28 de maio de 2009

Time de vôlei já tem R$ 500 mil

Uma emenda governamental de R$ 500 mil, garantia da bancada federal do Norte de Minas, é o pontapé financeiro para o projeto que Montes Claros tem para disputar a Superliga Nacional de Vôlei Masculino com uma equipe própria, a partir de novembro deste ano.
A informação é do secretário municipal de juventude, esportes e lazer, Sebastião Pimenta, que destacou, ainda, a carta convite que a cidade recebeu das federações oficiais (Mineira e Brasileira) e, ainda, a possibilidade de a equipe contar com dois jogadores de Cuba, além do técnico Marcos Lerbach, com passagens marcantes pelas seleções de base do Brasil.
A montagem do time montes-clarense foi divulgada aqui no domingo, com detalhes sobre a visita do consultor William à cidade, a todo tempo acompanhado pelo secretário-adjunto de esportes e lazer, Jaime Tolentino Miranda Neto, o Jaiminho, e pelo empresário Felipe Oliveira (Iseib), de fato, os mentores da ideia de montagem do time.
Destacava, ainda, as parcerias e o aval da Federação Mineira e da Confederação Brasileira de Vôlei para o projeto de Montes Claros.
Quebra de sigilo - Embora tenha sido mantida em sigilo por duas semanas, mesmo com o conhecimento da imprensa, a participação da cidade na mais importante competição do vôlei brasileiro foi anunciada pelo presidente da FMV, Carlos Rios, o Carlão, mais pelo seu entusiasmo, depois de participar de uma reunião sobre o assunto, no Rio de Janeiro. Montes Claros ficaria com um dos dois convites que a CBV oferece a cada temporada, assim, sem a necessidade de participar da Liga Nacional, uma competição classifiatória para a Superliga.
A princípio, o time teria como parceiro os Correios, mas com necessidade de firmar mais dois acordos para o suporte financeiro completo. Um seria da CVC Viagens, para o custeio do transporte e hospedagem durante a competição.
O Banco do Brasil será procurado nos próximos dias, já que a AABB é o único espaço em Montes Claros que oferece uma quadra com piso e dimensões oficiais compatíveis com as normas da Superliga. Lá, receberia os primeiros treinos do MCTC/Correios.
A previsão de custos é de R$ 3 milhões e o time estaria vinculado, também, à uma fundação não-governamental. O Ginásio Poliesportivo Tancredo Neves passaria por uma grande reforma no piso e na sua estrutura, com a criação de um alojamento para 150 pessoas, cozinha industrial e amplos vestiários, tornando-se apto para receber os jogos oficiais. A Superliga Nacional começará em novembro, se estendendo até abril. Com tempo para trabalhar, a prefeitura garante que vai buscar parceiros financeiros junto às grandes indústrias de Montes Claros.

27 de maio de 2009

Tese, Capitão de Corveta, medalhistas...

Tese em Portugal
O diretor de futebol do Funorte, Jeibson Moura, está em Portugal desde o fim de semana, mas não para assuntar qualquer coisa relacionada ao time de futebol ou seus bastidores. Na Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD), na cidade de Vila Real, vai defender nesta manhã - 9 horas lá, cinco da matina aqui! - sua tese de mestrado: "Aptidão Física relacionada à saúde em escolares brasileiros: análise mediante a bateria de testes motores Fitnessgram".
Busca a titulação de mestre em Ciências do Desporto - Avaliação nas Actividades Físicas e Desportivas".

Possíveis precedentes
A briga deflagrada entre Cassimiro de Abreu e a Liga Montes-clarense por causa da participação – ou não – do clube no campeonato júnior, seja qual for a decisão jurídica, certamente vai abrir precedentes no futebol local. Nos bastidores, já há clubes determinados a não cumprir mais os prazos de inscrições e com a certeza de que serão abonados. Ao mesmo tempo, deixa sinais de que o reclamante pode ir direto ao Tribunal para apresentar recursos, ignorando, assim, a comissão disciplinar. O clube, por sua vez, já anunciou boicote aos demais clubes que forem jogar em seu estádio: não terão o vestiário à disposição; e nada mais de rodadas duplas. Haverá mais capítulos nessa história.

Explicação jurídica
O professor Luiz Carlos Dias, graduado na Educação Física e no Direito, explica a questão jurídica sobre a apresentação do Mandado de Garantia do Cassimiro de Abreu, que foi direto ao TJ ao invés da comissão disciplinar; com base do CBJD. Segundo ele, quando um mandado de garantia é apresentado à Justiça Desportiva, quem analisa e concede a liminar é o próprio presidente do Tribunal (o que aconteceu no caso Cassimiro x LMF). Após a concessão, o mérito é levado aos demais integrantes do Tribunal, que podem - ou não - cassar a liminar.
Artigo 27 - CBJD - Compete aos Tribunais de Justiça Desportiva, "I - Processar e julgar, originariamente: b) os mandados de garantia contra atos dos poderes das entidades regionais de administração do desporto" .


