uma mesma semana e num primeiro momento foram analisadas apenas duas, por isso a confusão. Depois que os documentos foram comparados, percebeu-se que o atleta do Itaúna já havia cumprido a suspensão automática”, completou Edmar, que explicou em entrevista (logo abaixo) sobre o critérios da FMF para as vagas na Copa SP – considerada um dos campeonatos brasileiros da categoria.
Diretor técnico da FMF, Edmar explica:
NESSA SEGUNDA-feira, a VENETA conversou com o diretor técnico da FMF, Edmar Francisco Pires, que explicou detalhes da polêmica - e o fim dela – na reta final do Mineiro Júnior.
A denúncia contra o Itaúna volta à pauta do Tribunal?
EDMAR – “De jeito algum. O caso foi esclarecido e detectado o erro na questão. O atleta do Itaúna cumpriu corretamente a suspensão automática, o que anula qualquer suspeita de irregularidade”.
Mas a denúncia foi da própria FMF?
EDMAR – “Sim, mas coube a própria Federação detectar o erro e mostrar ao Tribunal que o clube estava correto”.
Qual é o verdadeiro critério da FMF para indicar os times de Minas para a Copa SP?
EDMAR – “Atlético, Cruzeiro e América têm lugares cativos na Copinha ou assento permanente, como queiram; e não tem conversa. Isso é fato. Minas Gerais tem direito a quatro vagas e usamos o critério técnico para indicar o nosso quarto representante: aquele clube que alcança a melhor colocação no Mineiro, além desses três de Belo Horizonte, fica com a vaga”.
A denúncia contra o Itaúna volta à pauta do Tribunal?
EDMAR – “De jeito algum. O caso foi esclarecido e detectado o erro na questão. O atleta do Itaúna cumpriu corretamente a suspensão automática, o que anula qualquer suspeita de irregularidade”.
Mas a denúncia foi da própria FMF?
EDMAR – “Sim, mas coube a própria Federação detectar o erro e mostrar ao Tribunal que o clube estava correto”.
Qual é o verdadeiro critério da FMF para indicar os times de Minas para a Copa SP?
EDMAR – “Atlético, Cruzeiro e América têm lugares cativos na Copinha ou assento permanente, como queiram; e não tem conversa. Isso é fato. Minas Gerais tem direito a quatro vagas e usamos o critério técnico para indicar o nosso quarto representante: aquele clube que alcança a melhor colocação no Mineiro, além desses três de Belo Horizonte, fica com a vaga”.
1 de dezembro de 2011
Curso da FMV vai garantir Carlão
FORMAÇÃO DE técnico em nível III era o único aspecto que separava o ex-capitão do Brasil do BMG/Montes Claros e solicitação está perto de resolver o problema; "esperava por essa oportunidade há anos", disse Antonio Carlos Gouveia
O BMG/Montes Claros está prestes a anunciar, a qualquer momento, o nome de Carlão Gouveia como seu técnico para a disputa da Superliga Nacional 2011/2012. O ex-capitão do selecionado brasileiro por onze anos, campeão olímpico e mundial está finalizando os últimos detalhes burocráticos para assumir o cargo, vago desde o pedido de demissão de Manu Arnaut, no dia 8 de novembro.
A PENDÊNCIA não tem nada a ver com o salário e tempo de contrato, o que já foi acertado entre treinador e a diretoria. A questão sobre o acordo que Carlão possui como Banco do Brasil dentro do projeto Embaixadores do Esporte também não parece problema. O BB deve lhe conceder o aval por escrito liberando-o para se tornar técnico pela primeira vez. - foto: divulgação
LICENÇA PARA TRABALHO
O QUE precisa ser resolvido imediatamente é “licença” de treinador para trabalhar. A Confederação Brasileira de Vôlei (CBV) exige que o comandante técnico de cada clube tenha o curso de nível III, o que Carlão ainda não tem em seu currículo – concluiu os cursos de níveis I e II. A solução está ao alcance do BMG/Montes Claros: a Federação Mineira de Vôlei (FMV) oferece o curso nesse nível e as aulas devem começar na próxima semana, em Belo Horizonte. São 60 horas de aulas – e avaliação – até a entrega do certificado.
O ESQUILÃO, inclusive, já formalizou o pedido à FMV para que as atividades sejam iniciada na semana que vem, ao invés do dia 12 de dezembro. A demanda mínima é de 10 alunos, mas a entidade estaria disposta a realizá-lo antes, mesmo com a turma reduzida, como forma de beneficiar seu filiado no Norte de Minas.
GRANDES CHANCES
SE ESSE cronograma for seguido à risca, na estreia da Superliga, contra o Medley/Campinas, dia 10 de dezembro, é bem provável que ele esteja na lateral da quadra.