CORTESIA – O Capitão de Coverta Marcelo Sibelino, comandante da Capitania Fluvial do São Francisco em Pirapora, esteve visitando a redação do JN na última semana, acompanhado pelo Major César Ricardo, comandante da 11ª Cia de Trânsito Rodoviário e Meio Ambiente (Montes Claros), e dos jornalistas Luís Eduardo Souza, George Nande, Luís Carlos “Peré” Novaes e Hélio Machado. (Foto: devenetaonline.blogspot.com)

Sobre o Ateneu: ainda não
Em e-mail para a coluna, o leitor Junio Lamberto cita o programa Placar Eletrônico – Na Trave –, da Expressão FM, que fizemos há cerca de dois meses com o âncora Nairlan Clayton e o diretor do Broca, Carlúcio Bicalho, abordando o Ateneu, dentre outros assuntos. Embora o comentário a respeito do clube tenha sido sobre seu trabalho em silêncio, Lamberto quer saber se realmente as coisas estão saindo do discurso para a prática. Junio, por enquanto não. O Estádio João Rebello, que tem apenas as arquibancadas intactas, continua impróprio para o futebol e a sua reforma ainda carece de recursos, que a diretoria ainda não tem em sua totalidade.

“Curto demais nos envergonha e comprido demais nos entristece”
Em Montes Claros, do vice-presidente da República José Alencar Gomes da Silva, ao comparar os discursos com os vestidos das muheres.


Vôlei dourado na festa
Na sua visita a Montes Claros, o ex-atacante Carlão deixou claro que ainda dá suas cortadas. Joga periodicamente não apenas em peladas no Rio de Janeiro, onde mora, mas também com os ex-companheiros da medalha de ouro nos Jogos Olímpicos de Barcelona '92, em amistosos festivos pelo país afora. Por isso, está acertando um jogo exibição com a geração dourada no aniversário de MOC, dia 3 de julho. Além de Carlão, viriam à cidade Paulão, Maurício, Pampa e Marcelo Negrão. Tande depende de liberação da Globo. Aqui, no próprio blog, confirmamos que a seleção de futsal também vira à cidade no aniversário, graças aos Correios, seu patrocinador oficial.

Primeiro prazo para a Taça
O diretor de futebol da FMF, Edmar Francisco Pires, publicou o edital de convocação dos clubes para a disputa da Taça Minas Gerais. As inscrições devem ser feitas até o dia 4 de junho, impreterivelmente, mas no ato, o clube deverá apresentar laudo de vistoria da Polícia Militar, Corpo de Bombeiros, Vigilância Sanitária e CREA. Com o próprio suporte financeiro, enquanto um grande patrocínio não vem, o Funorte já disse aos quatro cantos que estará na Taça MG e garante que a documentação está nas mãos, inclusive o laudo sobre a iluminação para jogos noturnos, assinado por um engenheiro eletricista.

BEM RELACIONADO e com informações sobre os bastidores da capital, o jornalista Flávio Anselmo ganha as páginas do JN como colaborador durante a semana. Hoje, ele lança o livro Marias Chuteiras, na Casa do Porre, no charmoso bairro de Santa Tereza, em Beagá. Em breve, promete vir a Montes Claros para apresentá-lo aqui.
COMENTÁRIOS sobre a coluna? Por e-mail montesclaros@folha.com.br

26 de maio de 2009

Palavra de capitão: Dá para ser vencedor mesmo vindo de longe"

A própria experiência pessoal, quando saiu da distante Rio Branco, no Acre, para tentar a vida como jogador profissional, é a maior motivação que o ex-atacante Antônio Carlos Gouveia, o Carlão, tem para viajar pelo País afora divulgando o projeto "Embaixadores do Esporte". Na sexta-feira, dia 22, o ídolo da Seleção Brasileira de Vôlei esteve em Montes Claros para esse trabalho e usou seu exemplo para convencer as crianças e jovens de que qualquer tipo de dificuldade tem a sua solução."Sai de casa aos 16 anos para jogar vôlei em Fortaleza. Lá, meu primeiro técnico me dispensou. Desisti? Hoje, sou pentacampeão da Liga Nacional, campeão mundial, campeão olímpico", disse, ao considerar as drogas desculpa esfarrapada para justificar qualquer tipo de fraqueza.
Na estadia de um dia na cidade, além de lançar a V Maratona Esportiva na AABB de Montes Claros - onde não escondeu as lágrimas pela sequência de homenagens -, visitou as crianças assistidas pelo projeto AABB-Jovem e as de um projeto social desenvolvido pela Unimontes para a formação de auxiliares administrativos.
Paciência de Jó para atender aos autógrafos e fotografias e, claro, para entrevistas.


O que propõem os "Embaixadores do Esporte"?
CARLÃO
– "Na verdade, esse projeto é uma herança do Fome Zero, que começou em 2003 envolvendo não apenas os artistas, mas também os jogadores profissionais em atividade, ex-atletas e outras lideranças. O que a gente divulga - e com muito prazer - é o valor humano, o caráter, a responsabilidade, o compromisso... Como a pessoa pode exercer a cidadania, além, é claro, de incentivar a iniciação esportiva".

Dá para convencer o público?
CARLÃO
– "Claro, porque o grande argumento que temos é a nossa experiência de vida. Todos, indistintamente, enfrentaram dificuldades; das mais diversas. No meu caso, por exemplo, saí de Rio Branco aos 16 anos para tentar a vida como jogador; era o que eu queria mesmo! Fui para Fortaleza e me dispensaram logo nos primeiros testes. Tentei outra vez e consegui não apenas seguir no meu sonho dentro do esporte, como também ganhar uma bolsa de estudos. Esse cara que me dispensou é policial militar. Hoje, encontro com ele e converso sem qualquer mágoa".

E como esse trabalho dos embaixadores é executado?
CARLÃO
– "A ideia é do Banco do Brasil, que é parceiro da Seleção Brasileira há décadas. São vários embaixadores, todos eles já envolvidos com a causa social, seja em seus projetos próprios ou em trabalhos como colaboradores. A turma do vôlei está em peso: o Paulão, Marcelo Negrão, Maurício, Adriana Behar e o Giovanne, que saiu temporariamente por causa de projetos pessoais... Mas tem gente também de outras praias (risos) como o Robert Scheidt e o Guga. O que a gente faz nessas visitas envolve basicamente palestras e campanhas sociais para ajudar os mais carentes, embora haja o interesse para a formação de agentes multiplicadores no esporte; uma base para as escolinhas".

Agora mesmo você está em uma Universidade (esteve visitando o campus da Unimontes), qual a importância dela nesse contexto?
CARLÃO
– "Em qualquer lugar, uma universidade é referência. É claro que a consolidação das escolinhas depende de outros fatores, principalmente financeiros, mas se o projeto priorizar mais a iniciação esportiva acredito que grande parte desse trabalho já tem uma base nas universidades. São parcerias imprescindíveis. Recentemente, estive na Unisul, em Santa Catarina, e tive a certeza de que as universidades seriam parceiras em potencial".

Essa é sua terceira visita a Montes Claros...
CARLÃO
– "Isso. Estive aqui com o Minas, quando conquistamos a Liga Nacional na época do Telemig Celular. O Cebola era o técnico. Depois voltei com o Giovanne para apresentar um projeto da AABB. Aliás, pelo Brasil afora, os clubes como as AABBs são verdadeiras potências".

Como veio do Acre parar em Minas Gerais?
CARLÃO
– "Rio Branco é longe de tudo né? (risos). Sai de lá com 16 anos, como disse, e fui para Fortaleza e depois segui para Campo Grande, quando fui convocado para a seleção brasileira de novos. Lá era o centro de treinamento. Aí, do Mato Grosso do Sul, fui contratado pelo Minas Tênis, onde fiz parte daquele time fantástico em 1984, campeão da Liga pela primeira vez. Aliás, agora mesmo teve uma comemoração especial pelos 25 anos da conquista. Tenho cinco ligas nacionais, sendo duas com a camisa do Minas".

Algo inusitado nessa carreira?
CARLÃO
– "As histórias são muitas. Posso dizer que conheço o mundo inteiro. Mas teve uma que me impressionou porque ainda era novo. Na convocação para a seleção brasileira, fiquei fora da lista mesmo jogando o fino da bola. Vinte dias depois, fui saber que a Confederação confundiu os nomes e convocou outro Antônio Carlos".

Você mora onde?
CARLÃO
– "Hoje, estou com a minha família no Rio de Janeiro, mas fiquei nove anos em Florianopólis, onde cheguei a ser secretário municipal de esportes. Fiz um trabalho parecido ao dos Embaixadores e com apelo à iniciação esportiva, o "Passarela". Uma experiência positiva, mas tive que trabalhar igual ou até mais em relação ao que fiz na quadra. No Brasil, ainda não há o reconhecimento do valor do esporte para a formação do cidadão. Com muito custo, conseguimos convencer de que o orçamento para o esporte tinha que ser maior. Foram reuniões e mais reuniões com vereadores, prefeitos e outras pessoas. Enfim, o orçamento passou de 0,28% para 1%".

Mas quando se é famoso, as portas são abertas facilmente...
CARLÃO
– "Sim, mas isso não basta. Nossa!. O trabalho no bastidor é doloso. Como disse, a cultura ainda não reconhece a força do esporte. Agora mesmo, o governo está cortando justamente os repasses do Ministério do Esporte".Fale sobre futebol. O seu estado recebeu os maiores elogios pelo projeto para sediar a copa do mundo de 2014.

Tem seu dedo lá?
CARLÃO
– "Não, mas fico feliz pelo reconhecimento ao compromisso do pessoal de lá. Fui até chamado para ser o secretário estadual de esportes. Acho difícil o estado ser escolhido, mas quem sabe Rio Branco seja uma subsede da Amazonia. A floresta é, a meu ver, o grande diferencial para o Brasil estar recebendo esta copa. E o projeto do estádio seria exatamente nos arredores da Floresta".