NESTA QUINTA-feira, Carlão esteve em Belo Horizonte, mas não comentou sobre quais compromissos resolveria na Capital Mineira. No entanto, indagado pelo JN – via twitter – sobre quais seriam as possibilidades de assumir o BMG/Montes Claros, numa escala de 0 a 10, ele disse que os acertos “estão muito próximos”, mas seria preciso “resolver alguns problemas”. Carlão disse que o convite veio em meio a outros compromissos seus.
“ESPERAVA POR essa oportunidade há algum tempo, mas não gosto de atropelar as coisas”, completou, ao responder sobre os aspectos relacionados ao aval do Banco do Brasil, a necessidade de realizar o curso Nível III e conseguir a liberação junto ao SporTV do qual é comentarista dos jogos da Seleção Brasileira, na Copa do Mundo.
A PENDÊNCIA não tem nada a ver com o salário e tempo de contrato, o que já foi acertado entre treinador e a diretoria. A questão sobre o acordo que Carlão possui como Banco do Brasil dentro do projeto Embaixadores do Esporte também não parece problema. O BB deve lhe conceder o aval por escrito liberando-o para se tornar técnico pela primeira vez. - foto: divulgação
LICENÇA PARA TRABALHO
O QUE precisa ser resolvido imediatamente é “licença” de treinador para trabalhar. A Confederação Brasileira de Vôlei (CBV) exige que o comandante técnico de cada clube tenha o curso de nível III, o que Carlão ainda não tem em seu currículo – concluiu os cursos de níveis I e II. A solução está ao alcance do BMG/Montes Claros: a Federação Mineira de Vôlei (FMV) oferece o curso nesse nível e as aulas devem começar na próxima semana, em Belo Horizonte. São 60 horas de aulas – e avaliação – até a entrega do certificado.
O ESQUILÃO, inclusive, já formalizou o pedido à FMV para que as atividades sejam iniciada na semana que vem, ao invés do dia 12 de dezembro. A demanda mínima é de 10 alunos, mas a entidade estaria disposta a realizá-lo antes, mesmo com a turma reduzida, como forma de beneficiar seu filiado no Norte de Minas.
GRANDES CHANCES
SE ESSE cronograma for seguido à risca, na estreia da Superliga, contra o Medley/Campinas, dia 10 de dezembro, é bem provável que ele esteja na lateral da quadra.
NESTA QUINTA-feira, Carlão esteve em Belo Horizonte, mas não comentou sobre quais compromissos resolveria na Capital Mineira. No entanto, indagado pelo JN – via twitter – sobre quais seriam as possibilidades de assumir o BMG/Montes Claros, numa escala de 0 a 10, ele disse que os acertos “estão muito próximos”, mas seria preciso “resolver alguns problemas”. Carlão disse que o convite veio em meio a outros compromissos seus.
“ESPERAVA POR essa oportunidade há algum tempo, mas não gosto de atropelar as coisas”, completou, ao responder sobre os aspectos relacionados ao aval do Banco do Brasil, a necessidade de realizar o curso Nível III e conseguir a liberação junto ao SporTV do qual é comentarista dos jogos da Seleção Brasileira, na Copa do Mundo.
Conversa já dura mais de uma semana
MARCELO MÉNDEZ, quando veio para o Montes Claros, passou pela mesma situação
SE DEPENDER do BMG/Montes Claros, o clube quer que Carlão venha para a cidade logo que puder, mesmo antes do curso. Assim que atingir o nível III exigido pela CBV, ele passará a trabalhar à beira da quadra. Até lá, comandará somente os treinos. Só para recapitular: o argentino Marcelo Méndez, quando veio da Espanha para a temporada de estreia do Montes Claros, passou pela mesma situação e foi obrigado a fazer o curso de técnico nível III.
NO DIA 23 de novembro, depois de uma lista com Mauro Grasso, Douglas Chiarotti, Chiquita e mais oito nomes de treinadores, o JN antecipou a informação sobre o interesse do clube em ser o primeiro na carreira de Carlão como técnico.
EM CONTAGEM, conforme a informação que a reportagem teve acesso, antes mesmo da semifinal do Campeonato Mineiro em que o time foi derrotado pelo Vivo/Minas (foto acima), haveria uma reunião no início da noite de sexta-feira entre diretoria e treinador para buscar as soluções que definissem sua contratação. foto: Havarcom
CARLÃO NÃO pôde seguir do Rio para a Região Metropolitana de Belo Horizonte por causa de compromissos com o SporTV. Teria que regressar ainda no mesmo dia e não havia passagem aérea disponível. Dessa forma, o acerto contratual e salarial foi todo feito pelo telefone.
NO DIA 23 de novembro, depois de uma lista com Mauro Grasso, Douglas Chiarotti, Chiquita e mais oito nomes de treinadores, o JN antecipou a informação sobre o interesse do clube em ser o primeiro na carreira de Carlão como técnico.