E o seu time do coração?
CARLÃO
– "No Acre, sou Rio Branco e, no Rio, Flamengo, mas por interferência de minha esposa, apenas minha filha mais velha (19 anos) me acompanhou na escolha. Os demais são todos sofredores do Botafogo (risos)".

(Foto: Alexander Sezko)

24 de maio de 2009

Sim! Montes Claros terá time na Superliga de Vôlei

Era sigilo. Entre futuros patrocinadores, prefeitura e a imprensa. Todo mundo guardava a informação para que a coisa ficasse preto no branco - caneta no papel, como se diz na gíria -, mas a euforia do presidente da Federação Mineira, Carlos Rio, o Carlão, deixou o assunto vazar, logo para a imprensa da capital.
Mas é fato: Montes Claros terá um time de vôlei profissional na próxima Superliga Nacional de Vôlei, compondo o trio mineiro ao lado do Vivo/Minas e Sada/Cruzeiro. A informação do Estado de Minas, na edição desse sábado, foi até aí. Mas vou mais além; não adiantou guardar!!!

O nome do time dependerá ainda de alguns acertos financeiros com pelo menos mais dois patrocinadores, mas deverá ficar mesmo como MCTC/Correios. E justiça seja feita, um dos padrinhos da ideia é o empresário Felipe Oliveira, do Iseib, pai do meia-de-rede Victor, o Vitão, ex-Minas, Santander, Álvares Cabral e que atualmente joga na Espanha.
O assunto começou a ser discutido há pelo menos duas semanas, quando o ex-jogador William (não confundir com o levantador da medalha de prata), com passe livre na CBV (um consultor, eu diria), visitou a cidade para conhecer o que ela tem a oferecer. Após almoços e reuniões, voltou para o Rio de Janeiro e deu as melhores das referências ao presidente da CBV, Ary Graça. Em seu argumento, a promessa de que a prefeitura daria sua contrapartida ao time, somando-se ao patrocínio dos Correios, a formação de escolinhas de base (3 mil crianças e jovens) e uma infraestrutura de primeira.
Outras duas empresas - da cidade ou mesmo de fora - vão se juntar ao projeto. Marcos Lerbach, técnico da seleção brasileira de base por décadas e hoje auxiliar de Bernardinho na principal, já estaria encaminhado para o comando do time.

Além do discurso do William, uma visita de representantes da cidade à CBV, no Rio, nessa semana, sacramentou o interesse de Montes Claros de ter o seu time de vôlei. Nos argumentos, a promessa de que o Ginásio Poliesportivo, do bairro Monte Carmelo, será reformado por completo (isso já havia sido noticiado), recebendo inclusive cadeiras. Tem como hand-cup o fato de ser o maior do interior de Minas, com capacidade para 12 mil pessoas.
Bom, está aí: uma primeira mão melhorada...

21 de maio de 2009

Taça MG - Chance de ser grande

Mesmo ainda sem saber a data de início da Taça Minas Gerais (nem ao menos o arbitral foi realizado), o Funorte já faz a sua parte. Retomou os treinos dos jogadores mais jovens, nessa segunda-feira, e no dia 1º próximo, completará o grupo com aqueles mais experientes e que tiveram seus contratos renovados a partir de 10 de maio, casos dos zagueiros Odair e Bráulio, o atacante Ditinho e os goleiros Everaldo e Wilson.
Além do título propriamente dito para o currículo, a Taça Minas Gerais tem um valor considerável: seu campeão garante a terceira vaga do Estado na Copa do Brasil de 2010. No entanto, mesmo com tamanha compensação, o interesse dos times do Interior é ínfimo. Dos 40 clubes relacionados nos Módulos I e II e na Segunda Divisão (Série C), somente cinco mostram interesse (ou $$$$) em disputá-la.
Além do Funorte, seu rival de Teófilo Otoni já deixou claro que entra na Taça MG, assim como o América da Capital, que vai montar um time B, a Caldense, que pensa mais em usar a disputa para se preparar para a Elite Mineira do ano que vem, e o Uberaba, que não convence tanto, já que encontra dificuldades mil até mesmo para montar o seu time que vai encarar a Série D do Brasileiro, a partir de julho.
O Conselho Arbitral da Taça MG deve acontecer no dia 17 de junho e sua realização não pode ser descartada por se tratar de uma competição oficial, já inclusa no calendário da Federação Mineira de Futebol desde o final do ano passado. Ou seja, mesmo com dois clubes, a bola vai ter que rolar.
É hora do Funorte pensar grande. Se o número de equipes for mesmo diminuto, as chances de ganhar essa vaga na Copa BR, com um time competitivo e, principalmente com peças de reposição - seu maior pecado no Módulo II -, serão consideráveis.