EM CONTAGEM, conforme a informação que a reportagem teve acesso, antes mesmo da semifinal do Campeonato Mineiro em que o time foi derrotado pelo Vivo/Minas (foto acima), haveria uma reunião no início da noite de sexta-feira entre diretoria e treinador para buscar as soluções que definissem sua contratação. foto: Havarcom
CARLÃO NÃO pôde seguir do Rio para a Região Metropolitana de Belo Horizonte por causa de compromissos com o SporTV. Teria que regressar ainda no mesmo dia e não havia passagem aérea disponível. Dessa forma, o acerto contratual e salarial foi todo feito pelo telefone.
Módulo II: por enquanto, Funorte vai de receita caseira
APROVEITAMENTO DE juniores e de atletas nascidos na cidade marca o início do planejamento para o Módulo II
COMO OS indícios no momento são de uma receita financeira bem curta para o próximo ano, o Funorte desenha uma solução caseira para a disputa do Campeonato Mineiro do Módulo II de 2012, com início previsto para o dia 12 de fevereiro. Para iniciar sua preparação, o clube defende a manutenção de pelo menos 10 jogadores do time júnior, quarto colocado do estadual da categoria, além de quatro a seis jogadores profissionais nascidos na cidade e que estão sem clubes.
O COMANDO técnico ainda é uma incógnita. As opções passam pela manutenção de Borges, do time júnior, a volta de Luiz Eduardo, campeão mineiro da Segunda Divisão com o Araxá, no final de semana passado, ou mesmo a contratação de outro nome mais experiente. As duas últimas opções dependeriam de aumento da receita.
BOM E BARATO
A ALTERNATIVA para reforçar seu time bom e barato viria de parcerias, como a do Democrata de Governador Valadares, que receberá pelo menos 10 jogadores do Vasco da Gama para disputar o Campeonato Mineiro da 1ª Divisão. O Formigão pensa em números menores, mas pode ter a ajuda de clubes do Sul do País ou mesmo do Estado para ter mais jogadores a baixo custo.
SOBRE CONTRATAÇÕES, a possibilidade existe somente mediante o aumento do caixa para o futebol, o que ainda não é uma realidade até porque o grupo júnior passou por dificuldades e só teve os salários quitados depois de sua participação no Mineiro. Há atletas que passaram pelo clube ou que enfrentaram o Funorte nos últimos dois anos e que já foram procurados, mas sem a promessa de valores salariais. “Isso (valores) é uma coisa que depende da diretoria, mas já mostrar o interesse pelos atletas pode ser um facilitador no período mais intenso de negociações”, disse uma fonte ligada ao clube.
INDEPENDENTE DE quanto houver em caixa para investir, o clube descarta a desistência, até porque participou do Conselho Arbitral da FMF. Está na Chave B, ao lado da URT, Uberlândia, Mamoré, Araxá e Patrocinense. Uma saída depois de assumir compromisso corresponde à suspensão nas competições oficiais por dois anos, além do rebaixamento automático para a Segunda Divisão de 2014.
COMO OS indícios no momento são de uma receita financeira bem curta para o próximo ano, o Funorte desenha uma solução caseira para a disputa do Campeonato Mineiro do Módulo II de 2012, com início previsto para o dia 12 de fevereiro. Para iniciar sua preparação, o clube defende a manutenção de pelo menos 10 jogadores do time júnior, quarto colocado do estadual da categoria, além de quatro a seis jogadores profissionais nascidos na cidade e que estão sem clubes.
O COMANDO técnico ainda é uma incógnita. As opções passam pela manutenção de Borges, do time júnior, a volta de Luiz Eduardo, campeão mineiro da Segunda Divisão com o Araxá, no final de semana passado, ou mesmo a contratação de outro nome mais experiente. As duas últimas opções dependeriam de aumento da receita.
BOM E BARATO
A ALTERNATIVA para reforçar seu time bom e barato viria de parcerias, como a do Democrata de Governador Valadares, que receberá pelo menos 10 jogadores do Vasco da Gama para disputar o Campeonato Mineiro da 1ª Divisão. O Formigão pensa em números menores, mas pode ter a ajuda de clubes do Sul do País ou mesmo do Estado para ter mais jogadores a baixo custo.
SOBRE CONTRATAÇÕES, a possibilidade existe somente mediante o aumento do caixa para o futebol, o que ainda não é uma realidade até porque o grupo júnior passou por dificuldades e só teve os salários quitados depois de sua participação no Mineiro. Há atletas que passaram pelo clube ou que enfrentaram o Funorte nos últimos dois anos e que já foram procurados, mas sem a promessa de valores salariais. “Isso (valores) é uma coisa que depende da diretoria, mas já mostrar o interesse pelos atletas pode ser um facilitador no período mais intenso de negociações”, disse uma fonte ligada ao clube.
INDEPENDENTE DE quanto houver em caixa para investir, o clube descarta a desistência, até porque participou do Conselho Arbitral da FMF. Está na Chave B, ao lado da URT, Uberlândia, Mamoré, Araxá e Patrocinense. Uma saída depois de assumir compromisso corresponde à suspensão nas competições oficiais por dois anos, além do rebaixamento automático para a Segunda Divisão de 2014.