18 de maio de 2009

Outro norte-mineiro no profissionalismo

O Norte de Minas terá outro time em mais uma competição oficial de Minas Gerais. Na última sexta-feira, o Pirapora Futebol Clube foi confirmado como um dos oito participantes do Campeonato da Segunda Divisão de profissionais, que no ano passado foi conquistado pelo Funorte, garantindo, assim, a vaga de acesso ao Módulo II/2009.
Aliás, o Peixe foi o único clube do Norte de Minas que pleiteou a vaga e só a conseguiu depois serem aprovados os laudos de vistoria e segurança do Corpo de Bombeiros e da Polícia Militar. A relação conta, também, com o Sport de Juiz de Fora e Mamoré, que voltam ao profissionalismo, Pouso Alegre, Esportiva Guaxupé, Varginha e Fabril de Lavras, que estiveram na edição do ano passado, e o novato Independente de Uberaba, que já comunicou que vai retirar o pedido.
NOVIDADES - Em 2009, o Pirapora terá outro plano de ação. Ao invés do time caseiro que foi usado no ano passado, com jogadores da cidade e região e com folha salarial inferior a R$ 20 mil, o clube aposta em uma parceria com empresários do interior de São Paulo para brigar pelo acesso. O presidente Rogério Feitosa disse que o Peixe será gerenciado pelo ex-jogador Osias, que foi meia do Palmeiras nos anos 80, no mesmo time do atacante Mário Sérgio e goleiro Leão.
Natural de Buritizeiro, cidade vizinha e que fica do outro lado do rio São Francisco, Osias "Pirapora" tem uma empresa que trabalha na formação de jogadores, mas, também atende aos clubes profissionais. A meta, segundo Feitosa, é de levar para Pirapora a maior parte do grupo profissional, mas abrindo espaço para os jogadores locais, como forma de manter a identidade da torcida com o clube. Ele já começou a trabalhar na cidade. Foi de sua responsabilidade solicitar, acompanhar e encaminhar os laudos de vistoria do estádio do Comercial, que vai receber os jogos da Segundona. Providenciou, ainda, o aluguel de um imóvel para ser a sede social do clube. (foto: Aparício Mansur - www.velhochico.net)

16 de maio de 2009

Coluna De Veneta - edição JN 17-05

ANTIGA - Pagando a dívida. O flagra de gorro e camisa da seleção é do Rafael Gontijo, diretor no Pitágoras e "dublê" de cruzeirense. Como ele mesmo disse, estava no aquecimento no Estádio do Dragão, do Futebol Clube do Porto, curtindo a folga das aulas do mestrado lusitano, ao lado de Renato Tupinambá, André Muratori, Rodrigo Amaral e Denilson Arruda. A foto já tem quase dois anos e mostra os preparativos antes do amistoso entre o Porto e os franceses do Mônaco. Aliás, o FCP acaba de conquistar o tetracampeonato português.

Defesa mesmo ou ataque?
Sob suspeita extrema, de uma hora para outra, a imprensa de São Paulo abriu seus microfones defendendo veementemente a convocação de Ramires e Fábio pelo técnico Dunga, da Seleção Brasileira. A qualidade de ambos é inquestionável, inclusive para eles, embora Hernanes e Rogério Ceni sejam incomparáveis em suas análises. Mas a desconfiança dessa defesa para a ida dos estrelados ao time canarinho tem um fundamento bem plausível. Como se trata de dois dos maiores jogadores do Cruzeiro na atualidade, a saída temporária para os jogos contra Uruguai e Paraguai, além da disputa da Copa das Confederações, deixaria a Raposa fragilizada para seus compromissos pelo Brasileiro até julho. Principalmente contra os paulistanos.

Radicalismo no Cassimiro

O Cassimiro está confiante de que o seu mandado de garantia para paralisar o Campeonato Júnior e recolocá-lo na competição. Alega que a decisão sobre sua saída deveria ser unânime, o que não aconteceu (teve três votos a seu favor dos outros clubes participantes). Mas com ou sem sucesso, o clube já deixou claro que "acabou a festa" no Estádio José Maria Melo. Fim das rodadas duplas e só será aberto quando o time for jogar. Nem mesmo os vestiários para os times visitantes serão abertos.

TENHO DITO - "Eles precisam bem mais do Cassimiro do que a gente deles"
Do presidente do Cassimiro, Gilson Albuquerque, sobre os clubes que teriam liderado o movimento para sua saída do Campeonato Júnior

Se correr o bicho pega

Apareceram dois candidatos e o presidente Charles Ronaldo estava até convencido a promover a eleição antes do término do mandato, mas no futebol não há verdade que dure mais de 24 horas (ou 24 dias...). O mandatário da Associação dos Clubes Varzianos (ACV) está batendo o pé e quer ficar até o final. Os clubes, por sua vez, prometem não entrar em campo enquanto ele estiver lá.

PB&V com 'piloto'

Músico e professor no curso de comunicação social, André Águia está elaborando o piloto do programa "Papo de Bola & Viola", que pretende levar às ondas da rádio FM em breve. A ideia é justamente esta que está no nome: mesclar a música com o futebol, com a partipação de seus companheiros de palco, dos jornalistas esportivos e daqueles famosos torcedores e corneteiros.

Peregrinação pelo ciclismo

Juan Fariña não esconde que faz diariamente, uma peregrinação aos potenciais patrocinadores para o IV Grande Prêmio Cidade de Montes Claros de Ciclismo, prevista para a primeira semana de julho. Como prova oficial de primeiro nível da Confederação Brasileira tem o dever de oferecer uma premiação equivalente, entre troféus, medalhas e dinheiro. A previsão é de garantir algo em torno de R$ 20 mil para divisão entre os vencedores de cada categoria.

13 de maio de 2009

O xará da bola de Herivelto Martins

Nascido e criado no estado do Rio de Janeiro e com nome de cantor e compositor famoso – por sinal, ídolo de sua mãe e amigo da família –, o ex-meia Erivelto Martins já está em Montes Claros para comandar o time júnior do Funorte no Campeonato Mineiro da categoria e a na Copa São Paulo de 2010. Jogador revelado pelas categorias de base do Fluminense, onde atuou por sete anos, chegou a Minas depois de uma troca com o Cruzeiro, envolvendo o ídolo Dirceu Lopes, passando ainda por Vila de Goiás e o Villa Nova (Leão do Bonfim). Hoje, aos 54 anos, garante que chega ao Norte de Minas bastante motivado, "principalmente pela proposta de trabalho do clube".
Erivelto foi apresentado aos jogadores grupo e à imprensa na tarde de ontem, no Centro de Treinamentos do Distrito Industrial. Me disse que chegou ao clube depois de recusar dois convites do amigo Alves, representante do Funorte junto à Federação Mineira de Futebol (FMF). "Já trabalhei com o Alves em outras oportunidades e ele havia me falado dessa possibilidade de vir a Montes Claros, mas como tenho negócios em Belo Horizonte e não podia sair naquele momento", explicou.
A mudança de planos tem a ver não apenas com o campo de ação que o Funorte tem (Mineiro e Copa SP), mesmo sendo um clube com apenas dois anos de existência, mas pelo que foi feito até agora, com a conquista do terceiro lugar do Mineiro Júnior em 2008, logo em sua primeira temporada na competição. "O Funorte até serve de exemplo para outros clubes: em pouco tempo conseguiu o que muitos tentaram e não conseguiram", afirmou Erivelto.
O novo treinador disse que ficou muito satisfeito com o potencial do grupo júnior, logo no primeiro coletivo. Foi enfático ao comentar sobre a necessidade de montagem de um novo grupo, já que do time do mineiro do ano passado, mais da metade dos atletas 'estourou' o limite de idade da categoria (20 anos).

CURRÍCULO – Nascido em Barra do Piraí, interior fluminense, Erivelto foi ainda pequeno morar na capital. O nome foi uma homenagem de sua mãe ao músico Herivelto Martins, nascido naquela região e autor de canções como "Ave do Morro" e "Adeus". Curiosamente, o xará e a esposa, Dalva de Oliveira, foram seus vizinhos na nova casa. A carreira no mundo da bola começou no Fluminense, onde atuou por sete anos, até ser envolvido numa troca entre o clube e o Cruzeiro. Dirceu Lopes foi para lá e ele veio parar em Minas. Ficou quatro anos na Toca da Raposa e jogou ao lado de Zezinho Figueiroa, Joãozinho, Eli Mendes e do montes-clarense Eduardo Amorim, entre outros. Depois seguiu para Goiânia, onde defendeu as cores do Vila Nova, por mais quatro anos.
De Goiás, Erivelto veio para o Villa Nova, de Nova Lima, onde jogou por dois anos e depois parou nos doze meses seguintes. Nada de contusão ou suspensão: estava cursando Administração de Empresas na UFMG, mas que não chegou a concluir. Voltou aos gramados para defender o Leão do Bonfim por mais quatro anos e, em 1987, encerrou a carreira, assumindo o cargo de auxiliar técnico no mesmo clube. Logo mais tarde, viria a ser o técnico principal. No entanto, foi com o trabalho de base que mais se destacou. Primeiro no América, em 1991/1992 e depois no Atlético, até 1997, onde revelou Ernani, Cairo e Reinaldo "Beiço".
Nos dois anos seguintes, voltou ao comando do Coelho e, em 2000, foi contratado pelo Cruzeiro, mas para trabalhar longe da Toca. Por causa do convênio entre os clubes, foi um dos primeiros técnicos do emergente Ipatinga, onde teve o meia Marcinho, ex-Atlético e Flamengo, como comandante. Nos últimos anos, estava trabalhando no Rio de Janeiro e em Belo Horizonte, sempre ligado à base. (Foto: Wilson Medeiros)

12 de maio de 2009

Erivélton é o técnico do Júnior Funorte

Erivélton, ex-jogador do time do Cruzeiro nos anos 70 e 80, é o novo técnico do time júnior do Funorte. Anunciado na manhã de ontem, já em Montes Claros, ele começa a trabalhar nesta tarde, no CT do Distrito Industrial. Assim, o clube cumpre a promessa de contratar alguém de projeção nas categorias de base de Minas para dar maior visibilidade ao seu time, que tem como desafios o Mineiro de Juniores e a Copa São Paulo 2010.
O novo treinador passou pelos três grandes clubes de Minas, sempre na base, com três títulos, além de ter disputado quatro Copas SP. A primeira missão será melhorar ainda mais o desempenho do time júnior montes-clarense, que no ano passado, sob o comando de Edvaldo Bento, foi terceiro colocado no Mineiro. A estreia será somente na segunda fase, privilégio aos seis melhores de 2008.

11 de maio de 2009

Parceria com a Capital

Os três grandes de Minas – Atlético, Cruzeiro e América – estão atuando como parceiros na estruturação do Funorte Esporte, que se prepara para a disputa da Taça Minas Gerais, no segundo semestre, brigando pela quarta vaga do Estado na Copa do Brasil de 2010.
Até o final desta semana, o secretário administrativo do FEC, Frederico Miranda, que todo conhece como Fred Costelinha, cumprirá em Belo Horizonte um estágio no setor administrativo de cada clube, conhecendo maiores detalhes sobre a burocracia do lado de fora do campo, como registro de jogadores, prazos de inscrições, agilidade em transferências e até o aspecto de comercialização de atletas, por exemplo.
A ideia é reduzir ao máximo os erros, não de uma, mas de todas as pessoas que trabalham no clube e, ainda, agilizar tudo o que acontece fora de campo, além de dinamizar o trabalho burocrático que o clube é obrigado a cumprir a cada início de competição.
A parceria com os grandes de Minas poderá ser estendida a outros funcionários, a partir da demanda que o clube apresentar também em outras áreas, como comando técnico e fisiologia. Até mesmo os diretores podem ir à Capital em busca de maior conhecimento neste sentido. Boa iniciativa até porque o Funorte esbarrou em algumas questões burocráticas que o impediram de contar com um time mais forte no início do Módulo II - regularização de contratos de Rogélio Àvila, Diego Paulista, entre outros.

Bispo bate-bola...

O que o arcebispo pode ter em comum com um DJ, policial, jornalista ou músico? Só pelo simples fato de serem brasileiros, uma coisa vem à tona e põe fim a qualquer distinção entre os ofícios: o futebol. Isso mesmo. Sobre a paixão nacional, quase todo o País parece ser entendido do riscado e não consegue ficar sem dar uns pitacos.
Na semana passada, procurei ouvir as mais diversas opiniões sobre o Campeonato Brasileiro, iniciado no final de semana.
Foram oito opiniões, como a do arcebispo metropolitano Dom José Alberto Moura, atleticano "até a alma" como ele mesmo disse, que coloca o rival Cruzeiro como um dos favoritos ao título, mas não deixa o seu time de fora: "o Atlético também vai brigar e ai de quem quiser torcer o pescoço do meu Galo", disse, sorridente.
"Torço pelo Atlético e levo tudo na esportiva, como toda pessoa deveria fazer, na diversão. O Cruzeiro está muito bem e me convence pelos êxitos alcançados no Campeonato Brasileiro e na Copa Libertadores, assim como o Corinthians de Ronaldo, no Paulista e na Copa do Brasil. Mas sobre o meu Galo, acresdito que o time não fica atrás desses não! Fez um Campeonato Mineiro convincente e com certa tranquilidade se classificou para as finais: montou um time mais forte em relação aos outros anos. E o Flamengo, como foi campeão no Rio, aparece também como candidato ao título. Sobre quem vai cair, vejo equilíbrio", analisou Dom José Alberto... (Foto: Manoel Freitas).
Depois conto o que o DJ Alysson e o Major César Ricardo, da PM, disseram...

8 de maio de 2009

A jovem da arbitragem

A Comissão de Arbitragem da Liga Montes-clarense de Futebol (CAF/LMF) divulgou, nesta semana, a relação dos aprovados na avaliação escrita - 30 questões fechadas - do curso para árbitros, dirigentes e auxiliares, realizado na primeira semana de abril. Das 75 pessoas submetidas ao exame, 73 conseguiram a média – 50% de aproveitamento –, sendo seis mulheres.
Entre as aprovadas está Jéssica Caroline Santos Oliva, de 18 anos, acadêmica do primeiro período do curso de Educação Física da Unimontes (noturno). Graças ao bom rendimento nos exames, foi incorporada ao quadro da CAF/LMF e já estreia neste sábado, como auxiliar do trio escalado para os jogos entre Novo Amanhecer e Floresta, pelas categorias mirim e infantil do Torneio Toninho Rebello, às 9 e 11 horas, respectivamente.
Segundo a jovem, esta será sua primeira experiência nas quatro linhas, mas nada que assuste. "Vou fazer algo que gosto e pretendo aproveitar ao máximo essa oportunidade", disse, ao salientar que a Liga fez a escolha certa ao aproveitar os novos talentos da arbitragem da cidade nas competições de base. "Será importante para que possamos ganhar bagagem, ver se realmente leva jeito para isto e, quem sabe, seguir carreira", completou Jéssica, ao deixar bem claro que já tinha afinidade e conhecia as regras do futebol antes mesmo do curso.
Aliás, a sua intimidade com o esporte existe há pelo menos três anos, pois é atleta de futsal.Todas as questões da prova foram alusivas ao livro sobre as 17 regras básicas do futebol, tema das atividades. Dos reprovados, um é de Montes Claros e o outro de Bonfinópolis. A parte prática do curso, com exercícios e simulações de campo, será realizada até agosto, mais uma vez com a equipe da FMF. (Foto: arquivo Jéssica)

7 de maio de 2009

Talentos no centro de internação

O Funorte Esporte Clube está anunciando uma parceria de cunho social, com o intuito de ajudar o poder público na recuperação de menores infratores. Segundo a diretoria, nos próximos dias, será assinado o acordo com o Centro Socioeducativo Nossa Senhora Aparecida (Cesensa - foto), em funcionamento na região do bairro Village do Lago II, para que os internos possam ser avaliados em testes de aptidão esportiva, sob a coordenação dos técnicos e professores do FEC.
Conforme a diretoria, todas as avaliações aconteceriam nas próprias dependências do Centro. Por sua vez, a direção do local ficaria responsável por uma triagem dos menores, estabelecendo critérios para a participação dos mesmos nos processos de seleção. A princípio, seriam beneficiados os adolescentes que cometeram pequenos delitos (baixa periculosidade).

Ainda de acordo com o clube, não está descartado o aproveitamento dos novos talentos em equipes de competição do Funorte, a partir de novos acordos com a Secretaria de Estado de Ação Social, responsável pelo Cesensa. O FEC mantém equipes de competição no futsal, caratê, futebol, handebol e dama. (foto: Wilson Medeiros)

6 de maio de 2009

O olho da Líder

Uma das maiores construtoras do País, a Líder veio a Montes Claros fazer triagens sobre terrenos estratégicos para erguer condomínios. O crescente imobiliário nos quatro cantos do Brasil, ainda mais com programa governamental, vem motivando a empresa a investir no interior.
No caso específico de Montes Claros, são cinco áreas em estudo, sendo uma delas bem central e que tem a ver com o esporte. Isso mesmo que pensaram! A Líder está de olho no estádio João Rebello, casa do ainda adormecido Ateneu como apelidou o amigo George Nande.

Não que o JR esteja à venda. Pelo contrário, a diretoria vem trabalhando para levantar o dinheiro de sua reforma, a começar pelo gramado (nada menos do que R$ 50 mil).
Mas numa hipotética negociação nesse sentido, o estádio apresentaria sua peculiaridade, o que impediria uma venda pelos próximos 100 anos (ou mais). Fracionadas entre os sócios do clube desde sua construção, no início da década de 50, as cotas já se tornaram objeto de heranças e espólios para muitos. Qualquer tipo de venda - reforço mais uma vez: apenas hipótese - chegaria às instâncias jurídicas num estalar de dedos.
Surgiria então, nova (s) dúvida (s): quem são esses sócios? As cotas são vitalícias mesmo diante da inadimplência de décadas? Como resgatar e comprovar estas cotas? Esse, então, passa a ser o capítulo maior da história; com ou sem a Líder...

5 de maio de 2009

Futebol com casa nova...

Diretor financeiro do clube, o atleticano José Geraldo Maia Batista, será o homenageado pelo Max Min no batismo de seu novo estádio soçaite: “Gê” ou ‘Geraldão” - à escolha. Com 3,9 mil metros quadrados (86 x 46 metros), o campo será entregue aos associados no próximo dia 17, em uma solenidade própria do clube, ao invés das pompas de times de ex-profissionais ou convidados de longe; bem ao jeito do Gê.Seria apenas mais um campo para a comunidade ‘maxminiana’, que conta com quase sete mil pessoas, entre associados e dependentes? Penso que não... Os R$ 160 mil investidos na obra – terraplanagem, drenagem, gramado –, colocam o campo como um dos mais modernos do interior de Minas no futebol soçaite. A grama veio de longe e é a mesma à do estádio do Pacaembu, considerado a casa do Corinthians e palco de inúmeras finais nos últimos anos (até visita do Papa Bento XVI).Assim, o Max Min passa a ter três bons campos: “José Batista”, “Malveirão” e o “Barretão”. O quarto campo, que atualmente é usado pela meninada, na área vizinha às quadras de peteca, receberá uma plástica e será o primeiro de um clube do Norte de Minas com grana sintética. (Foto: Rubem Ribeiro)